8 de novembro de 2019 § 15 Comentários


São duas as contas que os advogados da “distribuição da renda nacional pelo estado” recusam-se a fazer: 1) Quanto % do funcionalismo federal (e estadual?) ativo e inativo está na categoria dos mais ricos do Brasil? 2) Quanto % dos mais ricos do Brasil são funcionários públicos?

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§ 15 Respostas para

  • Jose Simoes Neto disse:

    Aliás o IBGE segue com seu contingenciamento a comprometer o senso de 2020, mesmo assim deveria ter estas respostas para todos os sensos anteriores e estimativas preliminares para 2020.
    Seria demais perguntar o tamanho da redistribuição de renda que as decisões do STF propiciam entre os advogados dos colarinhos brancos e seus clientes….isso é outro inquérito.

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  • Adriana disse:

    Essa conta tem que ser feita por jornalistas ou entidades com voz na mídia. Já deviam estar denunciando e falando sobre há tempos. Os privilegiados se limitam a dizer que merecem porque passaram em prova difícil tantos anos atrás.

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  • Fernando Lencioni disse:

    Excerto da superinteressante:

    Os 16,2 mil magistrados em atividade no Brasil ganham R$ 46 mil mensais em mensais, graças ao corredor polonês de bonificações que a Lei lhes garante. Ou seja: ilegais esses vencimentos não são. São “só” imorais.

    Por conta dessas distorções, gastamos por aqui 1,3% do PIB com o Judiciário. Isso dá quatro vezes o gasto da Alemanha (0,32%), oito vezes o do Chile (0,22%), dez vezes o da Argentina (0,13%).

    O rombo, porém, não para por aí. Deve-se somar a ele o custo do Ministério Público, que chega a 0,3%, além do gasto com as defensorias públicas. Ao final, o custo com Justiça no Brasil pode chegar a 1,8% do PIB. Em outras palavras: R$ 110 bilhões por ano, algo próximo ao orçamento do Ministério da Educação. Questão de prioridades.

    Claro que esse é o valor base da remuneração deles pq tem juiz que ganha 500.000 e não são poucos

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    • Olavo Leal disse:

      Para combater esse excesso, proponho uma solução draconiana:
      (1) Estabelecer um limite legal de vencimentos para qq servidor público ou do Estado – por exemplo: 80% do vencimento do Pres. da República.
      (2) Recolher a um fundo previdenciário, mensalmente, todo o valor de salário que exceda tal limite, seja qual for a sua natureza ou finalidade.
      (3) Punir severamente o Ordenador de Despesas que não cumprir tal obrigação.
      Haverá, com essa providência, um bom alívio para as contas previdenciárias.

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  • Cláudio disse:

    Boa!

    Obter o Outlook para iOS ________________________________

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  • Maria Luísa da Silva disse:

    Umnn, mais fácil atacar o funcionalismo público, que incluí os profissionais de saúde, educadores, entre outros profissionais essenciais ao funcionamento do país e ao bem estar social. Fale do lucro indecente dos bancos, que irão lucrar ainda mais com as reformas do Guedes.

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    • Ricardo Luiz disse:

      Claro que os bancos lucram,mas, eles só tiram dinheiro de impostos através do que emprestam para a união, estados, municipios, inchados e, muitos deles deficitários e que necessitam dinheiro dos bancos.É ai que entra o gasto com o funcionalismo…

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    • LSB disse:

      Cara Maria Luísa

      O setor bancário, fora os impostos indiretos (IOF, IPTU, ISS, INSS etc.), paga 44% de imposto sobre o lucro (IR e CSLL).
      Adicionalmente, o retorno sobre o capital é medida mais correta para “descrever” a lucrtividade de qualquer atividade. O lucro absoluto não significa nada se não for comparado com o capital necessário para gerá-lo. Nesse contexto, sinto lhe informar que, considerando a rentabilidade (retorno sobre o capital), bancos nunca foram os campeões nacionais. Em todos os rankings compilados pela ECONOMATICA, bancos nunca ocuparam as primeiras colocações (e isto considerando somente os grandes bancos que são os mais lucrativos, pois há mais de 130 bancos no Brasil e a lucratividade dos demais é bastante baixa).
      Enfim, aconselho a conhecer mais finanças e matemática financeira antes de emitir opiniões que, a rigor, podem ser classificadas como levianas.
      No mais, digo 2 coisas:

      1 – o Brasil não irá se desenvolver e enriquecer SE não entender e “abraçar” o capitalismo (de fato, não temos capitalismo verdadeiro); e

      2 – (meio) como corolário da primeira afirmativa, não haverá desenvolvimento SE não “facilitarmos” para as empresas e pessoas físicas a terem… LUCRO!!! Só haverá ondas de investimentos e aumento da riqueza se o conjunto da parcela produtiva da Nação tiver muito lucro!!! Se forem obrigados legalmente a dividir “solidariamente” e “excessivamente” e o retorno, consequentemente, for baixo (como é hoje para a maioria das atividades econômicas/empresas no país), não haverá crescimento e enriquecimento da Nação (exceto marginalmente e, provavelmente, sendo, por meio do Estado patrimonialista, apropiado pelos amigos do Rei de sempre)
      Att.
      LSB

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    • Herbert Sílvio Augusto Pinho Halbsgut disse:

      Sra. Maria Luiza, todos sabemos que o grosso do funcionalismo público não recebe salários polpudos, apesar dos penduricalhos conquistados com muito trabalho e dedicação ao longo de anos, décadas, somados a estabilidade que as outras categorias profissionais (CLTs da vida) jamais tiveram. O povo sabe sim reconhecer o valor dos bons funcionários públicos pelo que lhe oferecem no atendimento competente do dia-a-dia, seja nos hospitais, nas escolas, na segurança pública e que muitas vezes não tem o material, ou o suficiente material necessário para o bom desempenho de suas funções, devido a desvios colossais no emprego do dinheiro público para favorecer castas privilegiadíssimas em todas as nossas instituições, mormente naquela que deveria ser o lastro entre os poderes republicanos. Uma grande maioria recebendo pouco e uma minoria com ganhos absurdamente elevados. Muitas vezes , quase sempre, os tribunais de contas , da União e dos estados apontam esses horrores e enviam seus vereditos para Assembleias e Câmaras Municipais onde acabam na prática sendo…votadas como não procedentes e engavetadas, A distribuição da renda no Brasil é um dos horrores que devemos enfrentar, cada qual apertando o cinto como puder numa eventual reforma geral em nossas instituições. Recomendo que a senhora leia o artigo de Fernão publicado hoje no jornal O Estado de São Paulo com o título:Como é a democracia – 2. Vossa revolta é muito compreensível, mas precisa lançar olhares mais longe sobre o Brasil e verá injustiças muito maiores sobre populações que nem sabem dos seus direitos e que são cidadãos. Um dia teremos o Brasil que almejamos e espero que o voto distrital puro com recall possa se estabelecer por aqui o mais breve possível. Basta de paliativos.

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      • Herbert Sílvio Augusto Pinho Halbsgut disse:

        Salvo engano meu, não são muitos funcionários públicos agraciados com juros especialmente menores ao fazerem empréstimos em bancos oficiais, devido a terem os funcionários públicos garantias de recebimento de seus salários e estabilidade no emprego, coisa que simples mortais CLTs nem podiam imaginar receber? E quanto ao atendimento da saúde do funcionário é na prática igual ao dos CLTs? Tenho muita pena dos milhões de desempregados brasileiros que sequer podem contar com uma renda mínima garantida pelo Estado por toda a vida, como já existe em muitos países e certamente terá que ser adotada no mundo todo face ao desemprego gerado por novas tecnologias e nos países despreparados. Nossos funcionários são heróis, mas ainda podem contar – todos? – com alguns privilégios, ou não? Senhora Maria Luísa da Silva gostei de ver que a senhora emitiu sua opinião usando o seu nome completo evidenciando coragem cidadã para expor seu posicionamento para discussão neste espaço democrático que gentilmente o Fernão Lara Mesquita nos oferece incondicionalmente. Infelizmente muitos que fazem comentários não se expõem, usando apenas apelidos, nomes fantasias, jamais o nome completo. Veremos brevemente, assim defendo, um Brasil novo onde a meritocracia será justamente reconhecida e todos venhamos a ser dignamente valorizados.

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  • Walter Alba disse:

    Transparencia é fundamental para uma sociedade democrática.
    Quem não deve não teme!

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    • Herbert Sílvio Augusto Pinho Halbsgut disse:

      Concordo plenamente. Com o obscurantismo descarado, ou bem disfarçado, que rola solto Brasil afora atualmente, a transparência é artigo de luxo! Cabe principalmente ao Congresso Nacional ser o protagonista ensejando a transparência em todos os níveis de governo, fortalecendo por tabela os outros Poderes da carcomida república. Essa é a realidade nua e crua e dela não podemos nos esquivar de apontar, pelo menos.

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  • marina alves dos santos disse:

    Vez por outra vejo na imprensa: “Dados do Banco Mundial”… entre outros dados ref. às injustiças no Brasil e o pior de todos que é o pobre pagar a Universidade dos mais ricos. E o assunto cai no esquecimento no dia seguinte. Pelo menos daqui em diante as aposentadorias deles serão a mesma do INSS. É assim! Devagar, “respeitando” direitos adquiridos quem sabe um dia.

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    • Herbert Sílvio Augusto Pinho Halbsgut disse:

      Estimado Fernão: até hoje 13/11 não recebi o e-mail do Vespeiro com seu artigo: Como é na democracia – 2. O (Novo post) 24957 acima foi o último que recebi. Meus comentários , como este, tem sido recebidos aí no Vespeiro,mas algo parece estar bloqueando seus e-mails para mim. No aguardo desejo a você e a todos que aqui colaboram um feliz dia da República (15/11/2019).

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