A CPI que o STF manteve antecipa a música de fundo da campanha eleitoral
31 de março de 2026 § Leave a comment


A CPI do Crime Organizado, a única que o STF deixou sobreviver porque é controlada por maioria de senadores do PT e aliados, aprovou hoje a quebra dos sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático de Fabiano Campos Zettel, cunhado e braço direito de Daniel Vorcaro.
O pedido já havia sido aprovado em 11 de março, mas, desta vez, para evitar questionamentos do STF, como fez Flávio Dino com a quebra de sigilo de Lulinha, o filho milionário do presidente da República que também deixou ostensivas pegadas no terreno pantanoso do crime organizado na CPMI do INSS, a votação foi feita de forma nominal e separada.

Tendo em vista o volume de manchetes a serem produzidas ao longo da campanha eleitoral, a CPI do Crime Organizado também aprovou a convocação do ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e dos ex-governadores Ibaneis Rocha, do DF, e Cláudio Castro, do Rio, cujos 4.930.288 eleitores, 58,67% do total, acabam de sofrer um golpe para tirar seu representante eleito da reeleição e entregar o governo do Rio de Janeiro a Eduardo Paes, amigo e companheiro de farras carnavalescas de Lula.

Os senadores aprovaram ainda a quebra de sigilo de empresas e de José Carlos Oliveira, ex-ministro da Previdência (e do Trabalho) de Bolsonaro que foi também presidente do INSS entre novembro de 2021 e março de 2022.
Também serão chamados Renato Dias de Brito Gomes, ex-diretor do Banco Central, e Yan Felix Hirano, empresário de longa e velha ficha policial, suspeito de envolvimento com lavagem de dinheiro ilícito.
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