As vantagens do extremismo

24 de maio de 2016 § 19 Comentários

Por John Cleese, do Monty Python

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§ 19 Respostas para As vantagens do extremismo

  • honorio sergio disse:

    Tentador!

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  • É por ai, se adaptada para o nosso caso quanto a esquerda, leia-se PT, junto ao lutar, lutar incluiria roubar, roubar começando por mudar nosso padrão de vida. Afinal, é o que sempre almejamos enquanto não podíamos. Agora chegou a oportunidade.

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  • Milton Golombek disse:

    Perfeito !

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    • Eduardo,
      O extremismo não raro é necessário principalmente onde, o poeta e trovador português António Aleixo(1889-1949) considera: Há tantos burros mandando em homens de inteligência, que, às vezes, fico pensando que a burrice é uma ciência”. Foi assim que a burra esquerda tapuia levou o país ao caos criando à necessidade de medida extremista e legal via impeachment em defenestrá-los antes que acabassem com nosso país. Sábio o patrício português que deve estar olhando pra nós.

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    • Eduardo, lembrai e comentar a presente reflexão que pretendo enviar como artigo, que não raro me pedem, pra um blog na Venezuela.
      .
      Conhecida como Dama de Ferro, Margaret Thatcher, a primeira e única primeira-ministra britânica mulher até hoje, foi responsável por implementar políticas como a privatização de estatais e a redução da influência dos até então poderosos sindicatos britânicos. Lembrando de que “O socialismo dura até acabar o dinheiro dos outros.

      Durante seu governo conservador, milhares de britânicos conseguiram mudar a vida comprando casas populares e ações de empresas recém-privatizadas nas áreas de energia e telecomunicação, enquanto deu mais capacidade a essas empresas investirem, desenvolverem e pagarem dividendos, no verdadeiro socialismo de oportunidades.

      Como primeira-ministra, moralizou as finanças públicas, e partiu firmemente para a redução do papel do Estado e para o incentivo ao livre mercado.

      O controle da inflação era uma meta central do governo, que introduziu um corte radical nos gastos e nos impostos. Thatcher privatizou empresas estatais, fomentou a construção civil residencial e aprovou leis para coibir a militância sindical. E a Inglaterra recuperou-se.

      É tudo que nos falta. Governos sérios voltados aos interesses do país e da sociedade , e não em favor de partidos e ideologias capengas que já se mostraram ineficientes e alguns governantes insistem em adotar , mesmo diante do óbvio. Assim caminhava o Brasil até o impeachment da presidente Dilma deixando herança de 12 milhões de desempregados e 60 milhões de inadimplentes, inflação alta, juros idem e a cereja do bolo petista de um déficit fiscal de 170,5 bilhões! E há quem os defenda, como é o caso da Venezuela com o presidente Nicolás Maduro, para o qual a Lei só vale em seu favor, enquanto a sociedade passa até por fome, diante da incapacidade do governo até em atender o mínimo. Esse é o socialismo!, quando acaba o dinheiro, ao caso da combalida PVSA.

      Os números da economia venezuelana, por mais que o governo esconda, são fáceis de apurar por qualquer estudante com conhecimento básico, pelo menos, em aritmética. Porque, então insistem em continuar ao invés de dar oportunidade à outros no governo? Pelo poder, tudo pelo poder em mandar por mais que errem, destruam o legado de antecessores. Não importa. Eles governantes vivem bem com tudo que falta ao governados. Esse é o socialismo bolivariano que pretendiam, junto com o PT implantar na América Latina e deu no que deu!

      Mario Cobucci Junior
      Bacharel em Direito, em Administração e com MBA

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  • O neoliberalismo colocou a Dama de Ferro no pedestal de uma verdadeira reformadora. A mesma tática implantada no Brasil deu no que deu, Privataria (Privatização + Corrupção), venderam o Brasil por dinheiro podre. Lembro que na época havia o desastre F.H.C., e que havia CPMF, só o que se apuraria com um cheque de privatização da mais baratas das empresas estatais desatolaria o pais para o resto de nossos dias, o Brasil deixaria de ser o “País do Futuro” e resplandeceria, mas tudo foi para o ralo . Há que se considerar que a crise não é focal, é global, você viu a TIME com o artigo de capa – a crise do Capitalismo? Aqui, simplesmente estão jogando as soluções todas no lombo dos brasileiros – a corda sempre arrebenta no mais fraco dos elos, e somos nós que sustentamos com nossos impostos (rigorosamente em dia) os absurdos que se engendram. O “Estadão”, do dia de hoje em suas paginas de Opinião (Na saúde alguns avanços e ainda muito por fazer”- de Washington Novaes, “Desemprego, o problema” – de Almir Pazzianotto Pinto, e a pagina de Eliane Catanhêde – “Sinais de fragilidade” – (Temer frágil em Brasília e nas ruas, cresce a tese das “eleições já”, são instantâneos de nossa real realidade. Um pesadelo infindo.

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    • Não podemos exigir resultados em tão pouco tempo. Por ora, propostas e intenções sérias é melhor do as mentiras que tínhamos.

      “Envio um questionamento sobre o recomeço ,feito a economista Monica de Bolle, a quem respeito muito, Pra mim e daí a dúvida da retomada dos investimentos diante dos juros.
      Sabemos que o começo de tudo, na arrumação da economia, começa com o fiscal que não será fácil, embora necessário. Portanto, atrevo-me a dizer dos juros. Sinto e não é nenhuma genialidade entender enquanto os juros nas alturas, o empresário despreza os manjados coeficientes ROA, ROE e ROIC e outros indicadores, uma vez que quaisquer deles são inferiores, ao resultado neles indicados, em comparação aplicando no financeiro. Ou não? Pode haver um ou outro que pense no “amanhã”, enquanto pra grande maioria o “amanhã” será tratado quando chegar.
      Portanto o crescimento da economia fica na dependência dessa, ora, constante. O que vc acha?” Abs Marito

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      • Cobucci
        Você esta corretíssimo, (“Sabemos que o começo de tudo, na arrumação da economia, começa com o fiscal que não será fácil, embora necessário”. Isto recorda-me o grande professor dr. Adelino, responsável por limpar Goiânia quando do acidente radioativo com Césio, quando ensinava-nos decaimento radioativo, para solucionar qualquer questão devemos primeiramente saber o que eu tenho e o que eu quero. A situação do Brasil é calamitosa, o déficit é horripilante. E ajudar um pouquinho aumentando o que temos com a saída fiscal é um bom e dolorido começo.
        Monica de Bolle também indica que a solução passa pela saída fiscal e um incentivo á Educação como fator gerador de desenvolvimento. Vai doer.
        Pelo pouco que aprendi em Ciências Econômicas sou partidário que sigamos sempre os princípios da deusa Ganesha – deusa hindu da prosperidade, que reza: “LOOK INSIDE YOUR POCKETS”. Temos que contar com o que temos, olharmos dentro de nossos bolsos, para chegarmos aonde queremos. Então seria interessante lançarmos mão das reservas que o país possui, mesmo porque a longo prazo estas reservas viram pó. Como pó de pir-lim-pim-pim seria uma solução mágica que livrar-nos-ia de um horripilante déficit, dando margem para o crescimento sustentável do país. Anauê, anauê, Ganesha !

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      • Eduardo, vc completou muito bem. Irreparável sua observação e não se trata de troca de gentilezas. Além da redução de reservas que custam financeiramente mais do que recebem, eu acrescentaria a venda de estatais, verdadeiros cabides de emprego pra “amigos e cúmplices” gente desqualificada. Poderiam começar com as centenas de subsidiárias. A profissionalização na administração dos Fundos de Pensões das próprias será um bom começo, basta ver que na até combalida economia venezuelana os petistas tiveram a ousadia de investir.
        São tantas difícil de enumerar e faço com me vem na memória. Todavia, o importante é começar e não dar atenção as críticas dos “quarentena”, aliás os únicos com emprego garantido sem precisar trabalhar no que historicamente se acostumaram.

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      • Cobucci
        Com relação a Juros, eles ocorrem quando não olhamos dentro de nossos bolsos, damos os passos maior do que as pernas, recorrendo á sangria dos Bancos. Sei entretanto o que é Leasing e reconheço que algumas atividades só se estabelecem recorrendo a empréstimos, e julgo que devam ser subsidiados. Veja o que os U.S.A. fazem com a atividade de cultivo de bananas, enormes subsídios para manter a hegemonia. Veja o horror do que fizeram na Índia em relação ao Algodão. (manipulação genéticas para causar quebras na lavoura por incremento de necessidade hidrológica, um escândalo. Eu mesmo acabo de adquirir para esposa (doação), como formação de ativos, um imóvel, e recorri a credito consignado em folha de pagamento. A parte ruim do negócio é mudamos para o novo imóvel, e o em que residia anteriormente aluguei para a sogra, rsrsrs. UGH! a Sogra!

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      • Eduardo,
        No século passado fiz parte de um time que viabilizou uma Cia de Crédito, Financiamento e Investimento. Na ocasião terminava meu curso de graduação em Administração e aproveitei o tema pra minha monografia. Em suma, criou-se o crédito pra dar alternativas ao comércio e reduzir do uso do capital das varejista no financiamento. Portanto, elas passaram a vender a vista- e por isso não raro credoras do ICMS- pras financeiras(que não recolhiam o tributo uma vez instituição financeira, e que representava diferencial positivo), normalmente dos mesmos grupos econômicos como no nosso caso, e financiadoras dos clientes tendo a alienação fiduciária como garantia do bem vendido.
        Pois bem Essas novas condições de vendas tiveram crescimento exponencial e entraram na cultura do consumo brasileiro depois adicionado pelos cartões de crédito adotando o mesmo modelo.
        Nas análises que fiz pro meu trabalho, fui levado a considerar de que a sociedade em geral quanto ao financiamento não se preocupa tanto com o valor final e sim com a prestação que caiba no bolso. Virou cultural e verifica-se nestes momentos pelo alto índice de inadimplência.
        Educar também consiste em fazer as contas e não depender tão só da imponderável vai dar tudo certo.

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  • ‘infeliz a Nação que necessita de heróis”

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  • Ricardo M disse:

    Ah,ah,ah !! Monthy Pyton, o mais inglês humor inglês.Quem assistiu “A Vida de Brian” já experimentou a visão politica desses caras!!
    Obrigado por essa!

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  • Do humor ao drama da realidade.

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  • Por acaso encontrei em minhas anotações, o que observo e temo.

    Philippus Aureolus Theophrastus Bombastus von Hohenheim,, (1493-1541) , conhecido como Paracelsus ( acima de Celso, médico romano ) considerado um dos pais da bioquímica. Lembrando-o e é bom relembrar ” de que a dosagem correta diferenciará o veneno do remédio”

    Esse é um dos meus temores com o atual governo em querer, por mais que seja necessário, aplicar novas medidas econômicas de forma vigorosa. Ao caso, o extremismo nas ações, poderá ter efeito contrário ao desejado, piorando o que etá propriamente insuportável.

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  • VARLICE RAMOS disse:

    Cleese e Monty Python, fazem falta críticas como essas.

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