Relaxou…
30 de agosto de 2013 § 4 Comentários
O voto de confirmação do mandato do deputado presidiário Natan Donadon não vai levar apenas à mobilização do Congresso para por um fim aos votos secretos.
O próprio José Dirceu acha que aquilo foi demais e jogou a pá de cal sobre suas últimas esperanças de escapar da prisão. Pelo menos um dos seus aliados no Supremo, aliás, balançou e já está dando sinais de que vai roer a corda.
Quem prestou atenção na seção de ontem já sabe quem é…
Ele está preparando as malas, conformado com a ideia de dedicar o período sabático que tem pela proa a escrever o seu livro, do qual os últimos capítulos, conforme se desenrolarem as coisas, podem se transformar uma daquelas bombas de rachar a República ao meio.
Notícias, naturalmente, pendentes de confirmação…
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O Suplicy do STF
26 de agosto de 2013 § 3 Comentários

Ricardo Lewandowski é o Eduardo Supliciy do Supremo Tribunal Federal.
Quando ele começa com aquele interminavel nhém-nhém-nhém o ministro Joaquim Barbosa reage com a mesma impaciência exasperada com que Bernardo Cabral reagia na CPI do Collor aos intermináveis nhém-nhém-nhéns do senador.
Os dois são fiéis soldados do PT e o que naquele tempo era pedra hoje é vidraça. Mas o resto não mudou: saco tem o mesmo limite de elasticidade hoje que tinha em 1992
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São Paulo definirá o futuro do Brasil
5 de outubro de 2012 § 4 Comentários
Parece que foi só um susto; um aviso, esse negócio de Russomano.
Na hora do vamos ver o sujeito olha praquele mar grosso, o horizonte carregado, e pensa duas vezes…
Louvado seja o nome do Senhor!
O impulso com que Serra vem vindo parece confirmar que São Paulo ainda não foi abatido como vanguarda da sensibilidade política da Nação.
O PT é aquilo que o ministro Joaquim Barbosa e seus oito mosqueteiros têm descrito em minúcias ha 30 seções do julgamento do Mensalão.
Este país precisa de mais e não de menos oposição, seja qual for o governo. Mas especialmente, desesperadamente, de oposição a este governo.
Dilma, com a sua costumeira graça e leveza de alemoa, deu a síntese perfeita:
“Não tem como dirigir o Brasil sem meter o bico em São Paulo“.
Melhor seria dizer “sem meter um bico na cara de São Paulo”…
O PT quer “dirigir” o Brasil como dirige Ricardo Lewandowski. E com a mesma finalidade. E não serão os bispos de gravata nem os ratos de sacristia que haverão de impedi-lo.
O Brasil não quer ser dirigido. Quer estradas seguras e boas leis de trânsito que todos sejam obrigados a cumprir, para que possa construir-se a si mesmo em paz e em segurança.
O futuro do Brasil será o que São Paulo disser que será.




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