A pretensão e vaidade de muitos dirigentes tem tudo a ver com despreparo e imaturidade intelectual.
Quase sempre, a fama e o histrionismo midiático acabam vencendo a guerra por votos, contra a responsabilidade, honestidade e a humildade do candidato mais adequado à função.
Infelizmente, o jornalismo exacerba esse mal, pois, desde Pulitzer x Hearst, o jornalismo se empenha em maquiar a notícia, torná-la mais “palatável” ou em tomar partido, para vender mais.
O jornalismo capaz, sério e investigativo, sempre acaba passando por um salão de embelezamento editorial e a causa some no nevoeiro das consequências escandalosas que vendem mais.
Sem essa formação de valor essencial para que o jornalismo cumpra o seu papel democrático, ele não passará de uma revista de manchetes, ou de fofocas, capaz, inclusive, de inspirar as mais antagônicas conclusões e fomentar dissensões sociais graves.
Assim como o eneadáctilo de cá, Donald Trump também sabe representar para o público, embora ambos ajam diferentemente nos bastidores do poder.
A pose, as palavras e a encenação que mais influenciarão o imaginário coletivo é o que conta…
E isso não é de hoje… o imperador Adriano convidou todas as autoridades e pessoas influentes de Roma, para a inauguração de um novo palácio.
Tudo foi cronometrado para acontecer no dia, hora e minuto exatos em que o sol entraria por um furo estratégico na abóboda e iluminaria sua chegada triunfal.
Os presentes consideraram aquela “coincidência” como um sinal de apoio divino ao imperador e nem criticaram os custos do empreendimento…
Quando foi que algum mandatário falou com total transparência para o público?
O povo é sempre o último a saber…
A pretensão e vaidade de muitos dirigentes tem tudo a ver com despreparo e imaturidade intelectual.
Quase sempre, a fama e o histrionismo midiático acabam vencendo a guerra por votos, contra a responsabilidade, honestidade e a humildade do candidato mais adequado à função.
Infelizmente, o jornalismo exacerba esse mal, pois, desde Pulitzer x Hearst, o jornalismo se empenha em maquiar a notícia, torná-la mais “palatável” ou em tomar partido, para vender mais.
O jornalismo capaz, sério e investigativo, sempre acaba passando por um salão de embelezamento editorial e a causa some no nevoeiro das consequências escandalosas que vendem mais.
Sem essa formação de valor essencial para que o jornalismo cumpra o seu papel democrático, ele não passará de uma revista de manchetes, ou de fofocas, capaz, inclusive, de inspirar as mais antagônicas conclusões e fomentar dissensões sociais graves.
Também é verdade…
Assim como o eneadáctilo de cá, Donald Trump também sabe representar para o público, embora ambos ajam diferentemente nos bastidores do poder.
A pose, as palavras e a encenação que mais influenciarão o imaginário coletivo é o que conta…
E isso não é de hoje… o imperador Adriano convidou todas as autoridades e pessoas influentes de Roma, para a inauguração de um novo palácio.
Tudo foi cronometrado para acontecer no dia, hora e minuto exatos em que o sol entraria por um furo estratégico na abóboda e iluminaria sua chegada triunfal.
Os presentes consideraram aquela “coincidência” como um sinal de apoio divino ao imperador e nem criticaram os custos do empreendimento…
Quando foi que algum mandatário falou com total transparência para o público?
O povo é sempre o último a saber…
Povo? isso existe? são todos gado caminhando atrás de grama, não disse grana, mas sim grama, pois grana só tem quem tem puder.