Nossos tributos são coisa de maluco, uma colcha de retalhos sem pé nem cabeça. Isenções para todo lado, não há equidade nenhuma. Agora, apoiar esta reforma que a única promessa seria a simplificação da cobrança de alguns tributos em troca da centralização das receitas em Brasília, nas mãos dos vampiros, é uma loucura total. Acho que neste ponto o Tarcísio se equivocou e, com o peso de S. Paulo, ajudou muito a aprovar esta incongruência. O correto seria descentralizar a arrecadação priorizando os municípios, que é onde vive a população e onde é mais fácil identificar as reais necessidades do povo.
Pelo que li e ouço deste o início, essa reforma tributária tira a gesrtão de receitas dos estadados e passa para o governo federal, que deve repassar, sabe-se lá por qual critério. Tarcísio nunca fala disso.
Há muita ignorância sobre a reforma tributária. É falso que a gestão das receitas dos estados passará para o governo federal. É falso que os novos impostos criados pela reforma tributária foram desenhados para gerar mais arrecadação que os impostos que são substituídos. É falso que a reforma tributária seja criação do governo Lula; ela está em gestação há muuuuiiiitos anos. Não sei se Tarcísio aprovou a reforma, mas se o fez, emprestou seu nome para uma reforma que é boa para o Brasil.
Embora a economia seja fundamental para o desenvolvimento, há necessidade de se pensar muito antes, em uma ampla reestruturação dos vários pilares responsáveis para que essa economia seja estável, lucrativa e sustentável.
Caso haja vontade política e responsabilidade social, a motivação para tão amplo redirecionamento de rumos pode se iniciar por uma nova Assembleia Nacional Constituinte, porque não chegaremos a lugar algum remendando trapos dessa rota colcha de retalhos…
Se os alforges não forem bem feitos não há como ajeitar a carga no lombo do burro durante a viagem…
Não à toa, perdemos parte de nossas preciosas cargas pelo caminho e os espertalhões fazem fila para se aproveitarem do resultante perdularismo, diante de tanta improvisação e falta de planejamento estratégico.
No final do caminho, não sobra nada mais do que o costumeiro prejuízo de mais uma viagem inútil.
Como dizia Roberto Campos: “O Brasil não perde nenhuma oportunidade de perder oportunidades”.
Como o governo nada produz, todo prejuízo acarretará aumento de tarifas para o bolso do contribuinte, além de inflação e mais empobrecimento.
Portanto, ou organizamos nossos pilares administrativo, jurídico e legal, para que transmitam estabilidade, harmonia e responsabilidade social ou continuaremos a carregar as nossas mulas com sacos furados e mal ajambrados, exatamente como quer o bando de corruptos que espreita a caravana.
trabalhei 17 anos no setor público concursado tenho 2 licenças prêmios para receber (não temos fundo de garantia) não sai de jeito nenhum, mas se eu atrasar um IPTU tô fudido.
Nossos tributos são coisa de maluco, uma colcha de retalhos sem pé nem cabeça. Isenções para todo lado, não há equidade nenhuma. Agora, apoiar esta reforma que a única promessa seria a simplificação da cobrança de alguns tributos em troca da centralização das receitas em Brasília, nas mãos dos vampiros, é uma loucura total. Acho que neste ponto o Tarcísio se equivocou e, com o peso de S. Paulo, ajudou muito a aprovar esta incongruência. O correto seria descentralizar a arrecadação priorizando os municípios, que é onde vive a população e onde é mais fácil identificar as reais necessidades do povo.
Pelo que li e ouço deste o início, essa reforma tributária tira a gesrtão de receitas dos estadados e passa para o governo federal, que deve repassar, sabe-se lá por qual critério. Tarcísio nunca fala disso.
Há muita ignorância sobre a reforma tributária. É falso que a gestão das receitas dos estados passará para o governo federal. É falso que os novos impostos criados pela reforma tributária foram desenhados para gerar mais arrecadação que os impostos que são substituídos. É falso que a reforma tributária seja criação do governo Lula; ela está em gestação há muuuuiiiitos anos. Não sei se Tarcísio aprovou a reforma, mas se o fez, emprestou seu nome para uma reforma que é boa para o Brasil.
Embora a economia seja fundamental para o desenvolvimento, há necessidade de se pensar muito antes, em uma ampla reestruturação dos vários pilares responsáveis para que essa economia seja estável, lucrativa e sustentável.
Caso haja vontade política e responsabilidade social, a motivação para tão amplo redirecionamento de rumos pode se iniciar por uma nova Assembleia Nacional Constituinte, porque não chegaremos a lugar algum remendando trapos dessa rota colcha de retalhos…
Se os alforges não forem bem feitos não há como ajeitar a carga no lombo do burro durante a viagem…
Não à toa, perdemos parte de nossas preciosas cargas pelo caminho e os espertalhões fazem fila para se aproveitarem do resultante perdularismo, diante de tanta improvisação e falta de planejamento estratégico.
No final do caminho, não sobra nada mais do que o costumeiro prejuízo de mais uma viagem inútil.
Como dizia Roberto Campos: “O Brasil não perde nenhuma oportunidade de perder oportunidades”.
Como o governo nada produz, todo prejuízo acarretará aumento de tarifas para o bolso do contribuinte, além de inflação e mais empobrecimento.
Portanto, ou organizamos nossos pilares administrativo, jurídico e legal, para que transmitam estabilidade, harmonia e responsabilidade social ou continuaremos a carregar as nossas mulas com sacos furados e mal ajambrados, exatamente como quer o bando de corruptos que espreita a caravana.
De longe não é a melhor forma de tributação que poderíamos adotar ,mas é muito melhor que o sistema atual.
Até hj não entendi que pito toca esse senhor
trabalhei 17 anos no setor público concursado tenho 2 licenças prêmios para receber (não temos fundo de garantia) não sai de jeito nenhum, mas se eu atrasar um IPTU tô fudido.