O teste da “democracia da Dilma”

18 de junho de 2014 § 1 comentário

a12O “movimento social” Guilherme Boulos “participando”

A “democratização dos meios de comunicação” que o PT advoga inscreve-se no mesmo espírito e nos mesmos métodos de execução dessa “democratização da democracia” que, apesar do seu jornal esforçar-se por ignorá-lo, está em pleno vigor no país desde que dona Dilma baixou o Decreto nº 8243, de 26 de maio passado, e permanecerá assim até que o nosso vigilante Congresso Nacional encontre uma brecha entre a Copa do Mundo e as eleições neste “ano sabático” que o PT escolheu para baixá-lo, para produzir e aprovar um Decreto Legislativo que revogue o da presidente.

As perspectivas para essa eventualidade não são nada animadoras.

a8A “sociedade civil” pessoal e intransferível de Guilherme Boulos (Itaquerão ao fundo)

A primeira medição de forças entre os representantes da sociedade civil paulistana eleitos por aquele método “careta” que o PT quer revogar, e a “sociedade civil” que atende aos chamamentos do Secretário Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, e priva da intimidade da chefe dele resultou, segundo todos os prognósticos, em que fosse devidamente remetido à lata de lixo o Plano Diretor elaborado pela Câmara Municipal de São Paulo para definir os princípios e limites que nortearão tudo que acontecerá no futuro da maior metrópole do país.

Ele foi substituído por outro, “democraticamente” redigido pelo próprio, para colocar dentro da legalidade as cinco invasões de propriedades alheias comandadas pelo senhor Guilherme Boulos, aquele do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto que veio para invadir “Sua Casa, Sua Vida” e transformar as cidades brasileiras naquela mesma ilha de segurança e tranquilidade que tem sido o campo, pelo Brasil afora, desde o advento do MST, o seu precursor rural.

a1O “movimento social” Altino dos Prazeres (Metroviários de São Paulo)

Tudo certo, aliás, pois está escrito nesse decreto que em propriedade invadida por “movimento social” – e o senhor Guilherme Boulos é um “movimento social” – nem o Supremo Tribunal Federal põe mais a mão, ainda que fosse o Supremo Tribunal Federal de antes da deserção de Joaquim Barbosa.

Somente nesse primeiro ensaio, portanto, revoga-se, junto com a Lei dos Mananciais – porque o mais importante dos que abastecem São Paulo está no caminho de uma das cinco invasões do “movimento” Guilherme Boulos – e o Direito de Propriedade, também o instrumento que faz as vezes da Constituição para nortear toda legislação que diz respeito aos espaços urbanos que 90% ou mais dos brasileiros habita hoje.

a4O exato momento da “elaboração participativa” do novo Plano Diretor de São Paulo

O Direito de Ir e Vir foi de troco nessa embrulhada já que o “movimento” Altino dos Prazeres, dos Metroviários, tem sido o ator coadjuvante da chantagem de Boulos sobre São Paulo.

Quanto ao “Guilherme Boulos” do setor de comunicações, ele se chama Franklin Martins, homem que, no passado, baixava sentenças de morte à revelia de condenados a serem sequestrados e/ou “justiçados” na rua, e o “MTST” dele que, conquanto ainda não marche por aí atravancando avenidas com hordas vestidas de vermelho e agitando bandeiras vermelhas para transformar num inferno a vida de quem tem de ir e vir para ganhar o pão de cada dia nas metrópoles brasileiras, é horda também e vareja ha tempos os caminhos da internet atacando “democraticamente” sites inimigos para tira-los do ar e promovendo “sequestros” e “linchamentos morais” de indivíduos que pensam diferente deles.

a00O “Poder Legislativo democrático” em sessão plenária

Como ainda está por ser consumada a execução do Plano Diretor de São Paulo em favor da receita “democrática” do “movimento social” Guilherme Boulos, e por ser enfrentada a eventual resposta do Congresso Nacional ao desafio do Decreto nº 8243, dona Dilma e seu fiel Gilberto, a quem o tal decreto atribui as prerrogativas todas dos nossos representantes eleitos, esse “movimento social” em particular foi chamado, entre uma invasão e outra, para uma conversa privada com os dois em Palácio, onde recebeu ordens de maneirar suas estripulias – especialmente na invasão do terreno vizinho ao Itaquerão que recebeu a abertura da Copa do Mundo – pelo menos até que os olhos da imprensa internacional, que tio Franklin ainda não controla, se desviem destes Tristes Trópicos.

Então sim, tudo poderá voltar ao “normal”, com a cidade batendo recordes sucessivos de engarrafamentos combinados com greves selvagens do metro e ataques a ônibus, todos “democraticamente” promovidos sob a devida proteção policial.

Quer dizer, isto se o PT permanecer no poder. Se ele perder a eleição então…

a000No cliché, a “imprensa democrática

 

A “zelite” da imprensa e o nosso Iraque tropical

16 de dezembro de 2011 § 2 Comentários

Ainda na semana passada eu fiz aqui um exercício público de ressuscitação da minha fé no poder da razão.

Mas o Brasil é jogo duro…

Anteontem os três jornalões traziam matérias sobre os números da criminalidade no país de Lula. Estavam qualhados de “nunca antes na história deste país”…

Um milhão e cem mil pessoas trucidadas nas ruas em 30 anos. 50 mil só no ano passado. 137 por dia. Mais que um Carandirú, com seus tímidos 111 mortos, a  cada 24 horas.

O conflito entre israelenses e palestinos, com seus 125 mil civis mortos em 53 anos, não nos chega aos pés. Ha 67 cidades brasileiras mais perigosas de se viver hoje do que no Iraque quando a guerra rolava quente.

Mas por mais que a realidade nos esbofeteie não tiramos conclusão nenhuma que altere o rumo das coisas.

Dos três jornalões que destacaram a carnificina brasileira em suas primeiras páginas, o único que lhe dedicou a manchete do dia – O Globo – é aquele que lidera a campanha para afirmar que tudo isso é culpa das vítimas e a solução é fazer passeatas “pela paz” e obrigar os cidadãos respeitadores das leis a desistirem de se defender e entregar as velhas armas enferrujadas esquecidas no alto de armários por seus pais e avós à honesta polícia do Rio de Janeiro para que isto aqui vire um céu.

A consideração elementar de que “as pessoas que, de boa fé, entregam as armas que têm ao Estado certamente não estavam pensando em usá-las para impor a sua vontade aos outros” e de que, inversamente, “os que têm esse objetivo não cedem ao apelo do Ministério da Justiça” segue sendo olimpicamente ignorada pela maior rede de televisão brasileira.

Deixem os criminosos em paz. Vamos é perseguir esportistas, colecionadores e outros degenerados notórios dessa laia.

Não ha como interpretar isso como fruto de boa fé.

E, no entanto, o grosso da jornalistada saliva pavlovianamente quando ouve o plim-plim, e repete o que seu mestre mandou indiferente aos trompaços da realidade.

A Rede Globo é especialmente fascinante no que diz respeito às questões de segurança pública, aliás. Ela e os jornais do grupo, com a maior tranquilidade e para o supremo escândalo deste escrevinhador que já o registrou tantas vezes aqui, tecem, volta e meia, considerações judiciosas sobre o interesse ou não de se levar as ocupações de territórios em poder do crime organizado além do “cinturão de segurança” em torno do estádio do Maracanã e dos caminhos entre o aeroporto internacional do Galeão e ele, e dele para a Zona Sul, por onde estará transitando em breve, aquele tipo de “inglês” que “vê” e para quem é preciso mostrar que nós não somos um Afeganistão qualquer.

A plebe ignara que vive foram desse circuito que se arda entre traficantes e milicianos…

Outro mito que foi por água abaixo com os números divulgados anteontem, conforme lembra o comentarista Reinaldo Azevedo, “é aquele que procura relacionar violência com pobreza ou estagnação da economia: o índice de homicídios explodiu foi no Nordeste, a região que mais cresceu nos últimos anos“.

Mas que poder têm os fatos em Pindorama?

Aí juntam-se ao Globo também os dois jornalões paulistanos que têm feito um trabalho exemplarmente distorsivo e pusilânime para esconder com uma peneira o sol ofuscante do resultado do trabalho feito em São Paulo contra a impunidade dos policiais corruptos e para retirar de fato os bandidos das ruas.

O fim da impunidade garantida nas delegacias e a aplicação de regras comezinhas de corregedoria com um dedinho de coragem fizeram as mortes de morte matada caírem a 1/3 do que já foram ou 300% ao longo de dois períodos de governo neste Estado.

Mas ainda que esta seja uma daquelas rodrigueanas “verdades cristalinas que clamam aos céus”, na dita “imprensa séria”  é proibido admiti-lo por escrito.

Depois não sabem porque vivem uma crise de credibilidade…

É fácil entender a ação dos falsificadores profissionais de fatos ideologicamente enviesados que, no século passado, se infiltravam nas redações e nas universidades para, organizada e meticulosamente, abafar e distorcer as verdades que pudessem contrariar os seus dogmas e perturbar os seus planos de poder.

Com a ascensão do PT, porém, os chefes dessas células saíram de livre e espontânea vontade dos cargos que tinham nas maiores redações do país para constituir o Ministério das Comunicações e os Comitês da Verdade lulistas, ou para se integrar nos partidos políticos onde se homiziam ostensivamente, hoje, os chefes das milícias e do crime organizado, especialmente no Rio de Janeiro.

O núcleo “profissional” do chamado “Trio da Mordaça” que, desde o primeiro governo Lula, prega abertamente a instituição da censura à imprensa, por exemplo – constituído por Franklin Martins e Ruy Falcão sob a batuta de Jose Dirceu – saiu diretamente da direção de jornalismo da maior rede de TV brasileira quando sentiu que passou a haver “condições objetivas” para impor afirmativamente, de cima, o que antes nos intrujavam solapando a verdade por baixo.

Não foram “azelites”, donas desses órgãos de comunicação, que os tiraram de onde elas os tinham deixado permanecer por décadas para mentir, manipular, perseguir e aparelhar os centros de onde emanava a versão da história do Brasil que se tornaria oficial. Nunca perderam tempo em enfrenta-los porque estavam, como continuam até hoje, ocupadas com coisas mais importantes e “adultas” como contar dinheiro.

E isso certamente contribuiu muito mais do que poderiam ter feito esses disciplinados soldadinhos para transformar o Brasil neste Iraque tropical onde, ainda que os pobres vivam sob permanente fogo cruzado, as câmeras das TVs só apontam para os dedos que realmente apertam os gatilhos quando alguma bala perdida colhe um repórter da Globo.

Aprendendo a entender o PT

9 de novembro de 2010 § Deixe um comentário

Aos poucos o PT vai ensinando a gente a entender o PT.

Atente-se aos prolegômenos da montagem do governo Dilma.

Diziam o presidente Lula e sua galera que estavam aí para lutar pela ética na política. Uma vez “lá”, revelaram-nos que não eram exatamente contra a malversação do dinheiro publico que marca a política deste pais. O que os incomodava era a dispersão de forças entre os malversadores e o destino preferencial que se dava ao dinheiro publico roubado até então.

Trataram, assim, de organizar a bagunça. Antes de mais nada, a necessária dose de hierarquia. Perfilharam na sua bancada de sustentação política as 10 organizações que mais têm assaltado o pais e que até ha pouco chamavam criminosas e passaram a exercer eles próprios o comando, agora sim “socialmente orientado”, de uma maquina nacional de malversação de dinheiro publico muito mais rentável, organizada em moldes, digamos assim, federativos.

Ao fim de dois mandatos de inegáveis ganhos de produtividade na atividade “core” (de colher e repartir o nosso dinheiro) e à beira de um terceiro, o PT acena agora aos seus associados com a segurança de uma festa sem perspectiva de final e, em troca da paz entre os que antes disputavam o poder com ele, promete distribuir a cada um dos seus apoiadores, com critério rigorosamente proporcional, o quinhão correspondente aos votos aportados por cada um à organização sob comando unificado que passa a abrigar e proteger a todos.

Super democrático!

Desde a origem, aliás, a relação entre o PT e o grande publico tem sido marcada por confusões semânticas desse tipo.

Parte do que hoje constitui a nata dos seus quadros, por exemplo, subiu ao poder vendendo um retrospecto de heróis da liberdade.

Pura confusão!

Dizia o ministro Franklin Martins, assim como a presidente Dilma Rousseff, entre outros petistas menos notórios, que pegou em armas no passado para “combater a ditadura”. Mas, veja bem, não para combater qualquer ditadura. Para combater aquela ditadura e instalar no lugar dela outra ditadura, nos moldes destas com que, para escândalo do mundo civilizado e vergonha de tantos brasileiros, o seu líder e patrocinador vive se abraçando até hoje.

Para desempatar discussões, esses paladinos da liberdade lembram sempre os apuros que alguns deles passaram nas mãos de torturadores. Fica pois subentendido que são contra todo tipo de tortura.

Engano outra vez!

Preste atenção à discussão travada neste filme. Para se contrapor aos torturadores do lado de lá o hoje ministro e seus companheiros de armas seqüestraram um pacato diplomata que tinha contra si o fato de ser norte-americano, ameaçando assassiná-lo caso não fossem libertados os seus companheiros presos.

Seriam mesmo capazes de trucidá-lo a sangue-frio ou aquilo era apenas um blefe de rapazes idealistas encurralados pela ditadura? A resposta do ministro Franklin não deixa duvidas. E porque iriam tão longe? Porque “seguiam ordens”, ora (de Cuba onde todos foram treinados, talvez)! A mesma explicação dada pelos seus torturadores cuja lógica, preste atenção às suas palavras finais, Franklin Martins e os demais torturadores do lado de cá, mutatis mutandis, “entendiam perfeitamente”.

Tão perfeitamente que, até hoje, seu líder e patrocinador compara os presos cubanos por “crime de opinião” em greve de fome a assassinos e estupradores de crianças trancados nos presídios brasileiros.

Agora, com as “garantias” de praxe de que nada do que parece é, o ministro Franklin Martins instalou em Brasília o Seminário Internacional das Comunicações Eletrônicas e Convergência de Mídia. É a enésima tentativa de voltar ao tema do controle da mídia. Mas, segundo ele, o propósito do evento é só “preparar o projeto de regulamentação dos artigos 220, 221 e 222 da Constituição, que a presidente Dilma Rousseff enviará ao Congresso Nacional”. Esses artigos da nossa Constituição, que hoje o PT e seus aliados, majoritários na Câmara e no Senado, têm condições matemáticas até de revogar se assim quiserem, são os que garantem a irrestrita liberdade de imprensa de que ainda desfrutamos e reservam a atividade para brasileiros, como se faz em todo o mundo.

Diz o ministro que o propósito de tudo é alterar a legislação existente para ampliar a liberdade de imprensa e garantir a diversidade de opiniões que estaria ameaçada pelos proprietários dos meios de comunicação que “sujeitam as informações dirigidas ao publico, especialmente as que dizem respeito ao governo, aos seus interesses inconfessáveis”.

Quem lê o Vespeiro sabe que não tenho opiniões monocromáticas sobre esse assunto, apesar de ser sócio minoritário de uma empresa que publica jornais.

Mas acontece que a legislação como está hoje é a que garantiu ao atual ministro, assim que saiu da clandestinidade em que se jogou pelo radicalismo com que se dispunha a “convencer” a tiros quem discordava das suas opiniões, a oportunidade de militar como jornalista em todas as grandes redações privadas do pais, em especial aquela contra a qual se dirige hoje a mais explicita carga de ódio do governo que ele serve.

Foi no Globo que começou a carreira jornalística de Franklin Martins em 1985, logo depois da redemocratização. Em 1987 estava de coordenador político da sucursal de Brasília do Jornal do Brasil. Passou, depois, pelo SBT e pelo O Estado de S. Paulo. Voltou para O Globo onde foi repórter especial, colunista político (com liberdade para emitir opiniões diferentes das do jornal, portanto), editor de política e diretor da sucursal de Brasília. Era chancelada por ele a descrição que o jornal fazia do que se passava no mundo da política nacional. Passou, então, pelo Jornal de Brasília e pelas revistas Republica e Época. Finalmente, caiu na Rede Globo de Televisão onde foi sucessivamente, por oito anos, comentarista político (na rede aberta, na GloboNews e na rádio CBN). Foi ainda comentarista político da Radio e TV Bandeirantes.

 

Antes de se tornar político, manteve uma coluna no portal IG, uma operação jornalística ilegal da Portugal Telecom, a mesma empresa estrangeira que está por trás de uma rede de jornais também ilegal (violam a exigência de 70% de capitais brasileiros já que tem 100% de capitais portugueses), publicados por uma editora com marca de fantasia da qual a esposa do companheiro Jose Dirceu é “diretora de marketing”. A mesma Portugal Telecom que, graças aos préstimos do presidente da Republica em pessoa, tornou-se sócia da Oi, a maior telefônica brasileira, fabricada pelo governo Lula mediante legislação especialmente escrita para a ocasião e a injeção de bilhões de reais a fundo perdido do BNDES entregues a “empresários” sem nenhuma relação com esse ramo de atividade mas dóceis aos planos do PT para o setor.

Até hoje é no transgressor IG que o ministro das Comunicações do governo Lula hospeda o seu site.

Hoje Franklin Martins cuida da distribuição nacional das verbas de publicidade do governo. Fora dos mercados mais avançados de São Paulo, Rio de Janeiro e o Sul do pais, onde a imprensa independente é sustentada por publicidade privada, rádios, jornais e televisões sobrevivem ou morrem em função do acesso que lhes é dado ao dinheiro da propaganda do governo federal e suas estatais.

Mesmo assim, sem nunca ter tido de mudar ou esconder suas marcadíssimas opiniões ao longo de tão movimentada carreira, o ministro Martins julga que ha pouca democracia na imprensa independente brasileira e que a maneira de oxigená-la com mais diversidade e tolerância é armando a mão de um órgão governamental ou para-governamental para avaliar o que, dentro do que ela publica, condiz com “A Verdade”. Expediente semelhante aos que têm garantido a “livre expressão da verdade” nos países centro e sul-americanos que desfrutam do irrestrito apoio da política externa do lulismo como a Argentina dos Kirshner, a Venezuela de Hugo Chávez, a Bolívia de Evo Morales ou a Cuba dos irmãos Castro.

Para esta cruzada pela democracia, resta registrar, o ministro Martins abriu mão dos canais consagrados da democracia representativa onde todos nos opinamos. Deu preferência às reuniões só para convidados organizadas pelo PT, onde “representantes da sociedade civil” escolhidos por ele são chamados a dar subsídios para a reformulação do que nossa Constituição determina a respeito de liberdade de imprensa.

Cheira bem, não é mesmo?

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