O horror do Brasil ao povo

14 de setembro de 2021 § 39 Comentários

Em 7 de setembro já tinha notado que o povo brasileiro, sempre muito melhor que suas elites, tinha sido tão ululantemente veemente com sua presença nunca antes tão maciça nas manifestações contra a ditadura que há quanto com sua ausência nas avermelhadas bateções de bumbo a favor da ditadura que a esquerda gostaria que houvesse.

O estrondoso fiasco de domingo passado – de que o PT está tentando livrar-se desde que o pressentiu no estrondoso fiasco da sua prévia do Dia da Independência – veio para confirmar: o povo brasileiro não tem nada de bobo, apenas é tratado como tal impunemente em função da síndrome de imunodeficiência democrática crônica que lhe tem sido instilada à força nas veias e o mantem exposto a infecções oportunistas recorrentes por todo tipo de agente patológico da baixa política.

Este domingo provou que ultrapassamos o marco da imunização de rebanho. Pode a imprensa-turba repetir à exaustão os seus bordões importados ou domésticos e agredir os fatos ao vivo e a cores – “O STF é o defensor do estado de direito”, “É Bolsonaro quem agride o STF”, “A impossibilidade de auditar o sistema eleitoral é a prova de que nunca houve fraude”, “Foi o congresso quem decidiu soberanamente contra a pequena minoria que desconfia da máquina de votar”, “A economia está fracassando porque Paulo Guedes não faz reformas”, “Havia 125 mil pessoas na Paulista em 7 de setembro” e por aí afora –  que ninguém mais lhe dá ouvidos. 

O que explica a resiliência do bolsonarismo passado, presente e futuro é essa desonestidade assumida e explícita do antibolsonarismo. A ditadura preventiva do STF finalmente deu uma bandeira “elevada” ao movimento, mas foi a ladroagem, nada mais que a ladroagem, do lulismo que o gerou e o pôs no poder sem a necessidade de proferir qualquer tipo de discurso propositivo. Agora com Alexandre de Moraes prendendo e arrebentando e o Trio Assombro da CPI torturando a verdade ao vivo na TV, ganhou um de inesperada grandeza: o de “defensor das liberdades democráticas”. E estão aí os presos políticos atras das grades e a censura comendo furiosa na mídia eletrônica para não deixá-lo mentir.  

Quanto Bolsonaro sonha com democracia ou sabe do que se trata não importa. Está pau-a-pau com o resto do Brasil.

O PT aposta no silêncio sem facada. Trabalha furiosamente para melhorar o pior na esperança de que novembro de 2022 chegue com o país exausto e a apenas um passo do desastre final, mas quieto. Quer um Brasil esquecido de quem é Luis Ignácio Lula da Silva. A ordem é mante-lo mudo em sua toca, mas não é fácil. “Se eleito, vou censurar a imprensavou proibir privatizaçõesvou aumentar impostosvou prender opositores como o democrata Fidel”… Escreveu não leu vem com uma dessas o velhote. Mas sempre atrasado. Alexandre de Moraes e os governadores sacam muito mais rápido que ele.

A imprensa-turba continua exigindo censura, linchamentos e autos-de-fé. Mas com a repercussão que se viu domingo. Ninguém a leva mais à sério. E as OABs e as Fiesps já não sabem mais o saco de quem puxar.

Não ha 3a Via porque ninguém propôs uma 3a Via. 3os nomes, sim, tem um monte querendo o poder. Estavam todos – um mais bizarro que o outro – de frente para o fiasco de domingo “sendo contra a direita” ou “sendo contra a esquerda”, mas sem propor nada de diferente do que uma ou outra ja nos deram.

Nós já experimentamos as duas com todos os tipos de molho e deu sempre a mesma merda. Falta tentar o povo. Democracia é sobre limitar a quantidade de poder a que qualquer indivíduo pode legalmente ter acesso na política e na economia. Parte do pressuposto que o poder corrompe sempre e corrompe mais absolutamente quanto mais absoluto for. Por isso trata de aumentar a concorrência na economia e, poder político absoluto mesmo, só dá ao povo como um todo, com aquela característica que ele tem: metade está sempre contra a outra metade e o ponteiro do meio é sempre muuuito móvel.

Mas no Brasil isso nem começou. O povo está fora do poder e portanto a política trabalha para aumentar o poder dos monopólios e os monopólios para aumentar o poder da política. O povo nem existe, aliás. Para brasileiro, não importa a classe social, “povão” é sempre “o outro”. E ninguém, nem ele mesmo, quer colocar esse “outro” pra dentro.

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§ 39 Respostas para O horror do Brasil ao povo

  • Fernão
    Como bem disse, o povo está fora do poder porque pensa que não é seu.
    Com sua bandeira do voto distrital com recall, sem dúvida levando o povo ao poder, poderemos enfim começar a mudar esse pensamento.
    Vamos tentar buscar aqui maneiras para viabilizar esse caminho.
    O resto não interessa. É briga de gangues.

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  • Fernando Geribello disse:

    “Não é honesto, quando se fala dos problemas da justiça, refugiar-se atrás da cômoda frase feita, segundo a qual a magistratura é superior a todas as críticas e a qualquer suspeita, como se os magistrados fossem criaturas super-humanas, não passíveis de erros e não atingidas pelas misérias desta terra e, por isso, são intocáveis.”

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    • Fernando Lencioni disse:

      Essa é a diferença entre os America’s Founding Fathers, como George Washington, John Adams, Thomas Jefferson, James Madison, Alexander Hamilton, James Monroe e Benjamin Franklin e os políticos brasileiros. Eles conheciam a natureza humana e fizeram uma constituição protegendo o povo de seus governantes, por que é inevitável a corrupção e a tentação ao autoritarismo e ao abuso de poder. Eles sabiam que não importa o cargo que se exerça o ser humano é movido por suas crenças e por sua visão de mundo. Daí porque os juízes mais do que ninguém precisam do controle popular pelo voto de sua permanência no cargo já que no exercício da função de julgar eles tem que ter liberdade funcional para julgar conforme a lei. É essa conformidade que será objeto de julgamento pelo povo a cada eleição do distrito, pois ela é fruto da sua visão de mundo. Como na sociedade humana o contrato é aceitar renunciar ao poder bruto em favor da criação de um governo que governe para o bem do grupamento humano que o criou, as normas e ordens expedidas pelo governo são aceitas e obedecidas por todos independentemente da visão de cada um. Todavia, como a democracia é o governo do povo, pelo povo e para o povo, deverá sempre prevalecer a vontade da maioria.

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  • rubirodrigues disse:

    Beleza Fernão. Precisamos unir todos os esforços:
    MOVIMENTO CONSERVADOR BRASILEIRO – 2ª FASE
    Vencida em 7 de setembro 2021, a 1ª fase do movimento conservador brasileiro, caracterizada por indicar o que não queremos e não aceitamos mais para o Brasil, cumpre fazer o movimento evoluir para uma 2ª fase, propositiva e especificadora do Brasil que queremos. Saiba como, acessando o link abaixo, e ajude a fortalecer o movimento conservador, divulgando essa ideia. https://segundasfilosoficas.org/sem-categoria/o-brasil-que-queremos/

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    • Pedro Bó disse:

      Já virou clichê essa tática dos “conservadores” de chamar uma coisa pelo nome do seu oposto. A “opressora” seria mais intelectualmente honesto, e, aposto, captaria mais apoiadores entre os “sou contra o estado mas não contra as benesses que dele recebo” (uma boa parte daqueles na passeata do 7 de setembro).
      Mas o teor fascista do texto não deveria surpreender ninguém, dada sua origem – a mais alta e tradicional casta da previlegiatura, aquela que nos assola desde os tempos do Brasil colônia.

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      • rubirodrigues disse:

        teor fascista… pedro bó… valei-me São Francisco.,, em lugar de esconder-se, aponte no texto os erros, para que sejam corrigidos e a próxima constituição faça jus à sua magnânima presença. É assim que se constroi.

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  • dibertin disse:

    Supremo é o povo.
    PS o MAM não vai vir chorar, hahaha

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  • José Luiz Mancusi disse:

    Perfeito!!!
    O que mais dá nojo é a imprensa esquerda caviar, sedenta das verbas governamentais que minguaram… Imprensa que é culta, tem conhecimento, informação e meios de sobra para divulgar a verdade; mas trai a nação, com tamanha desinformação, fake news e total parcialidade. Triste, absurdo e nojento!

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  • Varlice1 disse:

    Nem Lula nem Bolsonaro.
    Ambos se apossaram de valores de um lado e de outro do espectro, democratas e republicanos, e os descaracterizaram, forjando um Frankenstein deformado e irreconhecível afastado de seu ideal primeiro.
    Lula e Bolsonaro são faces de uma mesma moedinha falsa de três reais.
    Se equivalem no populismo vergonhosamente vagabundo e esperto que fazem.
    Afirmar que Lula é comunista/socialista é tão verdadeiro quanto dizer que Bolsonaro é republicano, honesto e religioso.
    Nem um, nem outro.
    Acredito, sim, em uma terceira via, sem polarização.
    Respeito amigos que tenho nas duas extremidades políticas, mas não concordo com nenhuma delas.

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    • Alexandre disse:

      Lula pode não ser comunista/socialista, mas o PT é.

      Também quero uma terceira via.

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    • Pedro Marcelo disse:

      Lula, o magnânimo corrupto e lavador de dinheiros, nao bastasse seus atos criminosos praticados no poder e pelo poder, agora também empresta sua imagem cleptocratica e caudilhista à permanente destruição do Brasil. Discernir entre os antagônicos,mas joga-los na vala comum não serve,neste momento, para afastar o mal, pois não é questão de terceira via política, mas de liberdades individuais sobrestadas pelo stablisment.

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      • Varlice1 disse:

        Pedro Marcelo, Lula só se aproveita do caminho aberto por Bolsonaro. Em situação inversa o mesmo aconteceria. É o que acho. Como escrevi acima, ambos se equivalem.

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    • Herbert Silvio Augusto Pinho Halbsgut disse:

      Varlice 1. Concordo plenamente que devemos riscar do mundo político- partidário-eleitoral, legalmente, tanto Lula da Silva quanto Jair Messias Bolsonaro e para isso temos que contar com o Congresso Nacional – o mesmo que produziu todas as mazelas que hoje enfrentamos e que formaram um tremendo nó górdio, desde que haja uma mudança exigida pelos eleitores e seus movimentos reivindicatórios.
      Eu prefiro que hajam muitas terceiras vias para que os eleitores possam realmente escolher o candidato que melhor represente seus ideais democráticos. Sempre me parece que há muito conchavo – que dão o nome de acordos suprapartidários e empurram goela abaixo do eleitor desavisado, muitas vezes com a participação de parte da imprensa que se vende a tais propósitos caprichando no obscurantismo disfarçado.
      Uma única opção como terceira via me parece imposição, um afunilamento a serviço de grupos dominadores. Seria muito bom se o povo participasse aguerridamente da vida dos partidos de seus interesse e não se deixasse dominar pelas propostas urdidas por donos de partidos a serviço de poderosos, que só visam seus próprios interesses e não dão a mínima para os interesses republicanos.
      Temos muitas terceiras vias que bem poderiam se apresentar para as próximas eleições, mas não o fazem porque sabem que serão engolidas e dissolvidas por esses sistema políticos-eleitoral apodrecido que domina o cenário atual.
      Acredito que as circunstâncias e necessidades vitais dos eleitores exercendo a pressão legal adequada provocará no Congresso Nacional mudanças de comportamento dos senhores Senadores e Deputados, até mesmo naqueles que não mais acreditamos por feitos nefastos no passado, podendo muitos virem a se tornar heróis ao abandonarem velhas práticas bandidas. Reações tem havido e bons exemplos nesse sentido, também.
      O que bom devemos enaltecer, o que é nefasto cobrar intensamente por correções.
      Tenho certeza que teremos uma aceleração de movimento dos eleitores em direção a conquista do voto distrital puro com recall e demais vantagens – incluindo eleições primárias – e o Vale do Anhangabaú e todas as praças do Brasil onde ocorrem as reivindicações políticas estarão repletas do povo das cidades e do campo clamando pelo estabelecimento desse sistema eleitoral.
      Portanto nos cabe divulgar o mais intensamente possível o voto distrital puro com recall como o faz Fernão e outros tantos em nossa Republica tão aviltada pelos canalhas que não nos representam e criaram grandes sinecuras para os privilegiados em detrimento do “favelão nacional”.

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      • Varlice1 disse:

        Herbert, em tempos normais também eu acredito que mais de uma opção de terceira via, ou a via do meio, seria o ideal – democracia é isso. Porém, na atual circunstância da vida política nacional vejo que unificar um nome (de peso) seria mais producente. Infelizmente, esse nome minimamente ideal está difícil de achar: o ego dos atuais candidatos impede o consenso.

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      • Herbert Sílvio Augusto Pinho Halbsgut disse:

        Varlice 1. “O ego dos atuais impede o consenso…” , concordo. E isso demonstra que a democracia intra-partidária já não existe mais no Brasil, ou os demais nos partidos, que poderiam ser candidatáveis, tem medo de se expor e dar a cara ao tapa, que certamente virá,dado o tamanho do “imbroglio” que permitimos se agigantar na vida nacional, por levarmos a vida política no menosprezo, como se política fosse coisa de bandidos e darmos de ombros dizendo : Lula da Silva ou Jair Messias Bolsonaro, tanto faz, são todos a mesma coisa – leia-se aqui como caca
        Despertar a vontade política, o orgulho de ser cidadão reconquistando sua cidadania aviltada e roubada por um sistema político apodrecido.A reação, a meu modesto entender, deve iniciar já dentro dos partidos com reação benéfica entre seus candidatáveis e até propor novos nomes. Uma coisa é certa, como afirmou Tasso Jereissatti: alguém precisa fazer para esse”… que ocupa o Planalto e que destrói nosso Estado e que se diz ser a própria Constituição Federal. E nisso todos concordam, a não ser os que lucram fácil com as empreitadas dele.
        O curriculum-vitae do candidato de consenso deve ter grande conteúdo de feitos na administração pública, ocupado cargos em diversas instâncias, desde a municipal até a federal, ser de ilibada reputação, ter dado provas de que é realmente defensor dos princípios republicanos´, não ter um cabedal de processos criminais em andamento ou condenações à vista, ser pessoa dada a comportamentos diplomáticos e livre trânsito entre as esferas do poder, saber cercar-se dos melhores profissionais para tomada de decisões de interesse nacional – e no contexto das nações – e, muito importante, ter conhecimento do que é o Brasil e seu povo.
        Afirmo que temos muitos bons políticos desse galardão, mas é hora de se imporem e serem aceitos por todos os que forem altruístas e desejam o melhor para o Brasil.
        Que tipo de consenso teremos: democrático ou obscurantista de novo?

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      • Varlice1 disse:

        Herbert, concordo com você.
        Será difícil, mas não impossível “despertar a vontade política, o orgulho de ser cidadão reconquistando sua cidadania aviltada e roubada por um sistema político apodrecido” em uma época em que, a nível mundial, os extremos altamente polarizados é que estão dando as cartas. Como tudo na vida, eles também passarão.

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  • Gilson Almeida disse:

    De vez em quando o povo assusta mesmo. De vez em quando. Assustou tanto que foram necessários notas, assessoria de ex-presidentes etc. Incrivel como o povo precisa de um Messias.

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  • Pedro disse:

    Artigos sempre excelentes. Sinto a falta de não poder envia-lo para outras midias além do email. Vocês são ótimos. Obrigado!.

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  • Fernão disse:

    No pé de cada artigo ha “botões” para envia-los para todas as redes sociais existentes

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  • ELEO disse:

    Pois eu acredito na terceira via, até porque fora disso não ha mais no que crer. A merda em que estamos (como o Fernão disse) vem de 20 anos de extremos, esquerda e direita, ambos corruptos buscando seus interesses. Mas quem os colocou lá? Esse mesmo povo que o Fernão tanto exalta. Democracia existe, votar se pode. Basta querer escolher certo. Se o povo souber escolher, é possível implantar tudo isso que o Fernão propõe. Mas com esses Liras e quetais estamos fritos.

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    • Varlice1 disse:

      Concordo. O difícil é encontrar alguém que seja menos egocêntrico e pense primeiro no país e em todas as necessidades do povo, a começar por uma Educação Básica decente.
      Difícil, não impossível. Tenho certeza de que um disco seguiremos sair desse círculo vicioso e deletério.

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    • A. disse:

      Você não se considera como parte do povo? Então você é elite… Povo são sempre os outros!
      É essa mentalidade que deve mudar.

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    • Fernão disse:

      Pois é, o povo são sempre “os outros”…

      Mas democracia é todo um pacote. Não é só o ato de votar como acredita quem acredita que “o povo” vota errado, o que contribui decisivamente para que a critica do sistema seja a crítica errada e nada, senão mais erros, aconteçam.

      O pacote inteiro, que se vende neste site, inclui voto distrital puro para que se saiba quem votou em quem, e eleições primárias para que os eleitores e não os caciques escolham quem pode pedir votos e ser votado. Se as escolhas forem as deles, não ha escolha para quem vota mesmo havendo voto. Vocês que criticam quem vota estão, portanto, comprando gato por lebre e confirmando que é lebre…

      E inclui, finalmente, a propriedade intransferível dos mandatos pelo eleitor e não pelo eleito, a quem ele só pode ser emprestado condicionalmente com direito de cancelamento desse empréstimo a qualquer momento.

      O resto é falsificação.

      Lamento, portanto, que vs aceitem a descrição que os falsários fazem de vs…

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      • Nivaldo disse:

        E continua dizendo que o povo são os outros, quem ainda não sabe pela manhã de vai conseguir almoçar ou quiçá jantar, precisa saciar essas necessidades básicas antes de entender quem é quem é qual o sistema em vigor. O petismo/socialismo/comunismo não corrigiu isso. Esse inepto limítrofe que se diz conservador e liberal (ele não sabe o que é uma coisa nem outra) nem entende o que está fazendo lá; mas pelo visto segundo sua concepção é de todos o mais inocente. Falar de recall para quem ainda não comeu nada hoje é sadismo. Muita pretensão para quem não encarou a continuidade de fazer uma boa midia. Se o problema fosse só o STF…

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      • A. disse:

        Nivaldo: “Falar de recall para quem ainda não comeu nada hoje é sadismo.”
        Eu posso concluir que se Lula e o PT tivessem tido êxito na farsa FOME ZERO a população aceitaria ouvir sobre “recall”? É isso mesmo?
        Acho que você “misturou estações”…

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  • Gilson Almeida disse:

    Em jantar com políticos, Michel Temer ri de imitação de Bolsonaro … – Veja mais em https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2021/09/14/em-jantar-com-politicos-michel-temer-ri-de-imitacao-de-bolsonaro.htm?cmpid=copiaecola.
    Vejam o escárnio.

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  • Regina Veiga disse:

    É um alívio saber que ainda posso ler o que você escreve…..espero, que nunca te impeçam de fazê-lo.

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    • Nivaldo disse:

      Se depender de qualquer um dos dois bandidos que por enquanto temos como opção em 2022, o risco que o Fernão é demais correm é grande de isso acontecer. São 2 déspotas absolutistas.

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  • Benedicto Moreira disse:

    Como costumeiro, o Fernão é irretocável. –

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  • Paulo Murano disse:

    Texto coerente com o público-alvo; #medalhoesapaixonadosporatenção 🙂

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  • Paulo Murano disse:

    Carmen Leibovici, GATO, LSB, Marcos Andrade Moraes, Newton etc — saúdo inteligências da secção de comentários iluminados deste blog; lançaram sementes que terra boa abraça, germina e agradece.

    (Saudades do tempo em que mentes brilhantes não se envergonhavam de comentar neste blog nem eram desrespeitadas por nenhuma das três faces que a loucura de Eva multiplicou. Parentes e amigos lúcidos deveriam socorrer com mais amor e pulso firme.)

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  • Conceição Aparecida Espadoni disse:

    Gostei muito do texto.por favor me explique o que é “recall”

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    • Fernão disse:

      Ponha a palavra na busca (o espaço no alto à direita da pagina de abertura) do vespeiro

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    • A. disse:

      Conceição: parabéns por se interessar pelo tema! Depois que entender bem o conceito, divulgue o máximo que puder entre seus familiares, seus amigos, colegas de trabalho e conhecidos. Junto com o voto distrital, o recall resolve de “per si” e de imediato mais de metade dos nossos problemas político-eleitorais. Por isso que nossos políticos não se interessam pelo assunto…

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    • Flm disse:

      Ola, Conceição, em sua homenagem publico amanhã artigo hiperrealista explicando o que é recall.

      Não perca!

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      • Fernão
        Como seu leitor habitual e partidário de suas ideias, reitero que avançaríamos se começássemos a discutir aqui a viabilização do voto distrital com recall. Gostaria de ouvi-lo sobre Lei de Iniciativa Popular. Sei que o processo é difícil mas com milhões de assinaturas, não deixaria de haver um deputado que a adotasse.
        A propósito, o governador da Califórnia ontem foi confirmado no cargo.

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