3 de janeiro de 2020 § 13 Comentários


Trump passou uma linha q até os “governos terroristas” respeitavam: um estado assumir o assassinato de autoridade de outro estado sem guerra. A “polícia” se comportando como o bandido justifica o bandido. Abriu uma nova porta do inferno. A ver quanto custará à humanidade fechá-la

Lula dá provas do que ele é

19 de novembro de 2010 § Deixe um comentário

Acaba de dar no site do Estadão:

A diplomacia brasileira se absteve de apoiar uma resolução da Organização das Nações Unidas (ONU) aprovada na noite de quinta-feira, 17, que pede o fim do apedrejamento como método de execução no Irã assim como a discriminação contra mulheres.

A resolução pede ainda o fim da restrição à liberdade de expressão e de associação, o fim da intimidação contra ativistas, advogados, políticos da oposição, bloggers e jornalistas, além de condenar o desaparecimento de pessoas que tenham participado de demonstrações. Condena, também, a alta taxa de condenações à morte anunciadas pelo governo iraniano, a execução de pessoas com menos de 18 anos que tenham cometido crimes e a existência de leis que permitem a pena de morte contra pessoas que sejam “inimigas de Deus”.

Segundo Mohammad-Javad Larijani, representante de Teerã na ONU, essa resolução não é justa e politiza os direitos humanos. É fruto da hostilidade americana em relação ao Irã. “O apedrejamento consiste em jogar um certo número limitado de pedras, de uma forma especial, nos olhos de uma pessoa. É uma punição menor que a execução porque existe a chance de sobreviver. Mais de 50% das pessoas (apedrejadas) podem não morrer“.

Larijani disse, ainda, que não há um silenciamento de advogados e nem jornalistas. “Todos podem falar com a imprensa estrangeira. Mas depende do que querem dizer. Se estão difamando o sistema legal, devem ser responsáveis por isso“.

O documento foi apresentado pela delegação do Canadá

Entre os outros países que se abstiveram estão Angola, Benin, Butão, Equador, Guatemala, Marrocos, Nigéria, África do Sul e Zâmbia.

Votaram contra a proposta Venezuela, Síria, Sudão, Cuba, Bolívia e Líbia.

A resolução foi aprovada com o apoio de 80 países, entre eles um dos membros do Mercosul, a Argentina, todos os países europeus, EUA, Canadá, Chile e Japão.

PS.: Um leitor qualificado observou-me que é exagerado adjetivar o nome do presidente Lula desde o título, como eu tinha feito nesta matéria. A vantagem da web é que, nela, os textos estão vivos. Estou de acordo. A indignação às vezes desqualifica a informação. E essa está aí, limpinha, no texto da notícia do Estadão. Assim, deixo para você, leitor os adjetivos para qualificar este belo gesto do nosso presidente e sua diplomacia.

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