Sobre justiça, hotelaria e jornalismo

28 de novembro de 2013 § 3 Comentários

a10

Meu avô não admitia essa expressão e a mera decomposição silábica dela dispensa maiores conhecimentos etimológicos para explicar o porque. Outros tempos… Mas não ha outra que defina tão precisamente o que está acontecendo. Assim é com um pedido de desculpas por alguma sensibilidade que ainda resista por aí e possa ser ferida que registro que a resposta do companheiro “Vé Dirfeu” à confirmação da sua condenação pelo Supremo Tribunal Federal abre a etapa final do processo de esculhambação geral da democracia brasileira.

Dá medo o país que vem vindo aí…

Entre o chorão José Genoíno e o José Dirceu que “não perde nunca”, o segundo é, com certeza, muito mais venenoso.

a13

Quer dizer então que o articulador do Mensalão, que ele tramou principalmente de dentro de quartos de hotéis em vésperas de eleições, vai “pagar a pena” pelo “atentado à democracia” que perpetrou passando a véspera da próxima eleição na “gerência” de outro hotel que o “empregou” por 20 mil reais/mês (!) para confirma-lo no direito ao regime semiaberto de prisão reservado apenas a quem trabalha para viver!

Não poderia ser mais inequívoco!

O Hotel St. Peters, que oferecerá as mesmas conveniências para 2014 que os hotéis anteriormente usados para o mesmo fim pelo hoje “prisioneiro” ofereceram para a urdidura das “costuras” e “bordados” que levaram ao sucesso do PT em eleições anteriores, pertence a um daqueles híbridos de político e dono de rede de comunicações que vivem nas fronteiras da ilegalidade pondo ora um pé dentro ora um pé fora dela.

a18Paulo Abreu tem uma rede com mais de 10 rádios transmitindo ilegalmente para São Paulo. Os Abreu têm agentes dentro e fora do “Sistema” agindo coordenadamente para o mesmo fim, como os ex-deputados José e Dorival de Abreu, que conseguem concessões de rádio para Paulo em cidades próximas à capital de São Paulo.

Este, assim que as recebe, planta suas antenas na Avenida Paulista e passa a transmitir por cima das frequências das rádios legalizadas sob as vistas grossas de autoridades como, por exemplo, o amigo “Dirfeu” que, se já não era passa agora a ser um íntimo, e um íntimo com uma dívida de gratidão para com seu benfeitor.

É o momento que Paulo Abreu esperava para dar o bote com que sonha ha anos, de ressuscitar a TV Excelsior, cujos direitos ele passou a deter pelos mesmos métodos que conquista suas rádios.

a15

Uma bofetada direta na cara do ministro Joaquim Barbosa não teria efeito maior para desmoralizar o pouco que ainda não está desmoralizado no Supremo Tribunal Federal do que o mais notório entre os condenados por essa corte pelo Mensalão  “cumprir sua pena” reincidindo acintosamente nos crimes pelos quais foi proibido de circular pelas ruas a bem do serviço e da segurança públicas.

Mas é exatamente isso que está pintando.

O que estamos assistindo, portanto, é  a outra metade do Brasil passando a ser governada de dentro das penitenciárias, com o que o “Sistema” passa a ser um todo mais orgânico.

a24

A primeira ha tempos que já está nas mãos do PCC que manda e desmanda no que de mais espetacularmente pior é perpetrado aqui fora, apesar da polícia saber de antemão todas as barbaridades que eles ordenam.

Você já se acostumou a ver na Rede Globo – sempre depois que o irremediável acontece – aquelas gravações “sem cara” mas com letreiros pra que não fique dúvida sobre se você ouviu direito a barbaridade da hora – com a turma do PCC mandando comprar e vender drogas e armas, matar concorrentes, policiais, juízes e até govenadores; acionando os “seus deputados” no Congresso Nacional para “aliviar” aqui e ali; mandando “bondes” infiltrar as manifestações de griffe (aquelas feitas para abafar as de junho) e “botar pra quebrar” pra expulsar das ruas os não profissionais que, por alguns momentos, puseram o “Sistema” em sinuca…

a25

Eles deitam e  rolam, enfim, mas os celulares continuam funcionando nas celas dos presídios de segurança máxima na proporção de um por prisioneiro, segundo a ultima medição feita pelos arapongas, e a polícia continua ouvindo o que eles dizem só por esporte, já que não age antecipadamente em função disso.

Isto tudo se dá enquanto se desenrola a emocionante novela do “cartel da Alstom” que equipara vivos  e mortos entre os poucos que ainda resistem ao PT a personagens de novelas da Globo, tais são as perfídias de que são acusados.

Eu não acredito em santos mas tudo tem um limite. Esse enredo passa, todos os dias, por uma reviravolta, sempre na mesma direção, que torna o caso cada vez mais irresistível para os atuais escrevinhadores de manchetes.

a19

Primeiro o O Estado de S. Paulo publica, durante dois dias, matérias informando que na mesma denuncia contra seus opositores havia provas da mesma “formação de cartel” contra o Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (DNIT), órgão do governo acusador, que controla as obras de metrô em quatro capitais da Republica, mas este “pormenor, que as televisões nem chegam a mencionar, é logo esquecido também pelos jornais, inclusive O Estado de S. Paulo.

Depois o “executivo da Siemens” a quem a denuncia inicial foi atribuída em pessoa consegue furar a barreira de silêncio e afirmar, passados já meses de intenso tiroteio, que não disse nada do que puseram em sua boca.

Sem problemas! A denúncia imediatamente “passa a ter partido” do Cade, órgão a quem caberia saber das coisas em matéria de cartéis mas levou quase 20 anos para se tocar que era isto que ele tinha em mãos ao longo destas duas décadas.

a1

Vira daqui, vira dali, e o país é avisado de que quem comanda o Cade é o sobrinho do ministro-chefe da Casa Civil da presidenta Dilma que vai concorrer em 2014 contra os principais acusados e que, na cadeia de informantes que ele usou para fazer tudo chegar à imprensa há até comandantes da campanha eleitoral de sua excelência.

Sem problemas, de novo! A imprensa continua não desconfiando de nada como o personagem de Antônio Fagundes na novela atual. A denúncia passa, então, a “ter partido” do mesmo Ministro da Justiça do governo do PT que, desde o primeiro dia do imbroglio nega-se a autorizar o envio de uma cópia dela aos próprios acusados, que finalmente confessa que apesar de ter recebido “um documento apócrifo”, mandou-o, ele em pessoa, para a Polícia Federal que, então, assume a sua divulgação para a imprensa.

Mas ainda não é o fim!

a2

Nem 48 horas tinham transcorrido desde que o ministro da Justiça assumiu a autoria da façanha em rede nacional de TV e surge a prova material de que a tradução do documento em inglês contendo a versão original das denúncias do tal empresário foi grosseiramente falsificada na tradução para o português para incluir os nomes e partidos dos “acusados” que convém ao PT acusar, que “nunca tinham sido mencionados nos originais”.

Mas mais uma vez não importa! Os jornais e TVs a quem vem sendo dado “acesso” a cada capítulo dessa novela não se fazem de rogados. Seguem mais preocupados em festejar os seus “furos”, mesmo aqueles que os “furos” seguintes comprovam falsos, e o ventilador segue espalhando a lama apenas sobre quem os autores do folhetim querem que seja atingido.

Enfim, é assim que funciona a “imprensa de CEO” cujos diretores de redação com rarefeita experiência em jornalismo têm de provar todos os meses, com números, a Conselhos de Administração sem nenhuma noção de jornalismo, que têm se desempenhado a contento. E como das poucas coisas redutíveis a números no seu metier é a comparação entre o numero de “furos” a que ele “teve acesso” em relação ao número de “furos” a que “teve acesso” o seu concorrente, o Brasil vai em marcha batida para o despenhadeiro.

a00

Novelas como a descrita acima só se tornam possíveis porque, de par com a “profissionalização da política” e a “profissionalização do crime”, uma coisa sempre andando nas vizinhanças da outra, também a imprensa mudou de mãos de um tipo de profissional regido por um determinado código de ética para outro tipo de profissional regido por outro tipo de código de ética, tornando-se tão impossível sobreviver o jornalismo responsável e com coragem para avaliar situações e agir em função de todos os componentes e nuances que, para além das palavras, determinam o significado dos fatos em vez de seguir manuais e metas de fábricas de salsicha, quanto se tornou impossível um estadista sobreviver num ambiente político onde as regras do jogo e os destinos da Nação são decididos em celas de penitenciárias e em quartos de hotéis entre pacotes de dinheiro enfiados sofregamente em meias e cuecas.

E por essas e outras, a imprensa já não conduz nem a si mesmo segundo os velhos cânones que fizeram dela uma instituição auxiliar das democracias. Passou a ser passivamente conduzida pelas “fontes”, o que a transformou numa perigosa bateria de canhões que atira a esmo todo e qualquer petardo que se lhe enfie na culatra.

O Brasil está, portanto, diante da tempestade perfeita de modo que amarrem tudo no convés porque não vai ser mole meeeesmo.

a20

Quem, na imprensa, “tá dominado”?

13 de agosto de 2013 § 1 comentário

trem1Está explicado porque foi que nem o Alkmin, nem o Ministério Público Estadual, nem o Ministério Público Federal, os dois últimos signatários, junto com o Cade, do “pacto de leniência” que fez com que seis altos funcionários da Siemens entregassem o esquema de cartel montado para a licitação do metrô de São Paulo, conseguiram, até hoje, acesso aos documentos que constituem a denuncia montada com o material apreendido pela Polícia Federal e entregue ao Cade.

No mesmo dia em que, a pedido de Alkmin, saiu a ordem judicial para que o Cade finalmente abrisse o seu segredo de polichinelo, o governo do PT lá em Brasília anunciou que está suspendendo sine die a licitação do famoso Trem Bala Rio-SP, a mais cara das obras do PAC, filho da Dilma, à qual concorriam quase sozinhas – adivinhe! – as mesmas Alston e Siemens acusadas de mutreta com o PSDB.

trem3

Tem mais!

A procuradora Karen Kahn, do Ministério Público Federal, uma das negociadoras e signatárias do “pacto de leniência” com a Siemens, informa hoje ao Estadão, em manchete, que “algumas das principais empresas investigadas no caso mantêm e mantiveram contratos com a estatal federal Companhia Brasileira de Trens Urbanos (a CBTU, comandada pelo Ministério das Cidades de Lula e Dilma) desde 1998 até hoje” e que, além de SP, as 1073 páginas do inquérito incluem provas e indícios dos mesmos vícios encontrados nos contratos com SP em obras semelhantes em mais seis capitais, entre as quais Belo Horizonte, Porto Alegre e Recife onde “é a CBTU quem organizou a licitação e opera até hoje os sistemas de transporte”.

Karen Kahn informa, ainda, que além do cartel, “há indícios de corrupção internacional, lavagem de dinheiro, evasão de divisas e formação de quadrilha”, sem especificar a que época se referem esses indícios.

trem6

Na mais seca cara-de-pau, o Ministério das Cidades da Dilma manda dizer a mesmíssima coisa que Alkmin disse quando o PT lhe pespegou o apelido de passageiro do “trensalão”: “vai investigar qualquer irregularidade que eventualmente venha a surgir por causa de investigações tocadas pelo Ministério Público Federal”.

Esses caras não têm limite na sua radical desonestidade e na sua inabalável fé na cretinice do povo brasileiro!

Mas isso você já sabia.

O “plus” é a oportunidade que se abre para você medir nos jornais e nas televisões quais vão dar o mesmo destaque para o lado da história que o PT ocultou que deu nos últimos 15 dias para o lado da história que o PT pôs na mídia e, assim, ficar sabendo quem, neste último bastião da demoracia brasileira que é a imprensa, “tá dominado” ou não tá.trem9

O crime dos jornalistas

2 de abril de 2013 § 8 Comentários

cri0000

Cada um tem o direito de pensar o que quiser sobre o desarmamento.

Eu, por exemplo, penso que a tese de que os homicídios “são causados” pelas armas de fogo é um raciocínio tão recheado de sentido quanto dizer que quem estuprou a turista americana esta semana no Rio de Janeiro foram os pintos dos três estupradores e não eles próprios, e que é mais insano ainda afirmar que a forma justa e adequada de se conseguir segurança sexual para todos é amputar esse apêndice de todo homem nascido vivo.

Agora, fatos são fatos. E torce-los até que se adequem às teorias da sua preferência é mais apropriado aos políticos malacos que todos nós criticamos que a jornalistas.

cri00

A campeã da “cruzada do desarmamento”, como se sabe, são as Organizações Globo onde o grau de tabu em torno da questão é de tal ordem que nem William Waack, cujo jornal costuma ser mais honesto e inteligente que os de seus colegas de emissora, tem liberdade para falar desse assunto recorrendo apenas ao cérebro.

Não é privilégio dele, diga-se de passagem, posto que mesmo os editorialistas do Estadão, reconhecidos pelo apego ao bom senso e pelo hábito de respeitar os fatos, enfiam o sorvete na testa à simples menção da palavra “armas”.

Enfim, seria de rir se não houvesse razões para chorar posto que desviar a atenção das autoridades e do público das soluções verdadeiras para o descalabro da segurança pública no Brasil custa rios de sangue, suor e lágrimas e nos põe mais longe a cada mentira do fim da guerra que mais mata no mundo (a do Brasil).

cri000

Já mencionei aqui antes que Júlio de Mesquita Filho costumava dizer que manipular desonestamente o noticiário dos jornais é crime muito pior que o do tráfico de drogas porque, em função do alcance da imprensa, o dano produzido é muito maior.

Hoje, depois de repetir a mentira ontem em todos os jornais de todos os seus canais de TV aberta e fechada, O Globo gasta uma página inteira – aquela que costuma dedicar ao assunto mais importante do dia – para escrever um verdadeiro tratado do desrespeito aos fatos e às regras mais elementares da lógica e do bom jornalismo, para dar a uma pesquisa que em má hora alguém da empresa encomendou à Fipe, o sentido inverso daquilo que ela constatou indubitavelmente, a saber, que a uma redução de 35% nas vendas “legais e ilegais de armamentos” desde que o Estatuto do Desarmamento entrou em vigor em 2003, correspondeu um numero de mortes por arma de fogo 26% maior em todo o território nacional.

cri3

Descontada a região Sudeste, de que falaremos mais adiante, a única em que a criminalidade caiu no período (- 41,43%) apesar da redução do numero de armas ter sido a menor do país, a média de aumento da criminalidade nas demais regiões foi de astronômicos 43%.

Como bonus punitivo aos mentirosos contumazes, aliás, essa pesquisa constatou também que a criminalidade aumentou muito mais no Nordeste (+ 42,78%), a região que mais enriqueceu no país nesse período e na qual a venda de armas mais caiu (- 56,5%) e especialmente no Norte (54,5% menos armas e 64,92% mais mortes! por arma de fogo), a segunda região que mais prosperou economicamente no período.

cri6

Os números pulverizam ao mesmo tempo, portanto, as duas teses mais caras àquele jurássico tipo de acrobata ideológico que ainda sobrevive neste nosso exótico país: a de que o crime é função da pobreza e a de que os homicídios “são causados” pelas armas de fogo.

Como don Lula I andou desmontando a Fipe e aparelhando-a com adeptos da “matemática criativa”, imagino que não foi preciso submeter o “pesquisador” João Manoel de Mello, que se prestou ao papel de endossar as mentiras da Globo, à tortura para extrair dele a “conclusão” de que, mesmo com esse crescimento de 26%, os homicídios “entraram em queda” depois da promulgação do Estatuto do Desarmamento.

cri2

Mas onde a desonestidade assumiu proporções nada menos que “lulianas” foi na “análise” dos número da região Sudeste, a única na qual a criminalidade caiu (- 41,43%) no período, o que aponta para as soluções reais e efetivas contra o império do crime no Brasil.

Rigorosamente nenhuma menção foi feita aos dois fatos que explicam essa redução, a saber, a ocupação militar e o início do policiamento dos morros cariocas antes entregues à sanha do crime organizado, e a “operação limpeza” feita na polícia paulista pelo governador Geraldo Alkmin que foi saudado na ONU por ter conseguido o feito inédito no mundo de reduzir a criminalidade em São Paulo nada menos que à oitava parte da que encontrou, embora toda a imprensa brasileira tenha trabalhado em uníssono para esconder esse fato.

cri

Alkmin conseguiu esse feito com a medida palmar de tirar das mãos dos próprios fiscalizados as corregedorias das polícias paulistas e transferi-las para as do seu ex-secretário de Segurança Pública, Antônio Ferreira Pinto, derrubado em novembro passado, a quem deu plenos poderes para “limpar” a polícia paulista.

Ferreira Pinto estabeleceu rito sumário para os julgamentos administrativos dos policiais corruptos e, em menos de um ano, renovou todos os comandos da polícia de São Paulo. O resto foi mera consequência…

Policiais corruptos e criminosos estavam igualmente interessados na queda dele, portanto.

Por uma feliz coincidência, aliás, o jornal comandado por William Waack, que abriu a “escalada” repetindo a leitura falsificada da pesquisa da Fipe, se deu na imediata sequência da exibição pela Globo do filme Tropa de Elite – 2 que gira em torno da podridão sanguinolenta que caracteriza as polícias do Rio de Janeiro em seu conluio ostensivo com as duas pontas do crime organizado que, diga-se de passagem, não vivem uma sem a outra: o tráfico de drogas e a baixa politicagem.

cri1

Para “sorte” do PT e azar de São Paulo, o maior feito de Alkmin ficou obscurecido pela onda de assassinatos envolvendo policiais como vítimas e como autores que começou a rolar coincidentemente nas vésperas da eleição passada e ainda não se deteve.

A primeira vítima dessa onda de crimes foi o secretário que tanto incomodava os policiais corruptos e os criminosos deste Estado, fato que mais uma vez voltou-me à cabeça ao assistir de novo o final melancólico do filme protagonizado por Wagner Moura.

De modo que cada massacre que hoje temos o privilégio de assistir ao vivo diariamente na TV e cada família destruída pelo descalabro da segurança pública no Brasil, deve um pedaço da sua desgraça aos jornalistas que, mesmo diante de fatos contundentes como os exibidos acima, continuam trabalhando para confundir as bolas, trocar remédios modernos por atos de pajelança, atrapalhar a ação da polícia e transformar translúcidos empulhadores em heróis.

cri0

E já que entrei pelas expressões rodrigueanas, lá vai:

Dirá um idiota da objetividade que os Estados Unidos, “a terra dos massacres“, são a prova de que as armas são o demônio. E eu respondo: os Estados Unidos, o país mais armado do mundo com 88,8 armas por cada 100 cidadãos, tem 2,97 mortes por arma de fogo por cada 100 mil habitantes. O Brasil, com dez vezes menos armas (8 por cada 100 habitantes) tem 21,3 assassinados por arma de fogo por 100 mil habitantes, quase 10 vezes mais.

A diferença é que lá tem polícia e quando alguém ataca outro cidadão de forma criminosa, vai para a cadeia e não sai nunca mais, quando não é executado. E quando é assim que se faz só sobram, a ameaçar a gente de paz, os malucos de verdade, estes que fazem a festa dos jornalistas desarmamentistas mas que, felizmente, são muito poucos. A legião dos covardes, esta que anda livremente pelas ruas do Brasil trucidando gente só porque isso não lhes acarreta consequência nenhuma, desaparece de cena.

men

Onde estou?

Você está navegando em publicações marcadas com jornalismo ético em VESPEIRO.