Continua virando zona!

1 de novembro de 2013 § Deixe um comentário

zo7

Hoje foi dia de voltar aos assuntos.

No Brasil, o país que não aprende com a experiência, é sempre dia de voltar ao assunto.

Vamos lá.

O cagaço da “patrulha” é tamanho que até pra não fazer rigorosamente nada contra os vândalos que se auto intitulam “manifestantes” e mantém as duas maiores cidades do país em regime de curto-circuito há cinco meses foi preciso juntar um ministro da Justiça do PT, um secretário de segurança pública do PSDB e um secretário de segurança publica do PMDB com um pé no PTB.

É o país das palavras mágicas. O sujeito se declara “negro” e entra na faculdade na frente de todo mundo, ainda que tenha olhos azuis. O sujeito se declara “manifestante” e a esquerda inteira ajoelha aos pés dele mesmo que ele ande mascarado e assalte lojas diante das câmeras da televisão.

zo6Problemas? Basta declara-los extintos na Constituição…

E os eleitores? A opinião pública?

E quem é que liga pra isso na “democracia” brasileira? O Datafolha mostrou que 95% dos paulistanos querem os vândalos onde eles merecem estar.

E daí?!

100% dos brasileiros querem, ha trocentos anos, que os assassinos, menores ou maiores de idade, os ladrões do dinheiro público e o resto da alcateia que anda à solta por aí sejam postos onde merecem estar e ninguém está nem aí.

Agora diz que vão botar “a inteligência” para “monitorar” os black blocs da vida. A mesma coisa que eles fazem com os chefões do PCC. Sabe pra que serve? Pra eles ficarem sabendo antes quem eles mandaram trucidar e continuarem não fazendo nada a respeito.

zo6Não, não me venham com fatos! Nossa legislação “é a mais avançada do mundo“.

Na mesma reunião seleta de responsáveis pela gloriosa segurança pública sob a qual vivemos discutiram-se os números do Rio de Janeiro que mostram que pondo polícia em cima a criminalidade despenca e corre pra onde a polícia não está, onde a criminalidade explode.

Causa e efeito. Efeito e causa. Indiscutível! Cristalino!

E daí?

Vamos de bolsa família e impunidade que país rico é país sem miséria, ainda que siga analfabeto, e país sem miséria é que é país sem crime.

Tem jeito não, gente! Limpar as ruas é o mais fácil e nem isso eles fazem. Muito mais difícil, depois que a esquerda desonesta se convencer que é isso, vai ser fazer o Judiciário manter fora delas quem a polícia tira das ruas.

Zona é pouco! Amém Jesus!

zo6

De que foi que morreu junho?

9 de outubro de 2013 § 2 Comentários

bb1

E segue a conversa: quem são os Black Blocs? É um movimento espontâneo? É orquestrado? Reminiscência daquela “estética da destruição dos símblos capitalistas” da Europa dos anos 70, precurssores do terrorismo à Baader Meinhoff e Brigatte Rosse? São só baderneiros? E o que é que isso tem a ver com as manifestações de junho?

Que tem uma pitadinha de cada uma dessas coisas, é claro que tem (além dos ladrões). Tem até “filósofos” assassinos, como Achile Lollo (conheça o personagem aqui) importados diretamente dessa safra de europeus século 20 e postos, agora, de “gurus” do PSOL, aquele partido que quer porque quer jantar o Rio de Janeiro de entrada.

Mas, refinamentos retrô àparte, eu, na dúvida, faço sempre aquela pergunta que o Sherlock Holmes fazia: “A quem interessa o crime?”

black

Quando a resposta me parece duvidosa é a ele que eu recorro de novo: “Quando descartadas todas as outras respostas, por mais estranha que pareça a que restar, é ela a verdadeira”.

E a que restou é a seguinte. Junho foi o resultado da soma do primeiro julgamento do STF com a televisão. Com gente daquele calibre condenada à cadeia o “gigante” sonhou que tinha acordado de frente para o impossível: “E não é que este país pode mudar!

Cheios de esperança, os amadores foram pra rua, expulsaram os chapas-brancas e passaram a exigir que mudasse já, e muito..

Pânico no Planalto! Então os profissionais, impedidos de vestir vermelho, retomaram as ruas mascarados, porretes nas mãos, pro povo aprender bem aprendido a quem é que elas pertencem. Aí veio o Celso de Merda, enterrou o sonho, e o país mergulhou de volta naquela de “nossos heróis morreram de overdose”

Agora os Black Blocs, a esta altura já seguros o bastante para se abraçar aos profissionais, estão jogando a pá de cal.

infringente

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