Na sabatina, Flávio mostra que está pronto para o embate com Lula
17 de outubro de 2026 § Deixe um comentário


Flávio Bolsonaro voltou a defender o fim da reeleição na sabatina de ontem na TV Globo.
Disse que “só precisa de um mandato”.
Também desmentiu que vá mexer nas regras de atualização do salário mínimo e das aposentadorias ou propor alterações na Constituição para extinguir os pisos de gastos com saúde e educação.
“Meu concorrente está promovendo um verdadeiro terrorismo em cima de servidores públicos e de estatais”, comentou ele, ironizando na sequência: “Disse que eu acabaria com a luz do sol, com o direito dos alienígenas”.
Para o candidato do PL, “o maior ajuste fiscal que o Brasil pode fazer é tirar o Lula”. Ele disse que a taxa de juros no Brasil hoje deveria ser de 7%, e não 13,75%, e criticou a dívida pública, que atingiu cerca de R$ 11,1 trilhões.
“Eu não vou fazer economia com as pessoas que mais precisam do governo, com as pessoas mais pobres”, declarou.
Sobre o fim da escala 6×1, afirmou que não pretende alterar as regras trabalhistas após a aprovação da PEC: “Foi decisão do Congresso Nacional”.
Questionado sobre a mudança de posição, disse que rodou o Brasil inteiro e votou conforme ouviu nas ruas: “Resolvi seguir a maioria dos trabalhadores brasileiros”.
Insistiu nas críticas aos desmandos do STF e às indicações políticas de Lula.
No pior momento da entrevista para o jornalismo da Globo, sobre o Banco Master, depois de ser perguntado sobre o financiamento do Dark Horse e mencionar os R$ 30 milhões pagos por Vorcaro por fora para o documentário “Lula”, de Oliver Stone, a apresentadora Renata Lo Prete o interrompeu para dizer que não poderia tratar do assunto porque a Polícia Federal de Andrei Rodrigues, ex-guarda-costas de Lula, não validou o áudio divulgado pela revista Veja para a equipe da emissora.
Perguntado sobre a área da saúde, citou o único nome anunciado por ele até o momento para compor um eventual ministério, o médico Claudio Lottenberg.
Disse que ele foi presidente “do melhor hospital do Brasil”, o Albert Einstein (SP), e pode “trazer boas práticas para o SUS” e “o SUS ter padrão Einstein”.
Trump defende eleições no Brasil e volta a alertar sobre Moraes, PCC e CV
17 de outubro de 2026 § Deixe um comentário


Em carta do Departamento de Estado a congressistas norte-americanos, Donald Trump afirmou que apoia “eleições livres e justas” no Brasil e que dialogará com o governo que for eleito.
O documento reafirmou o apoio às sanções impostas ao ministro do STF Alexandre de Moraes em julho de 2025, com base na Lei Global Magnitsky, alegando “graves violações de direitos humanos”, prisões arbitrárias e restrições à liberdade de expressão.
O Departamento de Estado também defendeu a classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas estrangeiras, argumentando que as facções representam risco à segurança regional e dos Estados Unidos.
A resposta foi dada após parlamentares acusarem Washington de interferência na eleição brasileira, narrativa que vem sendo usada pelo PT para que Flávio Dino possa, ele próprio, interferir nas eleições.
No meio do escândalo dos fundos de pensão, Vaccari se muda para a Itália
17 de outubro de 2026 § Deixe um comentário


João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do PT e preso durante a Operação Lava Jato, obteve cidadania italiana e se mudou para a Itália há cerca de três meses, segundo informações divulgadas pelo portal Claudio Dantas.
A mudança ocorre enquanto avançam as investigações sobre o Banco Master.
Vaccari é suspeito de intermediar um esquema de R$ 1 bilhão em propina para facilitar o acesso de Daniel Vorcaro a fundos de pensão de estatais.
A transferência de domicílio chama a atenção de investigadores pelo momento.
Há quem fale em fuga.
Nunes Marques cede e libera ‘Exército de Lula’ para o tudo ou nada
17 de outubro de 2026 § Deixe um comentário


Depois de condicionar a volta do canal por esse motivo, o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, acatou o pedido da coligação Brasil Pronto pra Mais para desvincular da campanha de Lula o canal de WhatsApp “Exército do Lula”, administrado pelo deputado André Janones.
O canal havia sido suspenso, foi registrado pela campanha em 13 de outubro e voltou ao ar no dia 14.
A decisão se baseou em nova regulamentação do tribunal, que considera vinculado à campanha o canal que recebe recursos, apoio técnico ou humano, divulgação em perfis oficiais, direcionamento coordenado de seguidores ou orientação sobre conteúdo.
A coligação afirmou que o canal não recebe financiamento, equipamentos, serviços ou suporte da campanha e que não há orientação sobre suas publicações, metas ou frequência de mensagens.
Para a defesa de Lula, trata-se de iniciativa de apoio espontâneo de uma pessoa física, hipótese que, isoladamente, não configura vínculo formal com a candidatura.
Flávio Bolsonaro denunciou o canal por abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação.
Na prática, Janones está desvinculado da campanha do PT para fazer o diabo para reeleger Lula na reta final da campanha.



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