Dilma, a ininteligível, e a delação

30 de junho de 2015 § 78 Comentários

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Sobre delações, que foi o tema do dia das estapafúrdias desinteligências com que dona Dilma nos brinda cotidianamente ontem, cabe lembrar que, no mundo do crime, que é o caso em tela, é o delatado que é o “torturador” que aterroriza e tortura para evitar ser delatado e, mais adiante torna-se o carrasco, que pune com a morte o delator que entregou os comparsas à lei.

Como ela viveu sempre nessa fronteira pouco nítida do “crime político”, onde assassina-se gente desarmada em nome da “justiça”, perdeu a condição de distinguir as coisas.

Normal, portanto, que confunda os delatores dos crimes de lesa pátria, lesa democracia, lesa Petrobras e lesa povo do PT com o delator de Tiradentes, aquele que foi “justiçado” por se rebelar contra um esbulho de meros 20% de imposto que o Estado queria impor ao Brasil naqueles tempos ingênuos de governantes que se contentavam com merreca.

Já a tentativa de confundir a extorsão denunciada com contribuição voluntária legalmente registrada, é menos perdoável. Nesta não ha o que confundir; é só sacanagem mesmo.

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