E se a gente demitisse a Dilma?
4 de fevereiro de 2015 § 13 Comentários
Demitiram a Graça Foster e o resto da corja da diretoria da Petrobras e a ação da companhia subiu 15% em um único pregão só em cima do boato sobre a boa nova. Com a confirmação hoje a alta deve continuar e se puserem mesmo gente profissional e sem nenhuma ligação com os assaltantes pra tocar aquilo a ação explode.
Se demitissem a Dilma e o resto da corja da presidência do Brasil acontecia a mesma coisa com a economia nacional como um todo.
Desde o “ficam os ladrões” de setembro passado até agora a Petrobras tinha perdido R$ 205 bi de valor nas bolsas. Mas esse foi o menor prejuízo. Quando o mundo, assombrado, viu ao vivo e em cores a Dilma dar aquele formidável murro bem na ponta da faca afiada tudo aquilo de que dependemos para sobreviver passou a não valer mais nada: o dólar disparou, o preço dos juros é outra vez recorde mundial, o risco país, só de novembro para cá, passou de 250 pontos acima da taxa básica, para 324 pontos mais do que custa o dinheiro internacional para gente séria.
Nada disso teria sequer começado a acontecer não fosse o fato da Petrobras ter hoje um monte de proprietários protegidos pela legislação americana. É um velho hábito. O Brasil só concede abrir mão dos seus “modelos econômicos” e métodos “soberanos” de gestão da coisa pública, como o da escravidão entre outros, quando frotas estrangeiras bloqueiam nossos portos e o mundo nos obriga a dar um passinho na direção da modernidade. Ficamos devendo mais uma ao Fernando Henrique, portanto, pela decisão de emitir ADRs da Petrobras e colocá-las à venda na Bolsa de Nova York.
Resta saber, agora, se essa “virada” da Dilma corresponde, como estão dizendo em Brasília, à “irritação” da senhora “presidenta” por Graça ter “confessado” que o rombo da ladroagem é igual ou possivelmente maior que R$ 80 bilhões, e não ao fato do rombo ser maior que R$ 80 bilhões, ou se é o PT que está forçando a mão pra fazer a Dilma deixar de ser Dilma.
No caso de ser mesmo ela virando café-com-leite, terá chegado o momento de sabermos quanto o PT – aquele partido que quando a gente pensa em relaxar um pouco nos manda uma prova de que ainda leva o Mangabeira Unger a sério – está disposto, ele próprio, a fazer de concessões à realidade.
A Dilma já tinha dito que, por ela, “nem um milímetro”. Agora é a hora de sabermos do PT: vem a melhor pessoa do mercado para a diretoria da Petrobras para estancar a maciça hemorragia da credibilidade do Brasil, ou vem só um daqueles economistas amestrados que o partido saca da prateleira das conveniências pra acalmar as “criancinhas” quando elas começam a entrar em pânico com os sinistros palhaços que compõem os reais “quadros” dessa nossa delirante pantomima?
Em outras palavras, vem um Joaquim Levy ou só um Henrique Meirelles?
Da sabedoria dessa decisão, ainda que seja inspirada exclusivamente pelo pragmatismo, sairá a real medida do nabo ainda por ser introduzido no anus nacional em função do cataclisma Dilma.
Por cima do que já veio na última conta o governo manda avisar que vêm outros 26% de aumento na conta de luz. Vai chegando, por enquanto, a 60% o aumento que estamos pagando por aqueles “20% de redução” chacoalhados na frente do nariz dos eleitores mais idiotas.
Essa porrada no alicerce central da economia nacional, que é a energia que a move, é só o começo. Os aumentos de impostos outros até agora anunciados são milho pros pintos. Você, agora, virou peteca. Quem só começou a raciocinar depois da bendida “herança maldita” do FHC que o PT tanto apedrejou não sabe o que é isso. Mas quem está por aí ha mais tempo sabe bem o que vem vindo pela proa. Funciona assim: o desgarroteamento das tarifas de comprar voto tornam tudo imediatamente mais caro com efeito mecânico na inflação que, por sua vez, come o resultado das elétricas (e do resto das empresas), que precisam, então, de novo aumento da tarifa ou, no caso de bens essenciais como energia, de complementação por injeção direta de dinheiro do Tesouro Nacional na veia, o que provoca mais inflação pra todo mundo e … “da cappo”.
Quer dizer, a Dilma, em sua irrefreável pesporrência, resgatou das profundezas, junto com os Renan Calheiros da vida, aqueles moto continuos descendentes de sabor argentino, à José Sarney, que só podem ser detidos com paradas cardíacas induzidas da economia como um todo, seguidas de choques para a sua reanimação que, quando dão certo, custam só a devastação da poupança de toda uma geração de brasileiros, podendo o resultado ser pior dependendo da destreza de quem aplica esse remédio extremo.

Dilma + Graça + Colin: pesquisa rápida
21 de agosto de 2014 § 8 Comentários
“Factóide“?
“Graça Foster não cometeu nenhuma irregularidade”?
Reveja os fatos e tire suas próprias conclusões:
1978 – Graça Foster entra na Petrobras como etagiária
1981 – Graça e Colin Foster começam a namorar e logo (“nos anos 80”) ele funda a Colin Foster Serviços e Equipamentos para atender à Petrobras
1993 – Dilma Vana Rousseff torna-se Secretária de Minas e Energia e Comunicações (estranha combinação!) no governo de Alceu Colares do PDT do Rio Grande do Sul.
1994 – É desse ano o primeiro contrato da Colin com a Petrobras denunciado em 2004 por gente da própria estatal, alvo de um inquérito interno ordenado por Jose Dirceu, junto com outro contrato do ano 2000
1998 – Dilma volta a ocupar a Secretaria de Minas e Energia, agora no governo de Olívio Dutra. Graça Foster é gerente do Centro de pesquisa e Desenvolvimento da Petrobras. As duas discutem o pleito de Dilma para trazer para o Sul do país um ramal do gasoduto Brasil-Bolívia
2001 – Dilma sai do PTB e entra no PT
2003 – A conselho de Dilma, agora ministra de Minas e Energia de Lula, Graça Foster troca o Rio de Janeiro por Brasília e começa a ascender na Petrobras; vira diretora da Petroquisa e depois da BR Distribuidora
2004 – Graça Foster é denunciada dentro da Petrobras pelos contratos de seu marido e Jose Dirceu, na Casa Civil, ordena inquérito
2005 – Dilma se torna ministra da Casa Civil (Mensalão) e é a presidente do Conselho de Administração da Petrobras
2005 – A Astra Oil, da Bélgica, compra a refinaria de Pasadena por 42,5 milhões de dolares
2006 – A Petrobras paga 360 milhões de dolares por 50% da mesma refinaria e compromete-se a comprar a outra metade mais adiante
2005 a 2007 – Só um contrato, sem licitção, entre a Colin e a Petrobras é mencionado
2007 – Graça se torna titular da Diretoria de Gas e Energia da Petrobras. Dessa data até 2010 a estatal assina 43 contartos com a Colin, 20 sem licitação
2009 – Dilma entra em choque com Marina Silva, do Meio Ambiente, que deixa o governo do PT
2010 – Dilma é candidata a presidente
2010 – A loja maçônica de Colin Foster faz evento internacional em Brasilia com presenca dos granadeiros da Guarda Presidencial e música da Banda do Batalhão da Guarda Presidencial
2012 – A Petrobras perde ação nos EUA e paga 820 milhões pela outra metade de Pasadena
2012 – Dilma atrita-se com Sergio Gabrielli e nomeia Graça Foster presidente da Petrobras
2013 – O Esatdo de S. Paulo revela o Caso Pasadena
2014 (junho) – Policia Federal prende Paulo Roberto Costa, ex-Diretor de abastecimento da Petrobras e o doleiro Alberto Youssef acusados de lavar 10 bilhões de reais surrupiados da Petrobras. O Congresso abre CPI sobre a Petrobras mas o PT consegue controlar todos os postos-chave
2014 (agosto) – Funcionários da Petrobras filmam reunião para fraudar a CPI e Veja revela o filme
Abaixo, seguem exertos das principais matérias que geraram esta cronologia, e links com detalhes interessantes:
14/11/2010
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/po1411201002.htm
A Folha denuncia as relações da empresa do marido de Graça Foster com a Petrobras.
17 de novembro de 2010
http://www.alertatotal.net/2010/11/ingleses-identificam-jose-dirceu-como.html
Colin Foster é Grão-Mestre Distrital da Divisão Norte da Grande Loja Unida da Inglaterra, cujo “Grand Master” é o Príncipe Edward George Nicholas Paul Patrick – primo da Rainha Elisabeth. Quem comanda a Grande Loja Unida da Inglaterra, junto com o príncipe, é Peter Lowndes membro do Royal Institution of Chartered Surveyors (RICS).
O problema é que Maria da Graça Foster é cotada para assumir a Casa Civil ou até a presidência da Petrobrás, onde é empregada de carreira. Por isso, seu marido maçom virou alvo do “fogo amigo” do PT na disputa por espaço de poder.
(…)
notinhas e reportagens plantadas na mídia amestrada pelo esquema de José Dirceu. O controlador do PT não quer Graça forte junto a Dilma (…)
Maçom prestigiado
Na Maçonaria, o marido da Graça tem prestígio.
No ultimo dia 15 de maio de 2010, na sede do Grande Oriente do Brasil, em Brasília, foram comemorados os 75 anos do Tratado entre a Grande Loja Unida da Inglaterra e o Grande Oriente do Brasil.
O acordo foi assinado em 6 de maio de 1935, embora as relações formais entre a Maçonaria Inglesa e o GOB datem de janeiro de 1880.
Big Brother
A sessão publica de comemoração contou com a presença dos granadeiros da guarda presidencial e banda do batalhão da guarda presidencial que executou o hino nacional brasileiro.
Na cerimônia, Colin mostrou uma jóia de membro efetivo da Loja Morro Velho, de Minas Gerais, confeccionada em ouro e diamantes retirados da mina Morro Velho em Minas Gerais.
De Marcos José da Silva, Grão-mestre-geral da mais antiga potência maçônica brasileira, o “brother” Colin recebeu a Medalha Cruz da Perfeição Maçônica.
15 de fevereiro de 2012
http://rudaricci.blogspot.com.br/2012/02/presidente-da-petrobras-e-seu-marido.html
A Petrobras reafirma que 20 compras foram feitas por dispensa de licitação, pois os valores foram abaixo de R$ 10 mil. As demais foram feitas por meio de processo licitatório (…)
24 de janeiro de 2012
Graça Foster é funcionária de carreira. Começou como estagiária em 1978 e ocupou cargos gerenciais na estatal antes do governo Lula (2003-2010).
(…)
foi pelas mãos da então ministra de Minas e Energia, Dilma Rousseff, que, no começo de 2003, trocou o Rio de Janeiro por Brasília e começou a alçar voos maiores na sua trajetória profissional.
A aproximação profissional ocorreu quando Dilma era secretária de Energia do Rio Grande do Sul (1999-2002) e ambas tratavam sobre o gasoduto Bolívia-Brasil. A então secretária queria um ramal adicional do duto para atender ao sul do Estado, mas ouviu um não como resposta da então gerente da estatal.
Nem por isso, a amizade deixou de prosperar. Graça filiou-se ao PT e engajou-se na campanha de Dilma à presidência. Tem três estrelas tatuadas no antebraço esquerdo, duas delas vermelhas.
No período em que Dilma esteve no Ministério de Minas e Energia, Graça Foster foi secretária de Petróleo e Gás. De volta ao Rio de Janeiro, em 2005, dirigiu as subsidiárias Petroquisa e a BR Distribuidora.
http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/tag/maria-das-gracas-foster/
Dilma nunca gostou de José Sérgio Gabrielli. Tentava ter controle da empresa desde que era ministra das Minas e Energia e nunca conseguiu. Na chefia da Casa Civil, como a tal gerentona, seguiu no mesmo esforço, também inútil. Gabrielli tinha e tem um padrinho muito forte: Luiz Inácio Lula da Silva.
(…)
Quando ministra, Dilma reclamava que não conseguia ter acesso a dados da empresa que considerava essenciais à sua atividade.
05/08/2014
http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/reuniao-sobre-cpi-ocorreu-na-sede-da-petrobras-no-df
Encontro para fraudar a CPI gravado em vídeo, e revelado por VEJA, se deu em sala de reuniões que integra o gabinete da presidente da estatal – e à qual só tem acesso a alta cúpula da companhia.
21.08.2014
O TCU suspendeu ontem à tarde a votação sobre o bloqueio dos bens de Graça Foster
(…)
O ministro José Jorge suspendeu o processo, com a promessa de recolocá-lo em pauta na sessão da próxima quarta-feira
(…)
O ministro Walton Alencar ainda proferia seu voto quando José Jorge se levantou para conversar com outros ministros. Minutos depois, o ministro André Luís de Carvalho sugeriu que a sessão fosse suspensa. José Jorge leu, então, o título da reportagem veiculada pelo GLOBO na internet. Sentado na primeira fila do plenário, Adams foi à tribuna e defendeu a continuidade do julgamento.
(…)
são “jogadas de forma midiática, sem nenhuma consistência”
(…)
No início da noite, a Petrobras divulgou nota:
http://www.petrobras.com.br/fatos-e-dados/esclarecimento-sobre-movimentacao-patrimonial.htm
Batendo na porta do paraíso
14 de abril de 2014 § 5 Comentários
Fernando Cavendish, o ubíquo “campeão do PAC” da “faxineira” Dilma que, semana sim semana não, tem suas empresas declaradas “inidôneas” para fazer negócios com o poder público mas, rápido no gatilho que é, troca o nome delas e, assim, continua merecendo a confiança da “presidenta”; Fernando Collor de Mello, o “linchado redimido” (“amigos, amigos: negócios aparte…”) e seu afilhado Pedro Paulo Leoni Ramos cujas falcatruas na Petrobras são velhas de antes do impeachment; Renan Calheiros, o “relator” da CPI “X-tudo” instalada para “investigar” as roubalheiras cujo produto é “lavado-em-jatos” pelo doleiro Alberto Youssef, o amigo de 30 anos de André Vargas, o gorducho que mente pela gorja um pouquinho mais a cada novo palmo de bunda que lhe fica exposto; não ha nome infame da crônica do baixo lenocínio político brasileiro, enfim, que não tenha um ferrão fincado nesta Petrobras que o PT conseguiu empurrar até à beira da falência.
Cada dia fica-se sabendo uma nova.
Todos os ladrões de sucesso da Republica, aliás, têm o “seu” funcionário de alto nível amestrado da Petrobras. Só pé-de-chinelo é que não tem um “pet” desses em Brasília. É que como ha áreas e “projetos técnicos” para todos os gostos e mais de 220 bilhões de dólares no orçamento de “investimentos” da “nossa” petroleira até 2018, é uma vírgula estrategicamente colocada num contrato e – bingo! – está conquistada a “independência financeira” de mais um André Vargas com o seu doleiro ao pé.
Até salafrários internacionais, como o tal “barão” belga de Pasadena já conhecem o macete: um “técnico” com 20 anos de Petrobras intermediou a “venda”, por 277 vezes o valor pago um ano antes, aprovada por dona Dilma e pelo tal Nestor Cerveró, este que foi severamente “afastado”, doa a quem doer, com 13 anos de atraso, daquela bela refinaria em Pasadena, Texas, incapaz de processar os óleos extraídos em solo brasileiro.
Renan Calheiros, o chefe da investigação das falcatruas na Petrobras em pessoa, por exemplo, é o “dono”, pela interposta pessoa do “funcionário especializado” Sérgio Machado, da Transpetro, que tem o monopólio do transporte de todo o petróleo importado pela Petrobras.
Já o doleiro Aberto Youssef e o “diretor de Abastecimento”, Paulo Roberto Costa representam toda uma rede de roubalhões. Só falam em bilhões.
Este nobre senhor Youssef até viaja nas comitivas presidenciais que andam pelo mundo, de ditador em ditador, distribuindo “obras” financiadas pelo BNDES para donos de ilhas do Caribe, genocidas africanos e outros tipos de ilibada reputação e notório conhecimento na companhia dos quais o nosso Lula pretende transplantar para os grandes foros internacionais, como a ONU, os esquemas de “governabilidade” e articulação de “baixos cleros” em que é mestre, para ensinar ao mundo a dor e a delícia de se lidar com a natureza humana.
Outro dia foi flagrado na lista de convidados do governo para uma visita ao último bastião do socialismo no Ocidente, a Cuba dos Castro, onde a Petrobras “fura poços de petróleo” e todos nós, das palafitas de Belém do Pará para baixo, contribuímos para a construção de um porto pra Eike Batista nenhum botar defeito.
Não tem mixaria na caridade internacional do PT. É o momento em que brota do nada tudo que falta nas escolas e nos hospitais aqui no Brasil para ser investido em “obras” que ninguém nunca saberá sequer se chegaram a ser iniciadas um dia, já que se os nosso tribunais de contas não conseguem saber nem o que se passa debaixo do seu nariz aqui onde têm poder de polícia, que dirá pelo mundo afora.
Por isso, acreditam alguns, é que têm surgido nas anotações do nosso meticuloso doleiro, “comissões” de 50% do valor dessas “obras” que nenhum brasileiro jamais fiscalizará. É possível que se esteja “rachando” o valor inteiro da empreitada.
Inovação é o nome do jogo!
O que está acontecendo na Petrobras, enfim, é exatamente o mesmo que tem acontecido no Brasil como um todo. Já não se “aparelha” mais o órgão, a instituição, a empresa pública, naquele sentido ideológico de antigamente, para colocá-lo subrepticiamente a serviço de um projeto de poder. Loteia-se explicitamente cada um deles, em negociações “cobertas” pela imprensa, entre os “companheiros” e os “aliados”, segundo o volume de dinheiro movimentado por cada um deles.
Daí por diante é roubalheira de um lado e gestão temerária do outro anabolizando-se mutuamente.
Quando as falcatruas são eventualmente “descobertas”, reencena-se o “espetáculo da impunidade”.
A primeira providência é a tentativa de matar o mensageiro. Acionam-se as brigadas da internet que iniciarão campanha maciça de difamação do acusador e de apedrejamento da “imprensa golpista”.
A seu tempo o Ministério da Justiça e seus órgãos auxiliares – como o Cade e cia.ltda. – “darão acesso” a jornais e televisões a denúncias, dossiês e documentos “envolvendo” governos da oposição em episódios suspeitos de corrupção. Não importa se a denuncia incluir 25 governos petistas e/ou aliados e um da oposição, é só às falcatruas deste que será “dado acesso” à imprensa que, assim como dona Dilma com relação à inidoneidade da Delta Construções e seus “aliases”, não desconfiará de nada e publicará só o que seu mestre lhe mostrar para provar que é “equânime” nas denuncias que faz.
Se nada disso baixar a fervura chamar-se-á Lula em pessoa para coordenar a “limpeza” da porcaria, começando por uma ou duas reuniões públicas com os principais acusados para um par de coques e cascudos de reprimenda e a instrução púbica a respeito do que podem ou não podem dizer na frente da polícia.
Se nada disso funcionar, eventualmente tudo terminará com a desmontagem ao vivo e a cores da instituição encarregada de punir aquele “malfeito”, não importa o que isso possa vir a custar ao país. Desmonta-se o que for necessário, seja o IBGE porque publicou uma estatística julgada inconveniente para o momento eleitoral, seja o Supremo Tribunal Federal se tiver ousado condenar um petista segundo as provas constantes dos autos.
De qualquer maneira, estamos batendo nas portas do paraíso. A “caixa preta” da Petrobras – isso já é mais do que evidente – é grande o suficiente para levar para o fundo este governo inteiro, senão até mais que ele. Não ha nada maior nem mais alto para ser posto a nu, mas tudo dependerá exclusivamente da imprensa…
Da Petrobras em diante, é reto pra Venezuela.






















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