Posse dos eleitos teve pompa e circunstância nunca dispensada aos do povo.
3 de fevereiro de 2025 § 1 comentário


Com desfiles, bandas de música, toneladas de salamaleques e abaixares de bundas e – claro! – o endosso absoluto do jornalismo pelego, tomaram posse ontem os “vencedores” da eleição que realmente decide os destinos desta nossa pátria da democracia sem povo.
Os presidentes do Senado, David Alcolumbre, e da Câmara, Hugo Motta, dois indivíduos com o poder de ignorar a maioria eleita pelos 150 milhões de brasileiros que votam e decidem o que vai ou não vai a voto para virar lei, de um lado, e os auto-intitulados enviados de deus, sem voto nenhum, que se arrogam o direito de anular até mesmo o que os dois sumos-sacerdotes da Câmara e do Senado houverem por bem deixarem ir a voto se o resultado não lhes parecer conveniente, do outro.
E os dois lados entram no ringue desafiando-se mutuamente.
Todos os discursos, por baixo das “excelências” de praxe, foram marcados pela “defesa das prerrogativas dos legisladores usurpadas pelo STF”, especialmente aquele de usar e abusar de “emendas parlamentares”, movimento do qual pode ser que sobre alguma coisa de interessante pro favelão nacional aqui fora, e as promessas “civlizatórias” dos enviados de deus das quais só sobrevêm, aqui pro Brasil Real, amostras vivas do inferno.
Agora é aguardar as cenas dos próximos capítulos

África lá vamos nós