Mon cher Prince: Vi agora uma estatística (previsão para 2030) aterrorizante. Seremos quantos trilhões? E viraremos todos canibais? Ainda bem que de 2020, na melhor (ou pior) das hipóeses, não passo. Não levo jeito para dona Canô, tadinha.
PS – começamos o ano super bem, com o divórcio do meu filho mais velho, o Flávio Eduardo. Durou exatos 7 anos (e meio) o casamento com a engenheira. Mas ela esperou eu lhes dar o belo apartamento novo, bem maior do que o que eu dera de cadô de mariage, e levá-los novamente para a Europa, em périplo que incluiu Barcelona e todo o Sul da França. Que a Divina Provença – digo, Providência – nos proteja… estou com a burra quase que vazia. E ainda nem troquei de carro desde que saí do jornal… meu Fiat está virando antiguidade! Chéri, estou topando qualquer trabalho – de traduções sofisticadas a servir cafezinho, baby-sittear ou organizar closets de gente desorganizada. Se souber de algo… Beijo da sua eterna Alice
Decerto, tem.
Cataclismos, tsunamis, terremotos e outros desastres ditos naturais surgem, vez por outra, para eliminar o excesso vivente – cinicamente falando.
Queríamos acreditar que bem poderiam desaparecer, tragados pela terra, os corruptores e os corrompidos, os estupradores, os que mercantilizam a credulidade e a inocência, os aproveitadores, os políticos de certo estofo malcheiroso – toda essa gente que envergonha a espécie humana. Não fariam a menor falta os que transformam a esperança das gentes em lixo.
Há, porém, outra espécie entre nós, que transforma lixo em Bach.
E essa gente inspirada, com sua simplicidade, me diz que o ser humano ainda tem jeito.
Mon cher Prince: Vi agora uma estatística (previsão para 2030) aterrorizante. Seremos quantos trilhões? E viraremos todos canibais? Ainda bem que de 2020, na melhor (ou pior) das hipóeses, não passo. Não levo jeito para dona Canô, tadinha.
PS – começamos o ano super bem, com o divórcio do meu filho mais velho, o Flávio Eduardo. Durou exatos 7 anos (e meio) o casamento com a engenheira. Mas ela esperou eu lhes dar o belo apartamento novo, bem maior do que o que eu dera de cadô de mariage, e levá-los novamente para a Europa, em périplo que incluiu Barcelona e todo o Sul da França. Que a Divina Provença – digo, Providência – nos proteja… estou com a burra quase que vazia. E ainda nem troquei de carro desde que saí do jornal… meu Fiat está virando antiguidade! Chéri, estou topando qualquer trabalho – de traduções sofisticadas a servir cafezinho, baby-sittear ou organizar closets de gente desorganizada. Se souber de algo… Beijo da sua eterna Alice
estarei atento, alice…
Decerto, tem.
Cataclismos, tsunamis, terremotos e outros desastres ditos naturais surgem, vez por outra, para eliminar o excesso vivente – cinicamente falando.
Queríamos acreditar que bem poderiam desaparecer, tragados pela terra, os corruptores e os corrompidos, os estupradores, os que mercantilizam a credulidade e a inocência, os aproveitadores, os políticos de certo estofo malcheiroso – toda essa gente que envergonha a espécie humana. Não fariam a menor falta os que transformam a esperança das gentes em lixo.
Há, porém, outra espécie entre nós, que transforma lixo em Bach.
E essa gente inspirada, com sua simplicidade, me diz que o ser humano ainda tem jeito.
você sempre melhorando a qualidade do vespeiro, varlice!
obrigado