2 de dezembro de 2024 § 1 comentário

Pelo menos sete pilotos de caças F-5 dos esquadrões das bases aéreas de Canoas e do Rio de Janeiro deixaram a Aeronáutica.

Sua formação durou dez anos e custou mais de 100 milhões de reais aos cofres públicos. Mas eles estão deixando a FAB para entrar na LATAM.

“Não temos mais aviões para voar. Os Gripen não chegaram e os F-5 têm mais de 50 anos. Nossa situação é caótica. Hoje para se ascender na carreira é necessário servir no GTE, que é nosso esquadrão de transporte especial, que faz voos executivos para atender políticos. Esse virou um critério não oficial para ser escolhido para o Alto Comando da Aeronáutica e isso tem gerado desconforto nos pilotos mais jovens.”


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