“Quando se quer dar um gópi, se constrói uma narrativa, primeiro para construir na mente das pessoas a ideia de que a mentira é verdade.
E a mentira se tornando verdade, você pode aplicar o gópi qui você quizé” … O eneadáctilo mitomaníaco…
Infelizmente, muitos ainda acreditam na narrativa de um desgoverno que constrói intencionalmente o caos econômico e a psicose coletiva, com o claro intuito de promover a escassez, geradora da pobreza e consequente dependência de todos ao Estado totalitário.
Assim, continuam a discutir atos de premeditada desestruturação institucional e social como se fossem ações governamentais legítimas, sem se dar conta de que fazem exatamente o papel de arautos dos sucessivos escândalos programados, para que o atual encubra o anterior e, aos poucos, conforme ensina o socialismo Fabiano, insensibilizem a massa estúpida, para que aceite qualquer tipo de aberração moral, até que todos atinjam o cúmulo do “desamparo aprendido”, condição em que não há mais reação, não importando a gravidade da agressão ou indignidade sofrida.
Nessa condição, estarão todos devidamente amestrados, enquanto os que não aceitarem as imposições arbitrárias serão mortos…
Nunca se deve subestimar o nível de bestialidade a que pode chegar um tirano alucinado.
Pela letargia das reações aos descalabros diários desse desgoverno, ou se age com ingenuidade, estupidez, cinismo ou conivência, sem a menor preocupação com o laço que se ajusta em nossos pescoços.
Essa é uma pouco falada tática de mudar o tom ao enumerar problemas. O tom crítico atrai muita gente, mas afasta alguns perfis. Usar o tom de celebração, mesmo com ironia, pode segurar um perfil diferente do habitual para ir até o fim na enumeração de críticas ao governo. Claro, o tom é tão poderoso, que é capaz de uma parcela mais restrita de perfis não perceberem a ironia e acharem que se está elogiando, de fato, o governo. Mas acho que vale o risco. O tom com que se chega até a audiência é tão ou até mais importante do que o conteúdo. A emoção é nossa moeda de ação, a razão – enumerar problemas, vários deles incluindo números e valores – é uma parte menos atuante do cérebro, penso, opino. Parabenizo e incentivo o foco na sinfonia de tons possíveis para se enumerar críticas que devem chegar a muitas pessoas, de diversos perfis. Parabéns!
“Quando se quer dar um gópi, se constrói uma narrativa, primeiro para construir na mente das pessoas a ideia de que a mentira é verdade.
E a mentira se tornando verdade, você pode aplicar o gópi qui você quizé” … O eneadáctilo mitomaníaco…
Infelizmente, muitos ainda acreditam na narrativa de um desgoverno que constrói intencionalmente o caos econômico e a psicose coletiva, com o claro intuito de promover a escassez, geradora da pobreza e consequente dependência de todos ao Estado totalitário.
Assim, continuam a discutir atos de premeditada desestruturação institucional e social como se fossem ações governamentais legítimas, sem se dar conta de que fazem exatamente o papel de arautos dos sucessivos escândalos programados, para que o atual encubra o anterior e, aos poucos, conforme ensina o socialismo Fabiano, insensibilizem a massa estúpida, para que aceite qualquer tipo de aberração moral, até que todos atinjam o cúmulo do “desamparo aprendido”, condição em que não há mais reação, não importando a gravidade da agressão ou indignidade sofrida.
Nessa condição, estarão todos devidamente amestrados, enquanto os que não aceitarem as imposições arbitrárias serão mortos…
Nunca se deve subestimar o nível de bestialidade a que pode chegar um tirano alucinado.
Pela letargia das reações aos descalabros diários desse desgoverno, ou se age com ingenuidade, estupidez, cinismo ou conivência, sem a menor preocupação com o laço que se ajusta em nossos pescoços.
Quem é a autora do vídeo?
Essa é uma pouco falada tática de mudar o tom ao enumerar problemas. O tom crítico atrai muita gente, mas afasta alguns perfis. Usar o tom de celebração, mesmo com ironia, pode segurar um perfil diferente do habitual para ir até o fim na enumeração de críticas ao governo. Claro, o tom é tão poderoso, que é capaz de uma parcela mais restrita de perfis não perceberem a ironia e acharem que se está elogiando, de fato, o governo. Mas acho que vale o risco. O tom com que se chega até a audiência é tão ou até mais importante do que o conteúdo. A emoção é nossa moeda de ação, a razão – enumerar problemas, vários deles incluindo números e valores – é uma parte menos atuante do cérebro, penso, opino. Parabenizo e incentivo o foco na sinfonia de tons possíveis para se enumerar críticas que devem chegar a muitas pessoas, de diversos perfis. Parabéns!
Fenomenal… Nem os três furos na cabeça com a furadeira no Sírio melhorou sua mitomania…
Maravilhoso este presidente da Dinamarca! ou rei?