Paulo Guedes: o que o Brasil pode virar se parar de brigar consigo mesmo

21 de janeiro de 2025 § 7 Comments

E mais: uma instigante visão sobre o futuro das moedas nacionais x o ouro x o bitcoin.


Tagged:

§ 7 Responses to Paulo Guedes: o que o Brasil pode virar se parar de brigar consigo mesmo

  • José Luiz Mancusi disse:

    Alguém tem o link original da entrevista?

  • Maristela Sorensen disse:

    Desde os impérios , há 10.000 anos, já começava o poder de indivíduos que se achavam poderosos, deuses e sempre aniquilavam e escravizavam os povos. Passamos estes milênios progredindo um pouquinho através das revoluções, alguns países aderiram à democracia e cresceram, mas nosso país com poucos líderes empenhados na luta foram derrotados, daí o Brasil sempre para frente e para trás, não decola! Se um presidente ama a pátria e seu povo e quer ver a grande prosperidade de tudo e todos vai ser engrandecido sempre. Porquê fazem ao contrario??? é mais divertido ver seu povo sofrendo??? acho que sim!

    • gracefullyf6aa39b6a3 disse:

      Cara Maristela,
      A questão é que a Proclamação da República aconteceu, para que o Partido Republicano se apossasse dos cofres públicos.
      Simplesmente interromperam os programas implantados no Império e acharam que agora, tudo seria festa.
      E as festas da República sempre foram de causar inveja a qualquer Baile da Ilha Fiscal…
      O foco da República passou a ser a arrecadação fiscal, e quanto mais o povo pagava impostos mais era ignorado pelo Estado.
      Ao mesmo tempo, empobrecia e, sem recursos, tornava-se dependente do assistencialismo populista estatal e menos atrapalhava as oligarquias entreguistas que se seguiam, sempre usurpando e se locupletando, com raríssimas exceções, como foi o caso de Prudente Aguiar e Arthur Bernardes.
      Puxando a brasa para a sua sardinha, o establishment cria leis que o beneficiem, agigantando cada vez mais a máquina pública e apequenando o povo.
      Governos imaturos e irresponsáveis sempre foram uma constante no Brasil.
      Ainda com Deodoro, e Ruy Barbosa como ministro da Fazenda, em 1890, houve a primeira crise provocada pela irresponsabilidade governamental; chamou-se a Crise do Encilhamento, pois o anúncio populista do primeiro (des)governo brasileiro era de que uma nova era começava, com progresso para todos.
      Todos encilharam seus cavalos empresariais nessa corrida pela fortuna e o resultado foi emissão excessiva de papel moeda, inflação, quebradeira geral e não houve qualquer compensação governamental, a não ser a indiferença (ou calote, se preferir) e que se acentuaria com o passar dos anos.
      Essa falta de maturidade, associada ao excesso de poder só poderia desembocar na obesidade mórbida estatal que vivemos agora.
      Foi um prato cheio para o socialismo/comunismo, principalmente depois da explosão estatizante do governo militar.
      Ah, Paulo Freire foi o idealizador do Projeto MOBRAL e disseminou a ideia comunista entre o Lumpen (escória, em alemão) proletariado, conforme orientação da Escola de Frankfurt, justamente na época das grandes construções e consequente êxodo rural em direção aos grandes centros.
      As frequentes mudanças fiscais (foram 466.000, desde 1988, ou sete por dia, até agora) colorem o cenário desconcertante para o empreendedorismo nacional e, portanto, para o desenvolvimento da produtividade, a única forma de se produzir riqueza, desde Adam Smith.
      Agora, se esse desgoverno conseguir a meta da escassez, com a desestruturação da economia, ele conseguirá a tão sonhada “cubanização” do Brasil, conforme planejado pelo Foro de São Paulo, há quarenta anos, e a dependência de todos aos desmandos governamentais, como reza a cartilha de todos os regimes totalitários.
      Roberto Campos já disse e repito: “O Brasil não perde nenhuma oportunidade de perder oportunidades”…
      Desculpe-me a resposta tão extensa.

  • Ronaldo Sheldon disse:

    Grande Paulo Guedes! Sempre enxergando o futuro e o conjunto com um arsenal de soluções às mãos! Como já teríamos evoluído com ele à frente da economia. O mundo precisa de um país confiável, com estabilidade econômica, social, política e segurança jurídica para transferir seus investimentos para fora da zona de risco chinesa, normalmente seríamos a bola da vez, o melhor friend shoring disponível, só que não. O amor venceu!

  • Alberto Abf disse:

    PRECISAMOS ENSINAR AO NOSSO POVO PORTUGUÊS, MATEMÁTICA E “OBRIGATORIAMENTE” VALORES ÉTICOS E MORAIS, ISTO É,, ACABAR COM ESSA MALDITA MANIA DE “LEVAR VANTAGEM”.

Deixe uma resposta para carlos.aversaCancelar resposta

What’s this?

You are currently reading Paulo Guedes: o que o Brasil pode virar se parar de brigar consigo mesmo at VESPEIRO.

meta

Descubra mais sobre VESPEIRO

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continue reading