23 de março de 2020 § 30 Comentários

A maioria d nossos políticos ñ sabe o q é pagar 1 conta, fechar 1 folha d pagamento, resgatar 1 papagaio no banco. Ñ sabem quanto custa fazer nascer e manter viva 1 empresa e o quanto é impossível ressuscita-la depois d morta. Mas João Doria sabe perfeitamente o q está fazendo…

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§ 30 Respostas para

  • Alexandre disse:

    Sim, o Dória sabe. E está preparando o terreno para 2022.

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  • terezasayeg disse:

    Vai matar as PMEs de São Paulo.

    Curtido por 1 pessoa

  • dibertin disse:

    Kanalhinha

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  • carmen leibovici disse:

    um imbecil oportunista !!

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  • Pedro Henrique Bueno Viana disse:

    Fernão, João Dória está destruindo o maior estado do Brasil. São Paulo está refém de um lunático.

    [cid:48eac30e-b502-4481-906a-dd81529a15d5]

    ________________________________

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  • Ethan Edwards disse:

    O Ocidente sofreu uma mutação moral após os anos 60. Os políticos hoje no poder têm como parcela expressiva do seu eleitorado – a quem deve satisfazer, sob pena de ter sua carreira política encerrada e voltar à condição de “homem comum” – um cidadão absolutamente hedonista, que não está disposto a realizar nenhum sacrifício ou correr qualquer risco em nome da comunidade a que pertence. Esse cidadão acredita que, tendo pago integralmente seus impostos, a principal função do governo é poupá-lo de qualquer inconveniente, a começar pelo mais desagradável deles, a morte. Esse cidadão infantil recusa-se a reconhecer uma epidemia como algo que é preciso suportar, cujas consequências – muitos doentes, algumas mortes – somos forçados a aceitar como parte das infelicidades que nos acompanham em nossa jornada neste mundo. Ele exige que o governo reduza a zero os riscos que o apavoram (e assim garanta que ele jamais morrerá). Aceita, por isso, quaisquer medidas, por mais estúpidas que sejam para o futuro da comunidade, que prometam a eliminação da angústia que o consome – a sombra da morte. É às fantasias desse eleitor infantil, cuja voz boa parte da imprensa ecoa, que nossos políticos estão escravizados. Daí que, mesmo sabendo – porque não são tolos – que suas decisões liquidam empregos, destroem indústrias, contribuem, enfim, para a deterioração da vida social, esses burocratas pomposos seguem adiante, impávidos, rumo ao desastre, surdos aos que se preocupam, tanto ou mais do que eles, com as vidas dos cidadãos mas sabem que todas as vidas não podem ser protegidas absolutamente – não existe risco zero quando se é atacado por uma epidemia -, nem, muito menos, devem ser protegidas a um custo socialmente mais elevado do que aquele que será cobrado pela doença.
    É uma escolha dolorosa, que nos foi imposta pelo azar, mas que cabe aos verdadeiros líderes fazer: combater a epidemia com todos os recursos possíveis, mas não destruir, nessa batalha, o futuro dos cidadãos. Há meios para isso, se os burocratas pararem de dar ordens absurdas, descerem dos seus pedestais e conversarem diretamente com as pessoas, ouvindo suas sugestões e dividindo responsabilidades. Máscaras que faltam podem ser feitas artesanalmente. Procedimentos de proteção coletiva nos ambientes fechados podem ser estabelecidos. Horários de trabalho podem ser flexibilizados. A produção de bens e serviços pode ser retomada em velocidade menor, com escalas, etc. Mas o país pode – e precisa – continuar trabalhando enquanto luta contra a doença.
    No fundo, acredito que o bom senso prevalecerá e os fatos empurrarão os burocratas que nos governam em direção às soluções razoáveis: é o triunfo do real sobre a fantasia. Infelizmente, porém, é um acerto que poderia, num mundo ideal, de políticos corajosos, ser obtido a um custo bem menos doloroso.

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  • carmen leibovici disse:

    Eu sentia vergonha por esse oportunista ao ver como o banana
    era alçado às alturas por aquela mulher,a dep Hasselmann , na época das eleições.Ele sozinho não seria capaz de vencer- é fracote demais.Precisou encostar na Joice e em ” bolsodoria” para conseguir.
    Agora ,ele utiliza métodos chineses para punir a população.Vai que ele venha a precisar deles- melhor se manter encostado,o oportunista!

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  • Amaury Machado disse:

    Simplesmente abrindo a caixa de pandoria. São os projetos de vida de um pusilânime psicótico. Quem se importar verá.

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  • Peter Lessmann disse:

    Plenamente de acordo. Mas resta esperar que resista à tentação de comprometer esse saudável pragmatismo com disputas políticas com o bolsonarismo

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  • Herbert Sílvio Augusto Pinho Halbsgut disse:

    Seria interessante reler Vaclav Ravel e sua teoria da conspiração benéfica, onde os que sabem que sabem se unem para fazer frente aos maus políticos e toda sorte de impostores.
    Com relação a epidemias, lembro os avisos que vem sendo há anos divulgados por Bill Gates sobre uma provável pandemia de tifo devido a falta de equipamentos domésticos e de saneamento ambiental, falta de redes de esgoto, falta de água encanada, falta de lixões bem construídos, falta de cemitérios bem instalados com túmulos inteiramente construídos em alvenaria pra proteger o solo, subsolo e águas superficiais e subsuperficiais, enfim, poluindo todos os mananciais que nos abastecem de água para diversos usos, tanto do ser humano quanto da natureza e seus complexos sistemas e cadeias alimentares. Vejam o que estamos a fazer com nossas enormes bacias hidrográficas: poluindo-as com mercúrio líquido usado na separação do ouro dos sedimentos, trocando a riqueza ambiental pelos dólares fáceis; poluímos nossas bacias hidrográficas com rejeitos da extração de minerais diversos que são exportados limpinhos/beneficiados, ficando aqui no Brasil mais de três mil represas de rejeitos, muitas delas em vias de estourarem sob os olhares complacentes de inúmeros órgãos públicos,servidores públicos e empresas que não tem responsabilidade ao longo de décadas de depredação do nosso patrimônio natural e humano.
    Não há reciprocidade nem compromisso com a vida plena para todos.
    Políticos hedonistas com casas e vida no exterior, e filhos lá formados .
    Não vou nem citar as toneladas de asfalto que vão das ruas parar dentro dos mananciais. Não vou citar sobre as toneladas de agrotóxicos, considerados por alguns apenas como defensivos agrícolas, que são espargidos nas plantações Brasil afora, centenas de tipos diferentes e permitidos pela ANVISA, muitos deles de uso proibido na Europa e nos Estados Unidos.
    Pensei que este seria o ano do saneamento público no Brasil conforme projetos dos governos. Ah! como faz falta o sistema de voto distrital com recall (retomada) do poder daqueles que devoram as entranhas da Pátria brasileira e sugam o sangue dos cidadãos por direito, mas não de fato!
    Temos que começar a partir de pressões nos municípios!

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  • Carlos Eduardo Camacho disse:

    Lamentável a atitude desse ocupante da cadeira de governador de São Paulo… e pensa em ser presidente.

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  • Fernando Lencioni disse:

    A frase é: É a economia estupido!

    Não sei pq no Brasil todo mundo se comporta como se o dinheiro fosse uma coisa sem importância quando todos sabem que sem dinheiro nada funciona e o caos de instala.

    O remédio quando em dose acima da recomendada para a doença vira veneno e mata o doente.

    Parar a economia indiscriminadamente sem medidas de socorro às empresas para que elas possam continuar com seus empregados e manter a sua atividade é um crime maior do que não reconhecer a gravidade da doença.

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  • Fernando Lencioni disse:

    Mas vc não vê nenhum meio de comunicação falar sobre isso.

    Parece que quem fez jornalismo no Brasil atual foi treinado para não pensar ou pensar só superficialmente. Tenho a impressão que os jornalistas atuais perderam a consciência da importância da profissão e se comportam como empregadinhos bem obedientes ao patrão com um medo incrível de perder o emprego.

    Que saudades de quando essa profissão era ocupada por todos os que tinham vocação para ela independentemente da verdadeira profissão que tinham antes de se tornar jornalista.

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    • Flm disse:

      Isso de regulamentar profissões foi o que proporcionou o aparelhamento final da imprensa. Somos um país cheio de porteiras onde é fácil por um patrulheiro tomando conta de cada uma,

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      • Fernando Lencioni disse:

        Exatamente!!!!

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      • LSB disse:

        Fernão,

        Desculpe minha ignorância, mas por que você diz “isso de regulamentar profissões foi o que proporcionou o aparelhamento final da imprensa”?

        Alguns anos atrás havia a ideia de regulamentar a profissão de jornalista e, consequentemente, exigir diploma em “Jornalismo” para poder atuar como jornalista.

        Entretanto, salvo eu estar sendo enganado pela minha memória, essa “demanda” não vingou.

        Então, especificamente qual regulamentação proporcionou – e como – o aparelhamento da imprensa?

        Abs
        LSB

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      • carmen leibovici disse:

        LSB,em princípio, regulamentação demais passa a ser ela mesma-a regulamentação-a regra.Regulamentação demais esvazia o propósito do que se está regulamentando.
        Não sei se há um propósito ideológico em tanta regulamentação ou se é pura burrice mesmo.

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      • LSB disse:

        Prezada Carmen,

        Meu ponto era somente se diploma para o exercício de jornalismo está(ria) legalmente valendo… (tinha/tenho minhas dúvidas se a exigência existe).

        No mais, conheço bem a problemática da regulamentação…
        De fato, a senhora não faz ideia da crise existencial que vivo por conta da própria ideia de regulamentação…

        Abs
        LSB

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  • flm disse:

    Todas as profissões no Brasil são regulamentadas, têm uma ou mais corporações chanceladas pelo Estado que controlam a porta de entrada e de saída delas; quem pode ou não pode exerce-las.
    A de jornalista também. Embora ainda esteja por ser demonstrado o que se pode aprender numa “escola de jornalismo” alem de três ou quatro perfumarias técnicas. Só quem passa por essas escolas e recebe um diploma da turma que as ocupa com o beneplácito do Estado pode exerce-la, não importa a competência que cada um for capaz de demonstrar.
    Esse é o principal instrumento de controle da privilegiatura sobre a escravatura.
    É isso que caracteriza os sistemas “corporativistas” como o brasileiro. É esse o nome da doença nacional, sr. LSB. Nada escapa dela e o fato de pessoas interessadas como o sr. não saberem disso mostra o quanto ela vai longe…

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    • Alexandre disse:

      Fernão, poderíamos acrescentar ao problema uma sistemática ideologização “progressista” das faculdades de jornalismo (que estaria formando ativistas e não jornalistas)?
      Um abraço.

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    • carmen leibovici disse:

      Ate uns 20 anos atrás não precisava de diploma para ser jornalista,eu me lembro.De repente passou a ser obrigatório.

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    • LSB disse:

      Caro Fernão,

      Obviamente sei que as profissões são regulamentadas no Brasil e sei também como isso constitui o cerne do corporativismo.
      Enfim, eu sei um “pouco disso” sim.

      Minha “dúvida” é/era se a exigência de diploma em “Jornalismo” para atuar como jornalista está “valendo”.
      Isso porque há uns 10 ou 15 anos atrás (2005, 2006 ou 2007) houve um “senhora” mobilização para se tentar regulamentar a profissão de “jornalista” (exigindo diploma em “Jornalismo” para exercer tal ofício, já que não era necessário até então).

      O ponto é/era: na minha lembrança essa regulamentação não tinha ido para frente!
      Até onde me lembro (lembrava), o “projeto” não vingou. Estou sendo traído pela minha “memória”?
      A exigência está valendo?

      Fiz uma pequena pesquisa na internet sobre o tema e, em linhas gerais, o que “descobri” era o que, mais ou menos, já sabia:

      1 – Em 2009, o STF considerou inconstitucional a exigência de diploma em Jornalismo para atuar como Jornalista;

      2 – À revelia da decisão do Supremo, foram apresentadas as PECs 386/09 (Câmara), a 33/09 (Senado) e a 206/12 (Senado) que tornariam obrigatória a exigência de diploma em Jornalismo;

      3 – A PEC 386/09 havia sido aprovada em comissão especial em 2010. Já a PEC 33/09 foi aprovada no Senado enquanto que a PEC 206/12 tinha sido aprovada na comissão de constituição e justiça da Câmara (ainda que fosse uma PEC com origem no Senado);

      4 – No entanto, nenhuma dessas iniciativas estão conclusas. Ou seja, não foram aprovadas nas duas casas legislativas, não foram sancionadas e não estão valendo;

      5 – Também constatei que mesmo antes dessas PECs, havia o Decreto-Lei 972/69 (regulamentado pelo Decreto 83.284/79) que previa a necessidade do diploma. Porém tais expedientes não impediam “não jornalistas” (não diplomados) de fazer jornalismo. Ou impedem(iam)?

      Enfim, está valendo legalmente tal exigência (diploma)???

      Abs
      LSB

      PS: por favor, não me chamem de Sr., pois fico constrangido demais…

      PS2: O Jornalismo é admirável, é necessário à uma democracia e creio ser apaixonante para aqueles e aquelas que militam em tal profissão.
      Todavia, o jornalismo atual é, grosseiramente falando e salvo exceções, de causar “vergonha alheia”.

      PS3: “Em casa que falta pão, todo mundo briga e ninguém tem razão”.
      Posso estar enganado, mas sinto o aumento de uma certa (e leve – ao menos até agora) animosidade entre as “vespas” aqui no blog.
      Não há dois liberais iguais no mundo. Não há dois conservadores iguais no mundo. Não há dois comunistas que pensam da mesma maneira no mundo.
      Enfim, sempre iremos discordar daqueles que professam a mesma “ideologia” ou filosofia política que nós.
      Isso, obviamente, também irá transparecer entre os “habitués” do Vespeiro.
      Peço até desculpas pela parte que me cabe no estabelecimento dessa “dinâmica”, uma vez que sou um daqueles que são assertivos na colocação de suas opiniões…
      Mas, de qualquer forma, estamos no mesmo “lado ideológico” / “político” e, portanto, devemos, ainda que discordando entre nós, nos manter “unido”… (ser mais aberto à opinião alheia, aceitar que consenso absoluto não existe, que podemos estar equivocados, que podemos estar ignorando alguma coisa, que o outro tem boa fé e que, no mínimo, possui algum embasamento/conhecimento para defender o que defende, etc.)

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  • flm disse:

    A corporativização é feita pra isso, Alexandre. Para permitir que cada pedacinho da sociedade seja devidamente domesticado. Fica dificil fazer todo mundo pensar a mesma coisa por convencimento. Mas se v tiver o poder de proibir quem pensa diferente de trabalhar, aí funciona e fica todo mundo “pensando igual” do jeitinho que acontece no Brasil…
    A diferença entre corporativismo e totalitarismo é a clareza com que você assume que o jogo é esse. Mas o jogo é o mesmo.

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  • marina alves dos santos disse:

    Ainda bem que, com as redes sociais, embolou tudo. Passo horas lendo comentários de cidadãos comuns no youtube: Vejo muita lucidez quase sempre. Aprendo e me surpreendo. O que me assusta na mídia oficial é o despreparo intelectual de repórteres e mesmo de comentaristas com seu péssimo uso da língua pátria. Isso deveria ser o mínimo exigido para alguém que quer pleitear um diploma. As empresas deveriam filtrar melhor a qualidade dos jornalistas. Certa emissora quer “lacrar” escolhendo critérios de minorias para se sobressair como politicamente correta. Haja paciência!

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