Desde 1922, quando o Brasil já estava cansado de regimes autoritários, os socialistas/comunistas pregavam a liberdade pela igualdade, os artistas da Semana de Arte Moderna aderiram e até Juarez Távora marchou ao lado de Luiz Carlos Prestes…
O mesmo ocorreu em todo o planeta. Era a glorificação do homicida movimento revolucionário de 1917, na Rússia.
Só que não disseram para os desavisados que o autoritarismo se tornaria totalitarismo radical, comandado por um tirano e a Nomenklatura do Politbüro…
Assim, algum tempo depois, os jovens conheceram as drogas e outras licenciosidades, que os ajudaram na imunização cognitiva total, aceitando de bom grado a tal da contracultura, como redentora de uma “humanidade perdida”.
Usaram camisetas com o rosto de um assassino psicopata e aceitaram as lideranças de outros odientos e sanguinários, mundo afora.
Como somos macacos de imitação do que há de pior no mundo, aceitamos o aumento do poder do Estado e nos regozijamos pela cômoda e indolente submissão ao Estado, a cada dia mais totalitário.
Nesse ambiente de total submissão, o Estado manipulador já não vê necessidade de orientação ideológica pelo ensino e o substitui pelo reles adestramento.
Basta ouvir a atual ministra da Cultura e acompanhar os atos do ministro da Educação para se ter a certeza de que o ensino e a cultura brasileiras estão no esgoto…
Com os índios aprenderíamos mais!!
Matou a pau…
Desde 1922, quando o Brasil já estava cansado de regimes autoritários, os socialistas/comunistas pregavam a liberdade pela igualdade, os artistas da Semana de Arte Moderna aderiram e até Juarez Távora marchou ao lado de Luiz Carlos Prestes…
O mesmo ocorreu em todo o planeta. Era a glorificação do homicida movimento revolucionário de 1917, na Rússia.
Só que não disseram para os desavisados que o autoritarismo se tornaria totalitarismo radical, comandado por um tirano e a Nomenklatura do Politbüro…
Assim, algum tempo depois, os jovens conheceram as drogas e outras licenciosidades, que os ajudaram na imunização cognitiva total, aceitando de bom grado a tal da contracultura, como redentora de uma “humanidade perdida”.
Usaram camisetas com o rosto de um assassino psicopata e aceitaram as lideranças de outros odientos e sanguinários, mundo afora.
Como somos macacos de imitação do que há de pior no mundo, aceitamos o aumento do poder do Estado e nos regozijamos pela cômoda e indolente submissão ao Estado, a cada dia mais totalitário.
Nesse ambiente de total submissão, o Estado manipulador já não vê necessidade de orientação ideológica pelo ensino e o substitui pelo reles adestramento.
Basta ouvir a atual ministra da Cultura e acompanhar os atos do ministro da Educação para se ter a certeza de que o ensino e a cultura brasileiras estão no esgoto…