O último trem para a democracia

16 de setembro de 2015 § 32 Comentários

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Artigo para O Estado de S. Paulo de 16/09/2015

Contribuição do setor público” onde nenhum emprego ou aumento de salário se perdeu ou recuou nos últimos 515 anos e hoje nos custa 40% do PIB ou R$ 2.500.000.000.000,00 (dois trilhões e quinhentos bilhões de reais): R$ 10,5 bi em aumentos de quadros e salários “previstos mas adiados”; a promessa – “agora sim!” – de cumprir as leis que nenhuma polícia impõe sobre tetos de salários e gastos com mordomias indecentes; talvez um troco com o “remanejamento” do nada para coisa nenhuma dos funcionários hoje parasitando a dezena mais inútil daqueles mistos de ministérios e postos de tocaia do dinheiro público com que compra-se a “governabilidade” que não há, se e quando forem mesmo extintos.

Corte mesmo, nenhum.

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Esforço adicional” exigido do contribuinte “para compensar a redução da arrecadação” resultante do estágio terminal a que a carga de impostos anterior o levou: mais R$ 32 bi em impostos novos da espécie mais tóxica que há; outros R$ 13 bi com reversão de isenções concedidas para dar sobrevida a setores moribundos da economia; 30% daquilo que você construiu ao longo da vida e for obrigado a vender para pagar essa conta; outros R$ 10 bi, ditos “gastos públicos” mas tomados à cova com palmos medida que cabe ao povo no trilionário latifúndio do orçamento federal na forma de gastos com casas populares, saude pública e financiamento agrícola.

Cada tostão desse “esforço adicional” seria pago com empregos e salários cessantes e tragédias familiares crescentes pelo “Brasil real” afora para que o “Brasil oficial” não tenha de deslocar-se um milímetro da sua zona de conforto.

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Ok. Mas, posta de lado a indecência da proposta, esse sacrifício todo resolveria alguma coisa?

Como o que nos jogou no buraco foram o caos institucional e os impostos necrosantes que nos custam o crescimento explosivo dos privilégios dos parasitas do estado, não é aumentando a carga de casuísmos e impostos necrosantes que vamos sair dele. Ao contrário; isto vai acabar de nos matar.

O país inteiro está careca de saber disso mas como, para além da força do hábito de pensar pelo avesso aprendido nas escolas e na mídia, já não há brasileiro que não tenha um privilegiozinho para chamar de seu ou um pai, um filho ou um parente próximo vivendo do estado para pressioná-lo nesse sentido, sua língua continua travada.

Chegou a hora de destravá-la para gritar as verdades que já são tão evidentes que têm feito tremer até a mão do carrasco.

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Acabou! Não dá mais! O Brasil ultrapassou por longe a capacidade máxima da sociedade de sustentar o estado. As forças produtivas estão em desagregação e não existe alternativa senão voltar atrás todo o caminho percorrido no escurinho da falsificação sistemática de dados e o muito mais, em matéria de aliviamento de pesos, que a permeabilidade da globalização tornou imprescindível à sobrevivência de toda e qualquer economia nacional.

É fazer ou morrer!

Não há “despesas incomprimíveis”, o que há são privilégios medievais sustentados por normas medievais impostas pelos próprios privilegiados, que cairão por terra assim que decidirmos que têm de cair.

Isso e só isso pode mudar as expectativas.

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É mentira que, como no passado, roubando-nos a todos “por baixo”, pela desvalorização da moeda, o governo acabará por conseguir uma saída pelas exportações. China, Europa, Colômbia, México e tantos outros dos que concorrem conosco por um lugar ao sol da globalização também desvalorizaram suas moedas mas não aumentaram seus impostos que já eram muito mais baixos que os nossos. E eles têm a tecnologia, as estradas e ferrovias, os portos e aeroportos que nós trocamos por mais ministérios, mais “ajutórios” a marajás do Judiciário e do Legislativo, mais “cargos comissionados”, mais “bolsas” de comprar eleições e outras “despesas incomprimíveis” dessas mesmas qualidade, justiça e importância estratégica, além de viverem a anos luz de distância de qualquer coisa que se pareça ao hospício burocrático em que estão condenados a operar o produtor, o contribuinte e o exportador brasileiros. Isso para não falar no completo desarmamento jurídico a que foi reduzido o empregador deste país, hoje inerme diante do assalto sistemático da “justiça trabalhista” que Getulio Vargas criou para corromper a sociedade brasileira desde o chão.

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É mentira que qualquer coisa de essencial ou mesmo de importante se vá perder se fizermos a coisa certa. Não é vinculação de gastos a porcentagens do PIB nem aumentos automáticos de salários e aposentadorias sem contribuição que resolvem problemas como o da qualidade da saúde, da educação e do serviço público em geral; é “meritocracia”, aquilo que é impossível instituir mantida a estabilidade no emprego pervertida que ha hoje não para proteger mas para lesar o interesse público, a começar pelo do funcionário que trabalha. Na verdade, nada começa a ser consertado neste país antes que seja corrigida essa perversão que está na raiz de toda a corrupção que nos devora e quebrada a cadeia do empreguismo, da impunidade e da cumplicidade com o crime que hoje é o eixo em torno do qual tudo gira no “serviço público” brasileiro.

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Não é com os 60 milhões de pagamentos mensais feitos de mão em mão pelo governo que se vai mitigar a miséria e resgatar a dívida moral da nação. Ao contrário, manter 120 milhões ou metade da população brasileira, contado apenas um dependente por “recebimento”, sob aquilo que José Dirceu definiu textualmente como “suborno eleitoral” para Hélio Bicudo, o fundador do PT que protocolou na Justiça um processo de impeachment contra Dilma Rousseff, vai mas é destruir para sempre essa esperança.

Chegou a hora da verdade. Muito além do limite, é daqui que, ou o Brasil salta de volta para a democracia onde a lei é uma e vale para todos, ou mergulha de vez no ralo argentino.

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Olha isso!

15 de maio de 2014 § 2 Comentários

Sabe qual é a explicação?

Essa aqui, ó:

 Eleição 

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51% escravos

23 de dezembro de 2013 § 10 Comentários

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As pessoas fingem que não sabem disso, mas é só fingimento. Trata-se de uma lei da natureza. Diz o seguinte: todo dinheiro sob a guarda do Estado será objeto de roubalheira. A roubalheira será tanto maior quanto maior for a conta estatal.

A Previdência é a maior conta sob controle do Estado. Logo é na Previdência que se dá a maior roubalheira do Brasil.

Pode parecer curioso que o maior número de pessoas que finge duvidar dessa lei esteja entre as mais ilustradas. Nas hostes do povão não ha rigorosamente ninguém que alimente ilusões sobre mais esse “fato da vida“. Mas isso é perfeitamente natural. É que a esmagadora maioria dos ladrões do dinheiro que o Estado confisca está entre as pessoas ilustradas enquanto o povão, especialmente o lá de baixo, é que é sempre o mais roubado. Uns têm, portanto, “razões objetivas” para negar o óbvio enquanto os outros as têm de sobra para fazer o contrário.

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A Academia, originalmente sustentada pelo Estado, é quem cuida de elaborar e difundir aquela complicada argumentação que “justifica” esse tipo de esbulho. É um arranjo multicentenário, tratado desde os tempos em que se estabeleceu o consenso geral de que pelo menos o esbulho que se admitia como tal e era feito pela força bruta, a ponta de espada e em troca da vida, tinha de cessar. Passou a ser necessária uma justificativa mais elaborada para essa forma de parasitismo.

Durante algum tempo até a gente de boa fé acreditou nas novas justificativas elaboradas pela Academia. Mas os fatos se encarregaram de revelar a verdade em toda a sua nudez.

Assim, os poucos que se organizaram para tanto tomaram as providências possíveis. O resto segue enredado em armadilhas “legais” embora saiba que é disso que se trata. Construiu-se, até, um aparato multibilionário para vender, no mundo todo, a fuga dessas armadilhas. Mas só uns poucos podem pagar para usá-lo.

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O resto divide-se em duas categorias: há os que engolem a sua indignação em seco, na zona intermediária, e ha os que não reagem ao esbulho porque as migalhas do butim mantêm o seu nariz um dedo acima da linha do afogamento na miséria e, portanto, não se podem dar o luxo de fazer marolas.

Mas ninguém está seguro. Não haverá nunca remédio que cure definitivamente a doença. O homem tende para a exploração do homem com a mesma insidiosa persistência com que a água penetra nas frestas para vazar do que quer que tente contê-la.

Havendo uma teta ela será mamada”. É a inexorável lei da natureza. Só se controla essa praga, portanto, restringindo-lhe o habitat, ou seja, suprimindo-se as tetas.  É por isso que as democracias dignas dessa qualificação são aquelas que limitam ao máximo a quantidade de dinheiro sob a guarda do Estado e atribuem a quem suou para ganhá-lo a tarefa de cuidar de investir o seu próprio para o futuro e que as sociedades vivendo nessas democracias são as únicas que conquistaram a superação da miséria.

O resto são variações do mesmo tema…

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Esta semana O Globo levantou a pontinha do tapete debaixo do qual esconde-se a mãe de todas as roubalheiras do Brasil. Falou-se em R$ 78 bilhões de prejuízo apenas nas contas relativas às aposentadorias do funcionalismo estadual e municipal, mas a realidade é, certamente, muito maior que isso.

Os caminhos são os de costume neste país do sexo explícito onde Sherlock Holmes ficaria desempregado já que tudo é feito à vista de todos e não ha nada por descobrir; o que ha é só insuficiência de jornalistas para relatar as falcatruas todas.

O segmento examinado pelo repórter do Globo constitui-se de umas duas mil “entidades” que “administram” a poupança para a aposentadoria de cerca de 10 milhões de funcionários estaduais e municipais. E é o escracho de sempre: uns poucos bilhões são desviados para tapar os rombos nas contas desses governos e prefeituras (possivelmente abertos por outras formas de roubalheira), mas o grosso é diretamente embolsado pelos encarregados da guarda desse dinheiro mediante a “aplicação” do balúrdio em “fundos” e “bancos” fajutos, alguns enquanto sob intervenção do Banco Central, conhecidos dos políticos, do Ministério Público, da polícia e até do Supremo Tribunal Federal.

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No caso em questão apurou-se que os criminosos – “empresas” e indivíduos – são os mesmos que intermediaram o Mensalão.

A mesma quadrilha cujo “chefinho”, excepcionalmente preso na Papuda, teve o contrato social da sua empresa – a JD (de José Dirceu) Assessoria, que vende “acesso” aos cofres federais sob a guarda do “chefão” – alterado cinco vezes ultimamente, aí incluídos os registros que ela fez na mesma lavanderia internacional de dinheiro do crime organizado de Ciudad del Panamá em que estava registrado o hotel que tentou “contratá-lo” por R$ 20 mil por mês para que ele fizesse jus ao regime semi aberto de prisão e que, a partir dessas revelações, suspeita-se que possa pertencer a ele próprio, conforme revelou a edição de ontem do Estadão.

Mas – descontados esses chutes no estômago da Suprema Corte diante da Nação inerte que anunciam que o pior ainda está por vir, e logo! – as últimas revelações desses dois jornais ainda não passam de migalhas.

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Uma das provas mais contundentes da lassidão dos esfíncteres do brasileiro médio, acostumado ao estupro sistemático desde que nasce a ponto de não mais se aperceber das violências sofridas, é essa estatização não só da Previdência do funcionalismo mas de toda a poupança nacional, sem exceções.

No mundo inteiro o dinheiro que financia o desenvolvimento é o dinheiro que as pessoas poupam para se sustentar na velhice. Essa poupança de longo prazo busca naturalmente a segurança de rendimento que se espera dos grandes equipamentos infra estruturais de toda economia, base de sustentação de toda riqueza produzida.

Aqui, todo esse dinheiro é automática e diretamente confiscado pelo Estado. Aqueles que o produzem nunca chegam a por as mãos nele em momento algum de suas vidas. E, como estamos testemunhando neste preciso momento, nem um tostão dele se transforma em infraestrutura. Quando é necessário reformá-la para que não morra a galinha dos ovos de ouro, é mediante a contratação de dívidas que temos de faze-lo.

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Você já leu um milhão de matérias escritas para provar que o brasileiro é um perdulário que gasta tudo que produz e “não poupa nada” e que esta é a principal explicação para a nossa pobreza crônica. Mas isso é muito mais que meia mentira.

A verdade inteira é que este é o único país do mundo onde mais da metade do salário de cada trabalhador é diretamente apropriado pelo Estado, sem nunca passar pelas mãos de quem suou para ganhá-lo, com exceção da Cuba dos Castro e quejandos onde o regime é o que dona Dilma endossou recentemente quando “contratou” os “médicos” da Ilha pagando aos legítimos donos desses súditos mais de 80% do salário que lhes foi nominalmente atribuído.

Cada salário pago no Brasil custa outros 102% (na média) a quem o paga. Quem trabalhou por ele recebe apenas 49% da riqueza que produziu, portanto. O Estado brasileiro é, consequentemente, o sócio majoritário da mais valia de todo trabalhador deste país.

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Ainda que se desconte desse todo o que é desviado para tornar as aposentadorias públicas 36 vezes, em média, maiores que as privadas, o que volta dessas contribuições de toda uma vida ao seu legítimo proprietário é de monta a acarretar ao “administrador” de tal bolada mil anos de prisão até mesmo sob a esgarçada legislação brasileira, se fosse exigida dele a performance mínima que a lei exige de qualquer seguradora privada.

Trata-se de cotidiano assalto a mão armada que ocorre por cima dos outros assaltos a mão armada que se sofre nas ruas quase todos os dias. O maior de todos.

E, no entanto, ninguém já sequer o menciona neste “país sem pobreza”.

Os historiadores do futuro se lembrarão desse confisco como o prolongamento da escravidão de que fomos o último país do Ocidente a nos livrar. Ou melhor, a pensar que nos livramos pois continuamos 51% nas mãos dos mesmos feitores de sempre.

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Uma dúzia de desaforos

11 de dezembro de 2013 § 2 Comentários

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Repare o ar triunfante de Fernando Collor de Mello.

Para crimes de corrupção torna-se “de mãe” o coração do PT.

O próprio espírito do Ubuntu: “Eu roubo porque todos nós roubamos. Eu só posso continuar roubando se todos nós continuarmos impunes”.

Vá se acostumando, Madiba velho! Sua história já não é mais sua. Seu texto, agora, é “wiki”…

No mais o partido é muito rigoroso. Para todas as outras categorias de crime segue valendo mestre Getulio: “Para os amigos, tudo; para os inimigos, a lei”.

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Não ha nenhuma lei de vigência universal impondo o dólar como a única moeda confiável do planeta. Os povos rapelados do mundo é que insistem em não acreditar em nenhuma outra.

Dá-se o mesmo com esse negócio da “hegemonia dos EUA nas Américas” que dona Dilma, ao lado de Raul Castro, disse lá na África do Sul que não admite mais: não são eles, que têm lá as suas chinas com que se haver, que se levantam contra nós; somos os cucarachos que, de livre e espontânea vontade, não paramos de nos rebaixar.

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Diplomas de medicina são vendidos por entre 90 e 180 mil reais pelo Brasil afora, segundo materia especial mostrada pela Globo ontem de manhã.

Pra que tanto!?

Entrando na campanha da Dilma o cara ganha um jaleco branco e sai dando diagnósticos e emitindo receitas por aí de graça.

Principalmente se falar espanhol…

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Benedito Rodrigues de Oliveira Neto, dono da casa que foi o QG da campanha da Dilma em 2010, contrata Erenice Guerra, ex-Casa Civil da “presidenta“, exonerada a bem do serviço público, para defende-lo no TCU em processo por superfaturamento em serviços prestados para o governo federal.

Cuidado! Isso dá AIDS!

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O Facebook e o Google puxando um protesto mundial contra a espionagem na rede é como a dona Dilma, do PT da revanche, encomendando a alma de Nelson Mandela, o pai do perdão.

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Pais rico faz metro; país pobre faz VLT suspenso, poluindo a paisagem.

Fernando Haddad, o petista bonitinho, nem isso: põe os trens no chão, dividindo a rua com os automóveis na porrada mesmo.

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Um dos vascainos daquela pancadaria ja tinha matado um (com certeza, talvez dois) a pau e a ferro em estádios de futebol.

É o de sempre: não ha crime bárbaro no país que não tenha sido cometido por bandido preso pela policia e solto pela Justiça.

PS.: Também foi filmado distribuindo coices pelas arquibancadas um funcionário do governo do Paraná que, quando vereador, fez uma lei obrigando ao cadastramento de torcedores violentos. Quer dizer: de leis “as mais avançadas do mundo” o inferno brasileiro está cheio.

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Acabou a moleza!

Prepare os seus filhos. Os shoppings vão ficar iguais às ruas. Neste país sem culpados a moda dos “rolêzinhos” tem tudo para pegar!

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Tem uma briga rolando na Justiça. Os aposentados do Banco do Brasil merecem só 30 ou 45 mil reais por mês?

O Banco do Brasil tem 118-mil-a-po-sen-ta-dos!!! Quanta gente tem na ativa ninguém sabe. E, veja bem, todos fazem parte daquela turma que milita no PT e é vítima da “zelite”…

Por coincidência o maior empregador do pais aqui fora também é um banco: o Bradesco inteiro tem modestos 83 mil funcionários, todos tra-ba-lhan-do.

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O presidente do Cade e sobrinho do Secretário Geral da Presidência da Republica, Vinicius Carvalho, anunciou uma “desfiliação retroativa” (a 16 de maio de 2008) do PT.

O sobrinho de tio Gilberto é aquele que costurou o acordo de delação premiada com o misterioso Everton Rheiheimer, da Siemens, para acusar vivos e mortos do PSDB e, a partir de agora, passa a te-lo feito despido de qualquer paixão partidária. Antes de ganhar o Cade ele trabalhava para o deputado Simão Pedro, o tal Secretario de Serviços (?!) de Fernando Haddad que disse e depois desdisse que foi ele que entregou a denuncia do alemão pra mídia, digo, pra polícia.

Depois de descobertas essas conexões, toda essa história contada pelos petistas também “retroagiu“. Aí o ministro da Justiça em pessoa assumiu que foi ele que desovou o pacote.

Foi então que descobriram que a tradução da “confissão” de Rheiheimer foi falsificada para enfiarem lá os nomes dos peessedebistas que não estavam no original. Será que Jose Eduardo Cardoso também vai retro-agir?

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Romeu Tuma Jr. está lançando um livro para mostrar como funcionava a fabrica de dossies do PT (aquela dos “alaoprados”) que ele estourou. Também faz revelações sobre como os recursos arrecadados pelo falecido prefeito Celso Daniel, de Santo André (9 tiros no rosto) foram parar na campanha eleitoral do PT.

Secretario Nacional de Justiça do primeiro governo Lula, Romeu Tuma Jr. foi “fuzilado” logo depois de desvendar a falcatrua com a exibição de uma gravação de uma conversa sua com Li Kwok Kwen, chefão do contrabando de quinquilharias chinesas da 25 de Março e arredores a que algum jornal da época “teve acesso”…

O livro chama-se “Assassinato de Reputações” e o autor indiscutivelmente entende do assunto.

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a00Deus e o mundo estão na lista dos embarcados na roubalheira que rolava debaixo das asas de Gilberto Kassab.

Agora, ele mesmo o único roubo que confessa é o de deputados de partidos alheios. Mas como vender governabilidade pode…

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