Y porque nó los maestros y los gobernantes?

4 de julho de 2013 § 3 Comentários

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Matéria do Valor de hoje mostra que o Brasil investe mais proporcionalmente ao PIB em educação que os Estados Unidos: 5,8% contra 5,5%.

E, no entanto, la deu pra fazer a Stanford de Steve Jobs, a Harvard de tantos prêmios Nobel e o resto que a gente sabe.

Ja aqui, essa dinheirama toda fez alguns palácios nos bairros chiques das cidades que mais produzem coronéis e agentes manipuladores dos dutos do Ministério da Educação e Cultura (ou hoje eles viraram dois, ou tres, nem sei mais?), e as escolas públicas que vemos por aí, cujos egressos já estão valendo mais que negros, índios e outros “desvalidos” nas nossas bolsas de pontuação para o vestibular.

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Na média de todos os sócios da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico, os países investem a mesma proporção do PIB em educação que o Brasil: 5,8%. Mas, também na média do grupo que investe essa mesma fatia, chegam a cada aluno dos sistemas de educação pública US$ 8.332. No Brasil chegam só US$ 2.964.

Outro numero que distingue o Brasil é o seguinte: a proporção do que investimos no ensino superior x o ensino básico é 5xs maior que a media dos países da OCDE.

De modo que, dentro da lógica petista, não tem escapatória: logo logo vamos começar a importar também professores de Cuba.

Agora, se o critério é esse do quanto mais se gasta menos se tem, porque ninguém pensou ainda em importar governantes de Cuba? Ou será que é porque isso nós já temos?

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Saludos!

4 de julho de 2013 § 1 comentário

cuba

Trazer médicos de Cuba era a meta estabelecida que estava à espera de uma “solução“. Não o contrário.

Mais ou menos como esse plebiscito do PT…

Importar médicos? Vá lá. Mas…

4 de junho de 2013 § 2 Comentários

As pesquisas deram o alarme de que a qualidade da saúde vai ser uma das grandes pedreiras a serem escaladas para a reeleição de Dilma.

Nem precisava. O problema é eterno nestes Tristes Trópicos.

Mas, vá lá. É assim que a democracia funciona. O sinal é de que é preciso agir.

Entretanto, cuidado! Muito cuidado!

Filme sugerido por Salvador Mazzetto

O truque do mau político, seja ele o traficante de poder que explora engodos ideológicos ou o comerciante de falsos remédios fabricados pela demagogia, é colocar a verdade a serviço da mentira.

É assim que ambos enganam; é assim que um e o outro vendem o seu gato por lebre.

Faltam médicos no Brasil?

É verdade. E esperar que o nosso sistema educacional capenga atenda essa carência é condenar gente demais a morrer sem assistência.

Não ha tempo para nos darmos esse luxo.

Importá-los de Cuba como querem os traficantes de poder, ou da(s) Bolivia(s) como querem os falsificadores de remédios, no entanto, é trair o povo doente. Um crime contra a vida qualificado por toda a coleção de agravantes do Código Penal: é praticado de forma vil (a exploração da urgência e do desespero de um doente), por motivo torpe e sem dar à vítima oportunidade de defesa.

Filme sugerido por Carlo V.V. Gancia

É preciso importar médicos?

OK. Mas exame neles! Pelo menos tão rigoroso – senão mais – quanto o aplicado aos médicos brasileiros. E a cargo da mesma abalizada instituição a quem se confia essa tarefa aqui hoje e não de mais um órgão público venal e aparelhado ou, muito menos, de alguma ONG chapa branca engolidora de verbas públicas.

Deixar essa escolha nas mãos dos MSTs da vida ou do politiquinho cavador de votos ou dos empregados e militantes dos partidos no poder é de uma má fé criminosa pois não ha uma criança já em condições de andar sobre os próprios pés que alimente a menor ilusão de que o que eles esperam dos agentes cujo fervor premiam, só depois do beneplácito do governo cubano, para ir “aprender” no miserável fazendão dos Castro ou ao tecer loas à alta qualificação das escolas de medicina da zona cocaleira boliviana e outros grotões do mundo, seja, de fato, que seus protegidos curem os doentes do Brasil.

Ao contrário o que querem é fabricar muito mais desses desesperados para, seja com a moeda da revolta e do ódio, seja com a do tradicional “ajutório” entregue em mãos em véspera de eleição, seguir comprando votos bem baratinho.

an3

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