Gonet vai passar o pano para Toffoli
21 de janeiro de 2026 § 2 Comments


Marionete de Alexandre de Moraes, aquele cuja família tem um contrato com Daniel Vorcaro que lhes garante 3 milhões e 600 mil reais POR MÊS, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, deve rejeitar os pedidos de suspeição contra Dias Toffoli, o Faxineiro, no caso Banco Master, investigado por fraudes financeiras milionárias na Operação Compliance Zero, segundo revela o Estadão, que ouviu fontes próximas ao PGR.
Parlamentares como Eduardo Girão (Novo-CE) denunciaram “parcialidade judicial e conflito de interesses” do ministro indicado ao Supremo por Lula e acionaram a PGR para que Gonet avalie o impedimento, alegando que os irmãos de Toffoli cederam participação no resort Tayayá (PR) a fundos ligados ao cunhado de Daniel Vorcaro, dono do Master, e que ele viajou em jato particular com um advogado do banco para o jogo final da Libertadores entre Flamengo e Palmeiras.
Pela apuração do jornal o procurador manterá o relator no processo, que assumiu o caso transferindo inquérito da primeira instância e impôs sigilo total ao caso, mesmo que os envolvidos não tenham foro para isso.
O argumento é que o regimento interno do STF só prevê a alegação de suspeição do relator até cinco dias após a distribuição do processo em questão, prazo que já se esgotou, uma vez que Toffoli foi sorteado relator do caso no fim de novembro.
Além disso, em 26 anos, o STF não afastou nenhum relator de um processo da corte.
Diferentemente de outros casos em que a PGR é provocada, neste a decisão depende de Gonet.
No ano passado, o STF pediu um parecer de Gonet sobre a Lei Magnitsky, usada pelos Estados Unidos para punir autoridades brasileiras.
Ele não se pronunciou e beneficiou o chefe supremo: os EUA acabaram retirando as sanções contra o ministro Alexandre de Moraes, aquele cuja família, nunca é demais lembrar, tem um contrato com Daniel Vorcaro que lhes garante 3 milhões e 600 mil reais POR MÊS.
Da mesma forma, Gonet havia arquivado um requerimento de um advogado contra Alexandre de Moraes em que cita o contrato do escritório de sua esposa com o banco de Vorcaro, alegando não ter “elementos concretos ou indícios materiais” para apurar se o ministro pressionou o presidente do BC, Gabriel Galípolo, sobre a fiscalização do Master.
Mas as conversas também estão sob sigilo.
No fim, Toffoli, que criticou publicamente a PF por “inércia” em diligências e restringiu o acesso às provas a pessoas de sua confiança, incluindo Gonet, preserva o controle sobre bens apreendidos (R$ 5,7 bi bloqueados), perícias e decisões sigilosas, deixando tudo pronto para a faxina.
Cunhada de Toffoli dá a entender que está sendo usada
21 de janeiro de 2026 § Leave a comment

A casa de Jose Eugenio Dias Toffoli, irmão de Jose Antonio, o ministro do STF, aparece na Junta Comercial como sede da Maridt Participações que vendeu ⅓ do resort Tayayá por R$ 3,3 milhões.
O Estadão foi lá ver. É uma casinha de 130 metros quadrados, com a pintura descascando e pisos rachados, no bairro Jardim Universitário em Marília, interior de SP.
A reportagem foi recebida por Cassia Pires Toffoli, mulher do engenheiro eletricista Jose Eugenio, que estava viajando.
“Resort? Nao sei de nada disso. Essa casa é minha, financiei com meu dinheiro por 25 anos (hoje ela vale cerca de 270 mil). Eu falei pras linhas irmãs que tenho vontade de sumir daqui. As pessoas ficam inventando coisas…”
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Jogará Vorcaro tudo que sabe no ventilador?
21 de janeiro de 2026 § 4 Comments


Walfrido Warde pediu hoje para deixar a equipe de defesa do banqueiro. A saída ocorre em meio a avaliações de bastidor de que, diante do agravamento da situação de Vorcaro, ele pode aderir a uma colaboração premiada. O advogado é contra a estratégia.
A informação é de Andrea Sadi da GloboNews
BC encerra operações do Will Bank, ligado ao Master
21 de janeiro de 2026 § Leave a comment


O Banco Central decretou hoje a liquidação extrajudicial da Will Financeira, conhecida como Will Bank, uma fintech de cartões e contas digitais.
A empresa pertence ao grupo do Banco Master, liquidado em novembro de 2025 por problemas graves financeiros e fraudes.
De acordo com o BC, a Will não tinha mais condições de funcionar sozinha, por falta de recursos e ligação direta com o Master.
Clientes precisam sacar dinheiro disponível na conta e cancelar cartões imediatamente.
O Banco Central a nomeou como liquidante oficial a empresa EFB Regimes Especiais, a mesma que assumiu o Master.
Especializada em gerenciar instituições financeiras em crise, ela assume todos os bens, contratos e dívidas da Will, vende ativos para pagar credores na ordem legal (primeiro os funcionários, impostos depois, clientes por último) e encerra operações de forma organizada, evitando caos no sistema financeiro.
A EFB tem poderes amplos para bloquear bens de controladores, investigar fraudes e prestar contas ao BC, até o fim do processo, que pode durar anos.
CDBs da Will têm cobertura parcial do FGC (até R$ 250 mil por CPF), mas saldos em contas correntes ou cartões não, e a EFB prioriza dívidas maiores, então recuperação total não é garantida.
A Mastercard se tornou acionista do BRB, o Banco de Brasília, e da varejista de móveis Westwing, após executar garantias ligadas a dívidas da Will Bank, que foram dadas em alienação fiduciária.
No BRB, a Mastercard adquiriu 33.684.706 ações, correspondentes a 6,93% do capital total do banco, e, na Westwing, assumiu 3.540.768 ações ordinárias, o que equivale a 31,87% do capital social da empresa e R$ 19 milhões em dinheiro.
As ações foram tomadas após a Will Bank deixar de honrar obrigações com a bandeira.



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