Direita vence e cria dilema para woke alemães
24 de fevereiro de 2025 § 2 Comentários


Com esse resultado os Democrata Cristãos, conservadores chefiados por Friederich Merz, o próximo primeiro-ministro, terão 208 cadeiras no Bundestag (Parlamento), a Alternativa para a Alemanha (AfD), de direita, terá 152, o Partido Social Democrata do atual primeiro ministro Olaf Scholz, 120, o Partido Verde 85 e o Partido de Esquerda 62.
A maioria para a constituição de um governo requer a soma de 316 cadeiras, o que pode ser conseguido por um acordo entre Democrata Cristãos e Social Democratas, a solução mais provável.
A eleição alemã pôs, no entanto, em cheque a hierarquia de valores woke no país. As minorias de gênero parecem ter votado majoritariamente na direita. 60 mil usuários do aplicativo Romeo, de comunicação entre gays, bi-sexuais, transgênero, queer e não-binários no país inteiro, responderam conforme o gráfico abaixo a uma enquete sobre como votaram.

Esse dado que destoa do padrão de outros países, explica-se pelo posicionamento anti-imigração de Alice Weidel, chefe do AfD, e portanto execrada pela esquerda mas, ela mesmo, uma lésbica assumida cuja parceira atual é originária de Sri Lanka, fato que seria festejado pela esquerda não fosse a outra condição de direitista ferrenha partidária do fechamento de fronteiras.
Com a ocupação muçulmana maciça proporcionada pela política de fronteiras abertas de Angela Merkel e Olaf Scholz, a intolerância com a homossexualidade, punida com a morte em muitos países muçulmanos, junto com o ódio aos judeus, outro ponto sensível das normas de tolerância na Alemanha, cresceu exponencialmente.
No dos outros é refresco…..comigo, nem vem não!! rs
A gente olhando bem lá de cima do nosso lindo planeta azul não vê nada dessa desarmonia, mas que realidade terrível aqui embaixo.