Pensamentos aparentados
11 de agosto de 2012 § 3 Comentários
O volei é o esporte sem a contaminação da política.
É o Brasil da meritocracia, da superação, onde se é aquilo que se faz.
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Porque é tão CHATO ver jogo da seleção?
Porque eles são tão previsíveis quanto a política.
No Brasil da política, quanto mais merecimento, menos prêmio; quanto mais alto na hierarquia, mais inimputável. Portanto, quanto mais pra cima, mais podre.
No futebol idem.
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O Rio de Janeiro cresce (e São Paulo encolhe) com o crescimento da bandalheira na política.
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Aí tem!
27 de setembro de 2011 § 1 comentário
Técnico da seleção desde o final de julho de 2010, um pouquinho mais de um ano, portanto, Mano Menezes já convocou 76 jogadores diferentes para estrelar a fracativa campanha feita até agora.
Gente que conhece bem os porões do futebol brasileiro afirma que se trata de uma indústria que envolve empresários de jogadores, diretores de clubes estrelados (de São Paulo inclusive) e, claro, a penta denunciada direção brasileira da CBF/Fifa, aquela que o veterano repórter da BBC, mais um dos que a desmascararam, não entende porque é que os brasileiros engolem. (É que ele não tem noção da sopa de detritos que nós engolimos diariamente…).
É um joguinho de cartas marcadas dos mais banais. Os caras compram barato jogadores com currículos ainda pouco estrelados, põem o tal para jogar na seleção e depois vendem-no pelo dobro ou pelo triplo do que pagaram.
Não é atoa que jogar na seleção deixou de ser motivo de orgulho ou, muito menos de entusiasmo, e já tem gente recusando convites para vestir a camiseta amarela.






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