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8 de março de 2015 § 18 Comentários

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24 de janeiro de 2015 § 6 Comentários

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Deliverance: a lenda e a realidade

20 de julho de 2014 § 5 Comentários

A história que circula pela rede diz o seguinte: 

O filme Deliverance (Amargo Pesadelo) estava sendo rodado no interior dos Estados Unidos. O diretor fez a locação de um posto de gasolina nos confins do mundo, onde aconteceria uma cena entre vários atores contracenando com o proprietário do posto onde ele também morava com sua mulher e filho (este era autista e nunca saía do terreno da casa).

Num dos cortes para refazer a cena do abastecimento, um dos atores que sendo músico sempre andava acompanhado do seu instrumento de cordas aproveitando o intervalo da gravação e já tendo percebido a presença de um garoto que dedilhava um banjo na varanda da casa aproximou-se e começou a repetir a sequência musical do garoto.

Como houve uma resposta “musical” por parte do garoto, o diretor captou a importância da cena e mandou filmar.

O que se seguiu é antológico.

Atentem para alguns detalhes:

– O garoto é verdadeiramente um autista;
– Ele não estava nos planos do filme;
– A alegria do pai curtindo o duelo dos banjos… Dançando
– A felicidade da mãe captada numa janela da casa;
– A reação autêntica de um autista quando o ator músico quer cumprimentá-lo. .

Repare na expressão dele.

O garoto brilha, cresce e exibe o sorriso preso nas dobras da sua deficiência, que a magia da música traz à superfície.

Depois, ele volta para dentro de si, deixando a sua parcela de beleza eternizada “por acaso” no filme “Amargo Pesadelo” (Ano: 1972).

… No filme a presença dos atores John Voigt e Burt Reynolds

Mas o leitor Edmilson Siqueira indica o site Crônica Autista onde se afirma o seguinte:

Amargo Pesadelo (Deliverance) é um filme de 1972 dirigido por John Boorman, baseado no romance de mesmo nome escrito por James Dickey. O escritor aparece no filme, no papel de um xerife.

A cena do Duelo de Banjos não é “real”. O jovem (na época, com 16 anos) Billy Redden foi escolhido na sua escola, Clayton Elementary School, devido a sua aparência, mas não é autista, nem tem qualquer outra deficiência. Ele não sabia tocar banjo e, assim, foi usado um truque de filmagem – um músico se posicionou atrás dele e tocou o banjo por dentro das mangas de sua camisa. Foi usada maquiagem para fazê-lo parecer mais “esquisito”. Além disso, a cena estava nos planos do filme, pois o personagem Lonnie, com deficiência intelectual, está presente no livro que inspirou o filme.

A wikipedia o apresente como um ator americano, mas Billy trabalha na lanchonete em que é um dos proprietários em sua cidade natal, Clayton, na Geórgia.

Jon Voight, que atuou no filme, o descreveu como tendo “um desequilíbrio genético” e sendo um “camarada muito falante”.

Somente em 2003 Redden reapareceu em um filme, Peixe Grande “Big Fish”, de Tim Burton. Em 2004, apareceu no programa Blue Collar TV.

Por favor, divulgue esta informação, para tentarmos minimizar o impacto negativo que tem a ideia de que todo autista é “superdotado”.

Quando a fama custava mais que 15 minutos

3 de setembro de 2013 § 1 comentário

Filme sugerido por Neil Ferreira

O ano é 1955, o local, The Friar’s Club. James Cagney estava com 56 anos e Bob Hope com 52.

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