Será que alguém esperaria que um comparsa do crime institucionalizado fosse chefiar a PGR ou qualquer outra instituição brasileira e agir contra a quadrilha que “tomou o poder”?
Os golpistas atuais são os herdeiros da histórica grande farra dos governos republicanos, que NUNCA deixaram de lado uma só oportunidade de encher os bolsos com dinheiro público e escalar, o quanto mais alto pudessem, as escarpas do poder.
Os que alcançavam o pico, chegavam comprometidos com os muitos acordos que tiveram que fazer e eram obrigados a saciar a todos com mais e muito mais dinheiro público.
Nessa sanha voraz, formavam gangues e máfias que os apoiassem e essas se alastravam pelos estados e municípios, sugando tudo o que pudessem, sem serem molestados pela lei, pois todos estavam mancomunados em uma trama nacional de extorsão do Estado.
Como em qualquer ambiente dominado pelo crime, a sucessão presidencial sempre foi ordenada pela hierarquia de poder, sob pena de torneiras serem fechadas, fazendo com que o adicto definhasse em alucinante desespero, por síndrome de abstinência.
O vício do locupletamento com dinheiro público é incurável, pois parte do princípio de que o adicto não tenha educação, caráter, escrúpulos, nem muito menos maturidade. E, como qualquer criança birrenta, o escroque é insaciável, ególatra e capaz de trair inclusive comparsas, para fartar-se.
A quadrilha que “tomou o poder” no Brasil não é diferente do que acontecia anteriormente, apenas não leram Arsène Lupin e não sabem como procede um Ladrão de Casaca; roubam desavergonhadamente, sem disfarces, além de se associarem com outras organizações criminosas, agravando o já alto índice de criminalidade.
Para o CRIME INSTITUCIONALIZADO, quanto mais desestruturação social e vandalismo, maior a dependência da manada às suas ignomínias…
E o povo que se exploda… Já que não se organiza em uma revolta nacional, por falta de um líder disposto a acabar logo com essa pouca vergonha…
Mais que comprovado!
Será que alguém esperaria que um comparsa do crime institucionalizado fosse chefiar a PGR ou qualquer outra instituição brasileira e agir contra a quadrilha que “tomou o poder”?
Os golpistas atuais são os herdeiros da histórica grande farra dos governos republicanos, que NUNCA deixaram de lado uma só oportunidade de encher os bolsos com dinheiro público e escalar, o quanto mais alto pudessem, as escarpas do poder.
Os que alcançavam o pico, chegavam comprometidos com os muitos acordos que tiveram que fazer e eram obrigados a saciar a todos com mais e muito mais dinheiro público.
Nessa sanha voraz, formavam gangues e máfias que os apoiassem e essas se alastravam pelos estados e municípios, sugando tudo o que pudessem, sem serem molestados pela lei, pois todos estavam mancomunados em uma trama nacional de extorsão do Estado.
Como em qualquer ambiente dominado pelo crime, a sucessão presidencial sempre foi ordenada pela hierarquia de poder, sob pena de torneiras serem fechadas, fazendo com que o adicto definhasse em alucinante desespero, por síndrome de abstinência.
O vício do locupletamento com dinheiro público é incurável, pois parte do princípio de que o adicto não tenha educação, caráter, escrúpulos, nem muito menos maturidade. E, como qualquer criança birrenta, o escroque é insaciável, ególatra e capaz de trair inclusive comparsas, para fartar-se.
A quadrilha que “tomou o poder” no Brasil não é diferente do que acontecia anteriormente, apenas não leram Arsène Lupin e não sabem como procede um Ladrão de Casaca; roubam desavergonhadamente, sem disfarces, além de se associarem com outras organizações criminosas, agravando o já alto índice de criminalidade.
Para o CRIME INSTITUCIONALIZADO, quanto mais desestruturação social e vandalismo, maior a dependência da manada às suas ignomínias…
E o povo que se exploda… Já que não se organiza em uma revolta nacional, por falta de um líder disposto a acabar logo com essa pouca vergonha…
Até tu, PCO?