Kassab e a Teoria da Relatividade

fevereiro 10th, 2010 § 4 Comentários

 Sua casa vista por você…

Pelo comprador…

Pelo banco…

Pelo avaliador…

Pelo IPTU do Kassab

Pré sal pra que?

fevereiro 7th, 2010 § Deixe um comentário

O Dilúvio, primeira versão

fevereiro 4th, 2010 § 1 Comentário

Genesis, capítulos 6 a 9

Viu o SENHOR que a maldade do homem se havia multiplicado na terra e que era continuamente mau todo desígnio do seu coração (…)

Disse o SENHOR: Farei desaparecer da face da terra o homem que criei, o homem e o animal, os répteis e as aves dos céus; porque me arrependo de os haver feito. (…)

Noé era homem justo e íntegro entre os seus contemporâneos; Noé andava com Deus. (…) Então, disse Deus a Noé: Resolvi dar cabo de toda carne, porque a terra está cheia da violência dos homens; eis que os farei perecer juntamente com a terra. (…)

Faze uma arca de tábuas de cipreste (…) Porque estou para derramar águas em dilúvio sobre a terra para consumir toda carne em que há fôlego de vida debaixo dos céus; tudo o que há na terra perecerá. (…)

Contigo, porém, estabelecerei a minha aliança; entrarás na arca, tu e teus filhos, e tua mulher, e as mulheres de teus filhos. (…)

De tudo o que vive, de toda carne, dois de cada espécie, macho e fêmea, farás entrar na arca, para os conservares vivos contigo. (…)

Assim fez Noé, consoante a tudo o que Deus lhe ordenara (…) E aconteceu que, depois de sete dias (…) romperam-se todas as fontes do grande abismo, e as comportas dos céus se abriram (…) e houve copiosa chuva sobre a terra durante quarenta dias e quarenta noites. (…)

(…) as águas (…) cobriram todos os altos montes que havia debaixo do céu (…) Tudo o que tinha fôlego de vida em suas narinas, tudo o que havia em terra seca, morreu.

E as águas durante cento e cinqüenta dias predominaram sobre a terra.

Lembrou-se Deus de Noé e de todos os animais que com ele estavam na arca (…) fez soprar um vento e (…) Fecharam-se as (…)  comportas dos céus, e a copiosa chuva (…) se deteve.

As águas (…) minguaram (…) e a arca repousou sobre as montanhas de Ararate.

E, aos vinte e sete dias do segundo mês, a terra estava seca.

Então, disse Deus a Noé: (…) Sai da arca, e, contigo, tua mulher, e teus filhos, e as mulheres de teus filhos (…) Os animais que estão contigo (…) faze sair a todos, para que povoem a terra (…) Sede fecundos, multiplicai-vos e enchei a terra. (…)

Tudo o que se move e vive ser-vos-á para alimento; como vos dei a erva verde, tudo vos dou agora. (…)

Eis que estabeleço a minha aliança convosco, e com a vossa descendência (…) porei nas nuvens o meu arco (…) vê-lo-ei e me lembrarei da aliança eterna entre Deus e todos os seres viventes de toda carne que há sobre a terra.

Noé, passado o dilúvio, viveu ainda trezentos e cinqüenta anos (…) Todos os dias de Noé foram novecentos e cinqüenta anos; e morreu.

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