A Partir da ONU, cujo estatuto foi redigido por H G Wells, um dos fundadores da Sociedade Fabiana e que declarou ao próprio Stálin ser mais comunista do que o próprio, todas essas organizações internacionais passaram a ser a Meca do socialismo, onde os oportunistas criam leis a serem difundidas pelos quatro cantos da Terra, disseminando assim, o globalismo que passa despudoradamente sobre os aspectos geopolíticos, antropológico sociais, culturais e de soberania.
Para tanto, promovem instabilidades socioeconômicas, ambientais e até estimulam o terrorismo e a prostituição da mídia, financiados pelos oportunistas e interesseiros internacionais da vez.
Realmente, em cada país de per si, o estrago doméstico é visível, principalmente onde os interesses mercantilistas internacionais são mais evidentes, como é o caso do Brasil.
Assim, não é difícil compreender o quanto são capazes de arruinar instituições que os incomodem, como é o caso das Universidades brasileiras, onde há uma deturpação intencional do desenvolvimento intelectual e científico, bem como no meio do poder político, ao estimular o totalitarismo, como facilitador do entreguismo, sem ter que passar pelos dissabores da resistência de uma democracia pujante.
O candidato local à monarquia absolutista passa de canalha a tirano afantochado, capaz de qualquer ato imundo, desde que receba seus trinta dinheiros, em troca do favorecimento à Nova Ordem Mercantilista Mundial.
Quem conhece o caso da CEPLAC, de 1989, e a disseminação intencional da vassoura-de-bruxa, que devastou a pródiga agricultura cacaueira da Bahia e transformou municípios considerados eldorados de desenvolvimento em locais de alto índice de pobreza e criminalidade, com posterior eleição de prefeitos esquerdistas (inclua-se o PT, claro) poderá avaliar que essa gente promove a desgraça, para plantar uma redenção utópica e que se transformará em uma grande distopia a seguir.
A lista de destruição do patrimônio material e moral do Brasil é imensa e está em processo desde o início do regime Republicano.
Obviamente, diante de cenário tão favorável, a invasão dos oportunistas cresceu exponencialmente, da mesma forma que proliferam os escroques e candidatos à monarquia feudal brasileira.
Máscaras caindo um a uma! O problema é o que se descortina quando elas são retiradas… Em geral é um teatro de horrores, infelizmente!
A Partir da ONU, cujo estatuto foi redigido por H G Wells, um dos fundadores da Sociedade Fabiana e que declarou ao próprio Stálin ser mais comunista do que o próprio, todas essas organizações internacionais passaram a ser a Meca do socialismo, onde os oportunistas criam leis a serem difundidas pelos quatro cantos da Terra, disseminando assim, o globalismo que passa despudoradamente sobre os aspectos geopolíticos, antropológico sociais, culturais e de soberania.
Para tanto, promovem instabilidades socioeconômicas, ambientais e até estimulam o terrorismo e a prostituição da mídia, financiados pelos oportunistas e interesseiros internacionais da vez.
Realmente, em cada país de per si, o estrago doméstico é visível, principalmente onde os interesses mercantilistas internacionais são mais evidentes, como é o caso do Brasil.
Assim, não é difícil compreender o quanto são capazes de arruinar instituições que os incomodem, como é o caso das Universidades brasileiras, onde há uma deturpação intencional do desenvolvimento intelectual e científico, bem como no meio do poder político, ao estimular o totalitarismo, como facilitador do entreguismo, sem ter que passar pelos dissabores da resistência de uma democracia pujante.
O candidato local à monarquia absolutista passa de canalha a tirano afantochado, capaz de qualquer ato imundo, desde que receba seus trinta dinheiros, em troca do favorecimento à Nova Ordem Mercantilista Mundial.
Quem conhece o caso da CEPLAC, de 1989, e a disseminação intencional da vassoura-de-bruxa, que devastou a pródiga agricultura cacaueira da Bahia e transformou municípios considerados eldorados de desenvolvimento em locais de alto índice de pobreza e criminalidade, com posterior eleição de prefeitos esquerdistas (inclua-se o PT, claro) poderá avaliar que essa gente promove a desgraça, para plantar uma redenção utópica e que se transformará em uma grande distopia a seguir.
A lista de destruição do patrimônio material e moral do Brasil é imensa e está em processo desde o início do regime Republicano.
Obviamente, diante de cenário tão favorável, a invasão dos oportunistas cresceu exponencialmente, da mesma forma que proliferam os escroques e candidatos à monarquia feudal brasileira.