“Porque me tornei católica”
13 de novembro de 2023 § 4 Comentários

Ayaan Hirsi Ali, nascida e criada nos costumes tribais da Somália, sofreu mutilação sexual e espancamentos brutais na infância, foi muçulmana devota doutrinada pela Irmandade Muçulmana, até que, fugindo de um casamento forçado, deparou-se com a liberdade no Ocidente.
Virou ateia, lutou pelos direitos das mulheres muçulmanas, tornou-se deputada na Holanda, passou a morar nos Estados Unidos e a lecionar em Harvard
Agora escreveu um novo livro para explicar porque tornou-se católica:
“A civilização ocidental está sob ameaça de três forças diferentes, mas relacionadas: o expansionismo do Partido Comunista Chinês e da Rússia de Vladimir Putin; a ascensão do islamismo global; e a propagação viral da ideologia woke, que está corroendo a fibra moral da próxima geração”.
“O que une o Ocidente é o legado da tradição judaico-cristã, um conjunto elaborado de ideias e instituições concebidas para salvaguardar a vida, a liberdade e a dignidade humanas”.
“A lição que aprendi nos meus anos com a Irmandade Muçulmana foi o poder de uma história unificadora, incorporada nos textos fundamentais do Islã, para atrair, envolver e mobilizar as massas muçulmanas. A menos que ofereçamos algo tão significativo, temo que a erosão da nossa civilização continue”.
Ela está com toda a razão.
Pois eu acho que permitiu o progresso no Ocidente foi justamente a separação entre Igreja e Estado. Se não ainda estaríamos ameaçando Galileus com a fogueira.
O que permitiu…
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