A urgência da moderação na guerra do Brasil

4 de outubro de 2021 § 14 Comentários

Semana passada Fernando Schuller, uma das poucas assinaturas que aproveita ler no meio da mesmice que são hoje os diferentes títulos da imprensa tradicional brasileira escreveu, com a densidade e o brilho costumeiros, um “Elogio aos moderados” na sua coluna na Veja.

Falava do ódio político num tempo em que “ponderar se tornou um ato algo subversivo e os moderados andam fora de moda” de um tanto que o levavam a “confortar-se à sombra de Montaigne” que viveu numa época de extremos infinitamente mais violenta que a nossa (1533 a 1592) e, aos 38 anos, em meio às guerras religiosas que ensanguentavam a França, abandonou a vida publica para dedicar-se a escrever seus “Ensaios” na torre de seu castelo.

Da sua leitura em plena “guerra do Brasil” (sim, fria e apenas quase religiosa, mas guerra) ficou para um de seus leitores mais qualificados, que se define como “moderado por natureza”, o sabor de “uma elegia poética, triste e melancólica aos moderados diante de um mundo cada vez mais tribalizado em grupos radicais”.

Sim, porque o próprio Schuller, professor na matéria, não conseguiu lembrar-se de mais de dois moderados de carne e osso em condições de fazer valer a sua moderação no horizonte de seu tempo: Vaclav Havel com a sua “revolução de veludo” para trazer a Checoslováquia de volta das profundezas do socialismo real e Barak Obama com a sua “América nem branca, nem negra” em seu horror a todos os extremos, inclusive os do seu próprio lado, como é obrigatório para quem de fato tem horror a extremos.

Qual seria, afinal, o caminho a seguir”, perguntava-se Schuller. E concluía: “o que precisamos são líderes pautados por ideias e um senso de responsabilidade republicana, não por uma eterna guerra de posições” pois “o mundo politico não se resume a uma luta do bem contra o mal, é feito de yin e yang” e “ha gente boa em ambos os lados que tem algo importante a dizer”.

O caminho de Montaigne, de volta à sua torre, pode nos ensinar alguma coisa individual e coletivamente (…) Não tanto um novo caminho, mas um novo jeito de caminhar”.

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A proposta do “novo jeito de caminhar” de Montaigne baseava-se na sua constatação de que “não ha verdades absolutas, só verdades por aproximação” e que precisamente por isso nós humanos “flutuamos entre diversas opiniões … segundo o desejo do momento”, fazemos sempre perguntas muito mais interessantes que as respostas que damos e que, portanto, era imprescindível “manter a espontaneidade que depende da falta de controle”. 

Mas aquilo que, no estilo bem francês e personalista do filósofo em sua torre pensando pela arte de pensar, viria a resultar na elevação da tolerância a fundamento inegociável das relações humanas, pedra fundamental da montagem do mecanismo institucional da democracia moderna, depois que, jogado no terreno da prática pela volúpia de Henrique VIII que deu na legalização da convivência de todos os credos (menos o católico), foi retrabalhado pelos filósofos ingleses com seu foco utilitário.

A necessidade da moderação é, portanto, um ponto universalmente estabelecido desde o século 16. Como a questão evoluiu a partir daí até materializar-se no “território livre” da América é uma história que já tem ecos de familiaridade para mais gente que a que leu Montaigne. Desde que reuniram-se os autores dos Federalist Papers a questão passou a ser ainda mais objetiva. Como perpetuar a moderação de que precisamos para não nos matarmos uns aos outros? Mediante que tipo de mecanismo institucional é possível torná-la, senão compulsória, ao menos auto-reprodutiva?

E de lá vimos vindo, por ensaio e erro, dando materialidade ao pensamento dos montaignes: os direitos fundamentais “imexíveis” do homem, os espaços vedados ao Estado e à coletividade, os limites para a ação do indivíduo, o controle necessário mas mutante de modo a não matar a espontaneidade nem tolher a nossa característica de seres flutuantes entre opiniões diversas…

No taxation without representation”, “a lei só é justa quando vale para todos e só é legitima quando é fruto do consenso”, “o único consenso aferível é o que é dado pela expressão do voto da maioria”, “a verdade da maioria é mutante”, “só ha representação quando o representado manda no representante”, “nenhum ‘direito humano’ resiste sob um regime de monopólios” … por aí caminhou-se, de cada conceito a cada ferramenta institucional concreta, pela picada da democracia em que cada correção de rumo é marcada por uma poça de sangue.

A antidemocracia brasileira é minuciosa. Cuida de todos os detalhes. Expressa-se, antes de mais nada pela falta de moderação semântica. Obriga o cidadão a tratar com hiperlativos a canalha que fabrica porque “é de pequenino que se torce o pepino”. Só mesmo “com um novo jeito de caminhar”…

Recall para que haja representação e não empulhação, iniciativa e referendo de leis para que elas sejam justas, para que haja consenso sobre essa “justiça” e para que possamos seguir flutuando e podendo considerar injusta amanhã a justiça de hoje se assim exigirem as verdades de cada momento, limites antitruste para impedir a criação de poderes inenfrentáveis… 

…é a vida imitando a arte. 

O pensamento só pelo pensamento pertence à desesperança do século 16. Os primeiros ensaios práticos do pensamento moderado feito ação, ao século 18. A grande correção de rumo dessa primeira tradução prática, à virada do 19 para o 20. O Brasil do século 21 não tem mais tempo. Precisa saltar da torre de Montaigne diretamente para as reformas da Progressive Era americana em que se converteu o que começou a ser pensado nela, e por o povo no poder, se quiser mesmo evitar o caos.

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§ 14 Respostas para A urgência da moderação na guerra do Brasil

  • A. disse:

    Hoje acordei mais cedo do que “aquele” sectário… Só pra iniciar a seção com um elogio!!!

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  • Fernão
    Obrigado por nos trazer esse texto do Fernando Schuler e nos fazer refletir com essa lufada de ar fresco…
    Nada como reconhecer a fragilidade da razão humana!

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  • Milton Leite Bandeira disse:

    MILTON LEITE BANDEIRADefensor Direitos & Deveres HumanosPromotor Mobilizador CulturalPresidente da ASSDAK & MPMPL (33 anos)

    “A URGENCIA DA MODERAÇÃO NA GUERRA DO BRASIL  – Uma contribuição mineira”. 

    “BANDEIRA REAL ($) DO BRAZIL” = ‘UM PROJETO DE NAÇÃO QUE PODE MINAR O ‘IMPEACHMENT’ DE BOLSONARO’

    Milton Leite Bandeira Para:contato@gandramartins.adv.br

    seg., 4 de out. às 03:46 JUIZ DE FORA, MG, 4 DE OUTUBRO DE 2021 Ilmº Dr.  IVES GANDRA MARTINS ADVOCACIA GANDRA MARTINS SÃO PAULO

    REF: ‘CASA CLOTILDE DE VAUX MINEIRA’  –  A SALVAÇÃO DO GOVERNO BOLSONARO’

    “A Sabedoria começa na reflexão. Tome cuidado com uma vida ocupada demais. Quando todos  pensam igual  ninguém está pensando. Toda a unanimidade é burra. Quem pensa com a unanimidade não precisa pensar”.  (MILTON LEITE BANDEIRA – DEFENSOR DIREITOS & DEVERES HUMANOS – PROMOTOR MOBILIZADOR CULTURAL – PRESIDENTE DA ASSDAK & MPMPL). 

    Admiro a contra-corrente cultural jurídica  de V.S. no que diz respeito ao  governo  BOLSONARO, pois  tb acho que  a Nação não merece mais um “IMPEACHMENT” que será  profundamente desgastante, causando notório  sofrimento aos membros das  polarizações, pelo calor inconsciente do momento. Ninguém aguenta mais este   retrocesso. 

    Com 52 anos no ‘DIREITO SOCIAL MILITAR’, neste ‘CENTENARIO DO PADRE WILSON – O  COLOSSO NEGRO DAS GERAIS’ penso que a nova “JUIZ DE FORA NAÇÕES – A  CIDADE DO REAL ($) E DA LIBERDADE DE EXPRESSÃO DAS PEDRAS FALANTES –  SINARQUIA: GOVERNO DE SÁBIOS – A POLÍTICA DA SOCIEDADE PERFEITA – A  MARGEM TERCEIRA DO RIO PARAIBUNA DE SANGUE DE NOSSA VIDA INTERIOR  – DO CICLO DE AQUÁRIO A CULTURAL E ORQUESTRADA BOLA DA VEZ” muito  poderá colaborar por uma melhor administração e governabilidade do país.     Todavia, impõe-se a revogação da velha  ‘JUIZ DE FORA DA LEI & VERDADE &  JUSTIÇA &  DIREITOS HUMANOS & DA DEMOCRACIA & ESTADO DE EXCEÇÃO  DO  PENSAMENTO & DA EXPRESSÃO & INFORMAÇÃO,  COMUNICAÇÃO &  IMAGEM’.

    1) “BANDEIRA REAL ($) DO BRAZIL E A CONQUISTA DA ‘MENSTRATA’ – Por um ecomenismo cívico planetário de volta ao UNO”.     2) “OS MISTERIOS MITOLOGICOS DA BANDEIRA BRASILEIRA E A REDENÇÃO DO BRAZIL” (Com ‘Z, do estar vivo do grego antigo – Decreto nº 9917, de 18 Julho 2019) norteando – o “BRAZIL DO CICLO DE AQUARIO E DA CIVILIZAÇÃO BRAZILINDIA DO TERCEIRO MILENIO”.  3) “EUBIOSE SINARQUIA – GOVERNO DE SÁBIOS – A POLITICA DA SOCIEDADE PERFEITA”.

    Imº Dr.   YVES GANDRA MARTINS    ADVOCACIA GANDRA MARTINS   SÃO PAULO/SP     “QUANTO MAIS AS COISAS MUDAM,   MAIS PERMANECEM IGUAIS”   (JEAN BAPTISTE ALPHONSE KARR – Jornalista,   Novelista, Crítico Frances)

    Na  condição de  Presidente da “ASSOCIAÇÃO DE  DEFESA DO  DIREITO DA ARTE E CULTURA”  (ASSDAK – 34 NUCLEOS – 33 ANOS) & ‘MOVIMENTO POPULAR PRÓ-MORALIZAÇÃO DO  PODER  LEGISLATIVO” (MPMPL – 29 ANOS),   considerando a gravíssima situação nacional e mundial em decorrência de um “PANDEMÔNIO DA PANDEMIA DO CORONAVIRUS – COVID-19) venho sugerir a excelência de uma ‘ATENÇÃO DE CONSIDERAÇÃO’, em relação ao funcionamento do processo hierárquico do ‘PODER PUBLICO’ – considerando a situação GRAVE & INUSITADA & ATIPICA & BIBLICA manifestações explícitas de um “CAVALEIRO DO APOCALIPSE DA PESTE” a justificar que um ser humano, um brasileiro, um cidadão, idoso (76), CIDADÃO-JURISTA, com uma experiência de vida tão surreal quanto uma ‘COVID-19 DO MAL’, no sentido oposto, 

    vem sugerir a quebra administrativa hierárquica social, falando da cidade de JUIZ DE FORA – dos 23 pioneirismos, do golpe/movimento do 31 de Março de 1964, quando com 18 anos me incoporei no Exército – ESTABELECIMENTO REGIONAL DE FINANÇAS/4ª RM aos 13 Janeiro 1964, licenciado a pedido em 17 Outubro de 1974, me dedicando ao ‘DIREITO SOCIAL MILITAR’ por 52 anos (11 como militar do Exército + 41 anos com Advogados/Advogadas na Justiça Federal de Juiz de Fora & Rio de Janeiro & Belo Horizonte & Brasilia) – venho à presença de V. S. apresentar o “EUBIOSE BRAZIL – PROJETO CULTURAL DE NAÇÃO”.      Numa rápida digressão, considerando que na minha saga de vida, fui processado tres vezes, a primeira em 1989 pelo COMANDO DA 4ª REGIÃO MILITAR, a segunda pela VARA UNICA DA JUSTIÇA FEDERAL DE JUIZ DE FORA e a terceira vez pela ‘CAMARA MUNICIPAL DE JUIZ DE FORA’, nas duas vezes fui considerando INOCENTE mas na terceira fui condenado por “DENUNCIAÇÃO CALUNIOSA” (CP, Art. 339).     Provavelmente, a nível nacional fui o único a ir contra os 55 SENADORES QUE VOTARAM PELO IMPECHAMENT DA PRESIDENTA DILMA ROUSSEF, tendo através do SENADOR PAULO PAIM & CRISTOVAM BUARQUE & BIA BARBOSA, do INTERVOZES, de SÃO PAULO MAS EM BRASILIA,   ATRAVÉS DA OLIMPIA – CHEFE DE GABINETE DO ENTÃO SENADOR CRISTOVAM BUARQUE, QUE PROTOCOLOU NO DIA 31 MAIO DE 2016 MINHA DENUNCIA CONTRA OS REFERIDOS SENADORES, paradoxalmente através do próprio SENADOR CRISTOVAM BUARQUE, um dos 55 SENADORES.   EM CONSEQUENCIA DESTE MEU GESTO ISOLADO, TORNEI-ME ‘PESSOA NON GRATA’ tendo o SISTEMA DE SEGURANÇA DO SENADO FEDERAL ME VITIMADO COM A ‘CULTURA DO CANCELAMENTO’ (DELETAMENTO & LACRAÇÃO).  Conforme se prova com o documento abaixo (em duplicata):   Ocultar mensagem original

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  • rubirodrigues disse:

    Penso que sim, moderação é argumento válido em âmbito de certa civilidade, virtualmente possível em ambientes tais como este fórum. Não se trata, porém, de mero voluntarismo ou de bom-mocismo. Moderação pode ser ato racional e conquista de uma razão que entendeu as leis que regem a natureza e separam a parte do todo na organização das coisas. As paixões ideológicas configuram atitudes ilegítimas que tentam impor ao todo valores que apenas se aplicam à parte. Para tanto, impoe-se competência mental para discernir o que se ajusta à natureza do nosso universo e o que a confronta, de sorte que não se trata de mera flexibilidade ou tolerância conceitual, mas de maior proximidade ou afastamento das regras da natureza. Uma natureza que foi capaz de produzir consciência tal como a disponibilizada para os humanos, deveria ser respeitada em sua capacidade de produzir organização. A diversidade vegetal não compromete a harmonia da floresta, Por que o livre arbítrio e a mobilidade conflagram a sociedade?

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  • Milton Leite Bandeira disse:

    CONTINUAÇÃO…

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  • Yara Gracia Lorena disse:

    Perfeito!!!

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  • mario cohen disse:

    Parabens Fernão “in medio stat virtus “ou tambem ” in medio stat veritas”

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  • Herbert Sílvio Augusto Pinho Halbsgut disse:

    Montaigne…, penso que Lula da Silva e Jair Messias Bolsonaro nunca tiveram acesso a seus ensinamentos políticos e nem teriam condições de entende-los, mesmo através de desenhos, isto porque também estão cercados por uma plêiade enorme de colaboradores energúmenos ,que apoiam a desgovernança na base da linha dura boçal, à bala, calando a imprensa e afastando o povo das decisões via participação democrática. Estado Democrático de Direito, ui. ui. ui, nem pensar, causa asco a esses senhores acima citados, que na minha modestíssima opinião deveriam ser congelados politicamente por uns anos, abrindo espaço para que a nossa seara inteligente possa atuar, sem ser obrigada a fazer pactos, acordos para engolir esses nefandos ex e atual presidente da República. Na verdade eles e seus grupos são maioria nos Três Poderes, mas aqui fora, no “favelão nacional”, só tem apoio através de medidas paliativas em todos os setores da vida nacional, por empurrar com a barriga a solução dos graves problemas acumulados durante séculos e que os dois nefandos só contribuíram para piorar. Que venham as terceiras vias e que esta bipolaridade plantada por setores interesseiros dominantes seja desmontada com sabedoria e legalidade, com a moderação praticada por brasileiros que , de fato, amam o Brasil como um Estado Democrático de Direito. Sairemos dessa roda viva de conchavos e negociatas a nível de Congresso Nacional, com olhares complacentes do Supremo tribunal Federal?
    Basta de política band-aid para tratar dos tumores na República, esta senhora virtuosa tão vilipendiada em terras brasileiras, a contra-gosto do real sentimento da Nação.

    Sou a favor do IMPEACHMENT, antes que tardio demais. Pudera fosse possível ser diferente a nossa realidade atual, mas as leis obrigam uma ação enérgica para resgatar a democracia no Brasil.

    Que o Brasil democrático desperte, não seja transigente, e aja com moderação, sem violência, mas com atitudes políticas de uma Nação adulta para mostrar a nossa verdadeira face decente.

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    • Vo Hete disse:

      Tento entender o desejo de impeachment como uma solução. Mas ainda não consegui vislumbrar como seria na realidade esse pós impeachment. Seria o Mourão, ou o Lyra ou o Rodrigo Pacheco ou eventualmente o atual presidente do supremo, o agente de mudanças para colocar o povo no poder? Ou como funcionaria esse impeachment.

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  • Vo Hete disse:

    Àqueles que defendem impeachment lembro que tivemos Lula e temos Bolsonaro por uma escolha majoritária decorrente da inexistência de alguma liderança competente alternativa. A grande questão vem sendo mencionada no vespeiro há tempos. É o domínio da previlegiatura que vem se consolidando desde a vinda de D João VI, quiças antes. Eu me pergunto como uma força moderadora poderá mudar as regras para colocar o povo no poder ou será que nossos filósofos imaginam que o povo brasileiro será essa força moderadora após se conscientizar de que vem sendo explorado há séculos?

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  • AMERICO MELLAGI disse:

    Para se obter essa moderação tão necessário é preciso moderação zero com a corrupção

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  • Herbert Sílvio Augusto Pinho Halbsgut disse:

    Moderação através do equilíbrio no cumprimento da Lei Maior, a Constituição Federal Brasileira, que reza que todos os cidadãos são iguais perante a lei e tem como princípio básico que o poder emana do povo e em nome dele será exercido… e não esta fancaria que rola por aí.
    Moderação é levar todos em consideração, de preferência sem impor privilégios para determinados grupos e uso da força bélica contra os cidadãos que pensam diferente, agindo com terrorismo contra as minorias, a imprensa e o próprio Estado Democrático de Direito.
    Moderação é necessária nesse barril de pólvora que os governantes há décadas vem nos transformando, e… em nosso nome, é claro.
    Brazil, ou dá espaço para o Estado Democrático de Direito
    ou desce… para o fundo do abismo.

    Do “Aurélio” aqui vai: Moderação. 1.Ato ou efeito de moderar-(se) de tronar-(se) menor; diminuição,redução. 2. Qualidade que consiste em evitar excessos; comedimento.
    Moderado. Adj. 2. Que tem moderação, prudência; comedido, circunspecto… 5. Diz-se do partido ou do indivíduo que repele o radicalismo excessivo.
    A moderação não impede a presença legal das forças armadas conforme determina a nossa atual Carta Magna. A moderação deve visar resultados democráticos de direito.
    Moderar… deixo esta consulta ao grande “Aurélio” para quem interessar possa.

    Fora Lula da Silva, Fora Jair Messias Bolsonaro.
    Que terceiras vias surjam para termos escolhas, opções decentes!

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