“Num significa nada…”

17 de janeiro de 2016 § 13 Comentários

§ 13 Respostas para “Num significa nada…”

  • Paulo Cotrim disse:

    Esse pulha não vale nada !

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  • Caro jornalista, você está incomodado com a bosta que é o Brasil? Então faça como eu e caia fora. Eu fiz isto a onze anos atrás quando esse pilantra se reelegeu presidente da fancaria que é a república do Brasil. Naquele momento eu entendi que o povo brasileiro é um povo degenerado pelas suas origens genéticas e não merece ser dirigido por ninguém melhor que esse pilantra. O que você acha em que resultaria a mistura genética de portugueses ladrões, assassinos e escravocratas, negros africanos brutalizados pela escravidão e índios selvagens indolentes e inúteis? Só poderia resultar nisso que ai está, ou seja, um povo de merda. E olhe, caia fora enquanto é tempo, você ainda é jovem. Eu cai fora com 62 anos de idade. Hoje você e todos esses idiotas brasileiros são escravos desse sistema infame que eles implantaram depois que os militares voltaram para as casernas. Caia fora enquanto é tempo se você não quiser morrer de fome, que é o que vai acontecer com a maioria desse povo de merda. Quem você conhece que poderia reverter esse quadro tétrico de falta de vergonha na cara que é o maior problema do Brasil? Conhece algum? Eu não conheço, mas como eu tenho vergonha na cara, tratei de cair fora e vir morar num país decente porque eu não nasci para ser escravo de político filho de puta com cachorro aidético, como são todos os políticos brasileiros.

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    • Luiz Barros disse:

      Ainda bem que saiu do país. Mas só aos 62? Com esta idade e sua mentalidade deve ter feito muita coisa inominável antes de partir. O Brasil não merece os petistas mas igualmente não precisa de racistas de seu bordo.

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      • A única coisa inominável que fiz nesse país de merda foi ter permanecido nele até os 62 anos de idade, contribuindo com meu trabalho – que começou ainda na infância – e com os impostos extorsivos que paguei ao longo do tempo a alimentar os senhores descendentes dos bravos “guerreiros” que você tão bem descreveu em seu relato da vergonhosa história brasileira a manter a escravidão no Brasil. Deveria ter saído bem antes, pois assim não teria assistido a um povo se rebaixar à condição de lacaio do lulopetismo. Aliás, devo lhe dizer que Luís Inácio da Silva é a cara do Brasil e os brasileiros nunca estiveram tão bem representados, ressalvando-se aqui aqueles que nunca votaram nos membros dessa gangue de criminosos que hoje domina o país sem que existam instituições capazes de bani-los da vida pública. Entretanto, os que nunca votaram nos petistas também são culpados em razão de sua covardia e acomodação. Um povo que aguenta o lulopetismo por treze anos e se vê na contingência de aguentá-lo por mais três, só pode ser tão ordinário quanto o chefe do lulopetismo, esse cara do vídeo. Quanto à pecha de racista, está enganado. Eu apenas sei distinguir quem presta de quem não presta, não importando a coloração de sua pele.

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    • Sr. Otacílio, não é todo mundo que pode deixar sua terra natal, mas os que ficam (a grande maioria) tenta de um jeito ou de outro. melhorar, por trabalho duro, educação e perseverança a terra em que sonha viver, fugir para um país “desenvolvido” para garantir uma vida melhor, talvez não seja a melhor solução, países “desenvolvidos” tem os seus problemas como o nosso tem, senão maiores, e são “desenvolvidos” a custa de muito trabalho duro, educação e perseverança.Temos os nossos políticos por que talvez os mereçamos, isso só muda quando tivermos uma base educacional muito boa, agora se cada problema que surgir em vez de tentarmos resolver, fugirmos para outras terras, não vamos sair do ostracismo nunca.Racismo,homofobia,intolerância, arrogância existe em todos os continentes “desenvolvidos” ou não, o maior exemplo é o que você nos deu ao se mudar para um país “melhor” levando tudo isso junto com você!

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      • Caro Honório, continue sonhando Sonhar é bom até não cair da cama. Eu não fugi como você imagina, eu escapei do inferno onde você está. E sai trazendo comigo a minha dignidade antes que o lulopetismo a roubasse, porque eles gostam de roubar tudo o que encontram pela frente. Roubaram até a dignidade do Brasil inteiro. Se você não sabe fique sabendo: o Brasil é hoje um país desonrado no contexto das nações que têm alguma importância. E fique sabendo que um homem quando quer faz. Eu quis e fiz. Você não faz porque não quer.

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  • Luiz Barros disse:

    OS MAMELUCOS

    Luiz Barros

    Ao longo da costa brasileira, basta ver, em muita entrada de baia, boca de canal, barra de rio; nos cantos de ilhas, promontórios e onde até não saiba eu aqui dizer, seja em posições estratégicas para a defesa de cidades ou de passagens náuticas, encontram-se fortes coloniais ou ruínas deles.

    São testemunhos das guerras travadas pelos colonizadores para assenhorear-se da terra. Mesmo antes de fixarem-se por aqui, o que se daria com a fundação de São Vicente, em 1532, e a criação das Capitanias Hereditárias, os lusos guerreavam a todo tempo, pelo exclusivo domínio das feitorias que se iam estabelecendo na costa e para garantir a lusitana bandeira flanando soberana aos ventos.

    De orelhada, que é de orelhada o jeito de o brasileiro saber das coisas, todos sabem que o feroz português saiu-se mais forte nas escaramuças. Travou batalhas contra índios, espanhóis, franceses, ingleses e holandeses – e a todos venceu.

    E tem mais: se mais povos houvera, igual os venceria, pois assim disse Camões nos Lusíadas sobre a hercúlea determinação deste astuto e beligerante povo conquistador: “… e se mais mundo houvera lá chegara.”

    Mas desde os primórdios criaram os brasileiros a mística do parto sem dor; da grande conquista colonial sem guerra que teria gerado um povo pacífico, esta brava gente brasileira cantada em verso e prosa.

    Nos primórdios o português ancestral foi feito cativo da exuberante sensualidade tropical que emanava das índias, quando mais das princesas nuas que, sendo filhas de caciques amigos, lhes ofereciam os morubixabas para selar amizades e alianças.

    Que mulheres lindas, jovens, cheirosas e banhadas a cada dia o tempo todo, os seios à mostra por baixo das tintas, as partes apenas encobertas; mal pensava o português na mulher européia que deixara na Corte, escondida em rezas e temente ao padre e ao papa, embrulhada em vestidos de mil panos fedidos, que se banhava somente nos dias santos, quando se.

    Bartira, dada por Tibiriçá a João Ramalho, em São Paulo, foi uma das princesas desta guerra, uma das mães da raça, que engendrou uma nação de mestiços, a nossa pátria. Mas nesta mestiçagem, de início, antes que se fundisse o mulato, o cafuzo e outros, todos os filhos de Bartira e das outras índias com João Ramalho e outros portugueses, todos esses foram mamelucos, da mesma forma que mamelucos foram os filhos dos índios com as portuguesas aqui vindas por degredadas, de que noutra ora tratarei.

    Os mamelucos, estes conheciam as artes da guerra e os ofícios como seus pais portugueses, e conheciam a terra, os costumes e os caminhos, como suas mães índias e seus ancestrais avós. Bravos e indômitos guerreiros, aos mamelucos se deve o povoamento e a defesa da cidade de São Paulo, em longa e sangrenta batalha, tendo como aliados os tupiniquins no confronto contra os tupinambás.

    Nóbrega e Anchieta não vieram fundar a cidade no planalto em 1554 para ficarem mais perto do céu, diga-se, senão para posicionar-se a cavaleiro no campo de batalha, largando São Vicente à própria sorte, eis que não viam como garantir no litoral a proteção da colônia e da igreja.

    Tibiriçá e João Ramalho – que, deixando Santo André da Borda do Campo, onde morava, agregara-se com suas esposas e descendência aos paulistas – ajudaram na escolha de um sítio em Piratininga, uma cabeça de morro elevada, tendo por divisa de um lado o rio Tamanduateí e por outro o rio Anhangabaú.

    Nesta croa, os padres fundaram o colégio, e para defendê-lo, e ao território em torno do qual cresceria a vila, os portugueses e seus filhos mamelucos ajudados por seus meio-irmãos índios, fincaram alta estiva de pontiagudas aroeiras e outras madeiras de lei cercando todo o topo do morro com uma inexpugnável paliçada, sendo assim o páteo do colégio, na verdade, uma formidável cidadela defendida por impiedosos guerreiros, esta brava gente brasileira.

    Mamelucos também foram os bandeirantes que expandiram as fronteiras brasileiras para abarcar três vezes mais terras do que o papa consignara aos portugueses nas escaramuças diplomáticas com os espanhóis.

    ***

    No Museu Anchieta, no Páteo do Colégio, há uma grande maquete representando a São Paulo do século 16. Ao examiná-la pode-se entender melhor nossas origens.

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  • marcelo alonso disse:

    Ingrato, graças ao “investment grade” ele e seus partidários puderam desviar e ainda dividir com o PMDB e o PP uma quantia muito maior de $$$.

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  • Sr. Otacílio, não é todo mundo que pode deixar sua terra natal, mas os que ficam (a grande maioria) tenta de um jeito ou de outro. melhorar, por trabalho duro, educação e perseverança a terra em que sonha viver, fugir para um país “desenvolvido” para garantir uma vida melhor, talvez não seja a melhor solução, países “desenvolvidos” tem os seus problemas como o nosso tem, senão maiores, e são “desenvolvidos” a custa de muito trabalho duro, educação e perseverança.Temos os nossos políticos por que talvez os mereçamos, isso só muda quando tivermos uma base educacional muito boa, agora se cada problema que surgir em vez de tentarmos resolver, fugirmos para outras terras, não vamos sair do ostracismo nunca.Racismo,homofobia,intolerância, arrogância existe em todos os continentes “desenvolvidos” ou não, o maior exemplo é o que você nos deu ao se mudar para um país “melhor” levando tudo isso junto com você!

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  • F. Ruiz disse:

    Vocês são contra o que aí está e vão brigar pela forma de ser contra? por isso que a praga se alastrou e se alastra por tudo que conhecemos, saúde, segurança, justiça, habitação, educação… A novilíngua muda até os mínimos conceitos que o mundo ocidental adota desde Sócrates e os “luminares” ditam até como querem as crianças e vocês discutem quem vai apagar as luzes? Raciocinem mais… isto aqui é NOSSO PÔ e não destes cretinos desonestos que estão aí! Deixem de lado as mesuras e as filigranas de quem é humano e não cegonha. Fui claro?

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  • Carmen Leibovici disse:

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    • Da. Carmem, este vídeo é a maior prova de quanto o povo brasileiro em sua maioria é tolo, ignorante e incapaz de julgamento. Basta olhar para a cara desse sujeito, examinar seu aspecto físico, seu desleixo (barba e cabelos desgrenhados), sua maneira de falar para termos a certeza de estarmos diante de um tremendo mentiroso enganador de trouxas. Só de trouxas. Infelizmente o Brasil é um país de trouxas e idiotas, porque num país de gente normal esse sujeito jamais alcançaria sequer a gerência de um botequim de periferia quanto mais a presidência da república. O problema é que ele é a cara da maioria do povo brasileiro: safado, mentiroso, ladrão, perigoso, traidor, falso, ignorante, pedante, orgulhoso e… basta! É um reles pilantra. Apesar disso continua ai dando as cartas e todos no Brasil parece ter medo desse cafajeste. Talvez seja pelo fato de respeitá-lo por ele ser igual à maioria.

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