Parábola sobre o momento brasileiro
7 de março de 2015 § 7 Comentários
Vídeo enviado por Carlo Vallarino Gancia
Vivian Maier, fotógrafa
24 de janeiro de 2015 § 6 Comentários
Vídeo sugerido por Carlo Vallarino Gancia
Por onde anda o mundo
26 de julho de 2014 § Deixe um comentário
O escritório de arquitetura de Zaha Hadid apresentou recentemente o seu projeto para o Centro de Artes de Changsha, na China. O espetacular Centro Internacional de Arte e Cultura é constituído por três edifícios – O Museu de Arte Contemporânea, o Teatro e o Grande Hall de Exposições Multiplas.
O Teatro é o ponto focal do projeto. Tem 1800 lugares.
Cada edifício foi concebido como pétalas de flores de um gigantesco jardim chinês que se sobrepõem umas às outras de modo a criar uma praça central que conecta todos eles através de uma série de alamedas, terraços e caminhos e fazer com que todos os visitantes obrigatoriamente se encontrem.
O conjunto está localizado no Distrito de Daheexi, na margem noroeste do novo Lago de Changsha Meixi.
Zaha Mohammad Hadid, nasceu em Bagdad, Iraque, em 31 de Outubro de 1950 e identifica-se com a corrente desconstrutivista da arquitetura.
Formou-se em Matemática na Universidade Americana de Beirute. Após se formar, passou a estudar na Architectural Association de Londres. Depois de se graduar em arquitetura, tornou-se membro do Office for Metropolitan Architecture (OMA), trabalhando com seu antigo professor, o arquiteto Rem Koolhaas. Em 1979, passou a estabelecer prática profissional própria em Londres. Na década de 80, também lecionou na Architectural Association (nota tirada da Wikipedia).
Matéria enviada por José Neumanne Pinto
Deliverance: a lenda e a realidade
20 de julho de 2014 § 5 Comentários
A história que circula pela rede diz o seguinte:
O filme Deliverance (Amargo Pesadelo) estava sendo rodado no interior dos Estados Unidos. O diretor fez a locação de um posto de gasolina nos confins do mundo, onde aconteceria uma cena entre vários atores contracenando com o proprietário do posto onde ele também morava com sua mulher e filho (este era autista e nunca saía do terreno da casa).
Num dos cortes para refazer a cena do abastecimento, um dos atores que sendo músico sempre andava acompanhado do seu instrumento de cordas aproveitando o intervalo da gravação e já tendo percebido a presença de um garoto que dedilhava um banjo na varanda da casa aproximou-se e começou a repetir a sequência musical do garoto.
Como houve uma resposta “musical” por parte do garoto, o diretor captou a importância da cena e mandou filmar.
O que se seguiu é antológico.
Atentem para alguns detalhes:
– O garoto é verdadeiramente um autista;
– Ele não estava nos planos do filme;
– A alegria do pai curtindo o duelo dos banjos… Dançando
– A felicidade da mãe captada numa janela da casa;
– A reação autêntica de um autista quando o ator músico quer cumprimentá-lo. .
Repare na expressão dele.
O garoto brilha, cresce e exibe o sorriso preso nas dobras da sua deficiência, que a magia da música traz à superfície.
Depois, ele volta para dentro de si, deixando a sua parcela de beleza eternizada “por acaso” no filme “Amargo Pesadelo” (Ano: 1972).
… No filme a presença dos atores John Voigt e Burt Reynolds
Mas o leitor Edmilson Siqueira indica o site Crônica Autista onde se afirma o seguinte:
Amargo Pesadelo (Deliverance) é um filme de 1972 dirigido por John Boorman, baseado no romance de mesmo nome escrito por James Dickey. O escritor aparece no filme, no papel de um xerife.
A cena do Duelo de Banjos não é “real”. O jovem (na época, com 16 anos) Billy Redden foi escolhido na sua escola, Clayton Elementary School, devido a sua aparência, mas não é autista, nem tem qualquer outra deficiência. Ele não sabia tocar banjo e, assim, foi usado um truque de filmagem – um músico se posicionou atrás dele e tocou o banjo por dentro das mangas de sua camisa. Foi usada maquiagem para fazê-lo parecer mais “esquisito”. Além disso, a cena estava nos planos do filme, pois o personagem Lonnie, com deficiência intelectual, está presente no livro que inspirou o filme.
A wikipedia o apresente como um ator americano, mas Billy trabalha na lanchonete em que é um dos proprietários em sua cidade natal, Clayton, na Geórgia.
Jon Voight, que atuou no filme, o descreveu como tendo “um desequilíbrio genético” e sendo um “camarada muito falante”.
Somente em 2003 Redden reapareceu em um filme, Peixe Grande “Big Fish”, de Tim Burton. Em 2004, apareceu no programa Blue Collar TV.
Por favor, divulgue esta informação, para tentarmos minimizar o impacto negativo que tem a ideia de que todo autista é “superdotado”.

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