Quem conhece o livro 1984, de George Orwell sabe muito bem o que significam os termos novilíngua e o duplipensar.
A novilíngua tem o papel de resumir o vocabulário a oitocentos verbetes, quantidade insuficiente para se estruturar um raciocínio lógico (privando a todos de pensar).
O duplipensar institui a relativização desses verbetes, para que a interpretação seja dada pela propaganda do líder, para influenciar o imaginário popular, instituindo ideologias utópicas que satisfaçam a psicose social, gerada pelos próprios farsantes que a introduzem.
A etimologia das palavras deixa de ter qualquer valor ou significado inteligível (vide o exemplo de Paulo Freire, desde o MOBRAL).
Assim, a democracia será “relativizada” e poderá ser comunista, bem como o socialismo poderá ser democrático (como o faz a sociedade Fabiana). Assim como o fascismo/nazismo não passará de um xingamento aos “ditadores populistas” conservadores…
Sim, quem pensa em servir ao povo”, com transparência dos atos de governo, dando importância ao individualismo responsável ou a “mais Brasil e menos Brasília” é ridicularizado como “populista”, embora o significado que pretendem conferir à palavra não seja positivo, mas o de ludibriar o povo com demagogias, como fazem os que prometem mortadelas, picanhas, cervejinhas e água de pipas para o nordeste, com o vil intuito de conquistar o “voto de cabresto”.
Assim se cria a mixórdia retórica apropriada para os pilantras e escroques que desejam impor “narrativas” mentirosas.
Como diz o chefe dos mitomaníacos, “E a mentira se tornando verdade, você dá o gópi qui quizé”…
Algum jornalista investigativo pode fazer uma análise comparativa das últimas eleições presidenciais no Brasil, Venezuela, El Salvador, Cuba e Rússia focando no comportamento da Justiça e da mídia?
Quem conhece o livro 1984, de George Orwell sabe muito bem o que significam os termos novilíngua e o duplipensar.
A novilíngua tem o papel de resumir o vocabulário a oitocentos verbetes, quantidade insuficiente para se estruturar um raciocínio lógico (privando a todos de pensar).
O duplipensar institui a relativização desses verbetes, para que a interpretação seja dada pela propaganda do líder, para influenciar o imaginário popular, instituindo ideologias utópicas que satisfaçam a psicose social, gerada pelos próprios farsantes que a introduzem.
A etimologia das palavras deixa de ter qualquer valor ou significado inteligível (vide o exemplo de Paulo Freire, desde o MOBRAL).
Assim, a democracia será “relativizada” e poderá ser comunista, bem como o socialismo poderá ser democrático (como o faz a sociedade Fabiana). Assim como o fascismo/nazismo não passará de um xingamento aos “ditadores populistas” conservadores…
Sim, quem pensa em servir ao povo”, com transparência dos atos de governo, dando importância ao individualismo responsável ou a “mais Brasil e menos Brasília” é ridicularizado como “populista”, embora o significado que pretendem conferir à palavra não seja positivo, mas o de ludibriar o povo com demagogias, como fazem os que prometem mortadelas, picanhas, cervejinhas e água de pipas para o nordeste, com o vil intuito de conquistar o “voto de cabresto”.
Assim se cria a mixórdia retórica apropriada para os pilantras e escroques que desejam impor “narrativas” mentirosas.
Como diz o chefe dos mitomaníacos, “E a mentira se tornando verdade, você dá o gópi qui quizé”…
E agora José?
Algum jornalista investigativo pode fazer uma análise comparativa das últimas eleições presidenciais no Brasil, Venezuela, El Salvador, Cuba e Rússia focando no comportamento da Justiça e da mídia?
Qui quizé, aqui não MANÉ. Já temos as bandas de RAP a postos para combater.